Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

domingo, 18 de setembro de 2016

Pôr-do-sol em Argival

* Victor Nogueira


Argival é uma das freguesias onde passa o Aqueduto de Santa Clara, que em Vila do Conde termina. Mas vamos por partes. Porque fui a Argival ?

Bem, a Tareja e a Chicolateira nasceram em Setembro, pelo que resolvi ir até um supermercado chinês (da cadeia Fantastenigma) na Póvoa de Varzim, ao lado do Pingo Doce, outrora Feira Nova. Mas nada encontrei para presentear, ficando-me por alguns utilitários domésticos e bibelots. para mim. No final a simpática chinesa da caixa ofereeu-me um porta.retratos.

Ao sair verifiquei que perante mim o céu estava alaranjado e, rodando 180º, notei que para Oeste era deslumbrante o espectáculo, que à beira-mar seria encantatório. Mas não estive para ir a mata-cavalos até à marginal da Póvoa, pelo que me limitei a registar o que em Argival os meus olhos viam, Nascido e criado à beira-mar, a esta ligo normalmente o pôr do sol, espelhado nas águas do oceano ou de amplo estuário. Mas com imensa beleza existe também nas profundezas das terras do interior.

As prendas ? Essas serão os tradicionais chocolates que vim a adquirir no Modelo  Continente de Vila do Conde.


(no horizonte um troço do Aqueduto de Santa Clara, que tem início na vizinha freguesia de Terroso)















2016.09.17

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