Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Caxias - jardins do antigo Paço Real

 


Foto Victor Nogueira - Caxias - jardins do antigo Paço Real


Helena Pratas

Bonito!

10 ano(s)

Ver tradução

Carla Denise Filipitsch

muito bonito! diria que é o parque em Barcelona feito por Gaudi!

10 ano(s)

Judite Faquinha

Victor! Que lindo mais parece a entrada de uma gruta, visto que o jardim está mais a baixo, que é espectacular linda foto adorei. Beijokinhas camarada.

10 ano(s)

Maria João De Sousa

Há quanto tempo eu não vou a Caxias e ainda reconheci esta perspectiva mal me apareceu diante dos olhos! Obrigada, Victor Nogueira!

10 ano(s)

Graça Maria Teixeira Pinto

Viajar com o Victor Nogueira e sua objectiva é conhecer maravilhas escondidas.Obrigada.

10 ano(s)

Manuela Vieira da Silva

Abandonado, vivo do sol e da chuva, vigor já não tenho, nem ninguém me visita. Quem me vê, olha ao longe por entre ruínas, nem o chão já pisa. E tu, palmeira ressequida, és minha única amiga. Bjos. Victor Nogueira.🙂

10 ano(s)

Maria Jorgete Teixeira

Foto auto emoldurada. Muito bonita! 🙂

10 ano(s)

Editado

Victor Barroso Nogueira

Manézinha - eu sou teu amigo, oh pestezita aka Mané Solnet

10 ano(s)

Victor Barroso Nogueira

OláMaria Jorgete Teixeira

10 ano(s)

Victor Barroso Nogueira

olá, sombra de carnaxide aka Arminda Griff

10 ano(s)

Victor Barroso Nogueira

Olá, Judite Faquinha

10 ano(s)

Victor Barroso Nogueira

olá Maria João De Sousa

10 ano(s)

Manuela Vieira da Silva

Victor Nogueira, amigo, o que escrevi acima, no momento, foi inspirado na tua foto. Acho-a lindíssima e triste. Eu sei que és meu amigo. Também sou tua amiga. 🙂

10 ano(s)

Eliana Bucci

Muito bacana! 🙂

10 ano(s)

Viriato F. Soares

Uma bela foto, agradeço a partilha! 🙂

10 ano(s)

Alice Coelho

Muito boa (Y) beijo

9 ano(s)


quarta-feira, 10 de junho de 2020

O Farol de Santa Maria ou da Gibalta, em Caxias

 * Victor Nogueira


fotos victor nogueira - Caxias - Farol de Santa Maria ou da Gibalta 


 CAXIAS - Vila célebre pelo Forte de Caxias, prisão política no tempo do fascismo e nos tempos subsequentes ao 25 de Abril, nela está também o Hospital Prisional. Para além disso alguns edifícios de quintas, o Convento da Cartuxa e a Quinta Real de Caxias, recentemente aberta ao público. Nesta destacam-se o jardim geométrico e uma cascata sumptuosa, com estátuas carcomidas pelo tempo ( ). A quinta era lugar de recreio da família real, ao fim do dia, quando veraneava em Queluz. As casas não são sumptuosas e uma delas tem uma varanda com painel de azulejos. Até há pouco estes edifícios albergaram o Instituto de Estudos Psicotécnicos do Exército. O convento da Cartuxa tem defronte da entrada principal, junto à ribeira de Barcarena, um pequeno jardim com oliveiras aparentemente centenárias, num largo com casas com telhado de duas águas, estilo chalet. Na marginal, numa curva apertada, encontram-se o farol e o Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo, também conhecido como Forte da Gibalta ou Forte da Ponta do Guincho (Notas de Viagens 1997)

O Farol da Gibalta, juntamente com os Faróis do Esteiro e da Mama, veio substituir os antigos Faróis, construídos originalmente entre 1878 e 1879, instalados no Alto de Caxias e Porto Côvo. No entanto, em 1952, houve um desabamento de terras e a consequente destruição da antiga estrutura. A actual construção entrou em funcionamento em 1954.

  


quinta-feira, 2 de abril de 2020

incêndio em Gibalta (Caxias) - 1999



Foto victor nogueira - incêndio em Gibalta (Caxias) - 1999.07.17 (rolo 395)

Seguia eu pela estrada marginal, de Paço de Arcos para Lisboa, quando dei com este incêndio que lavrava encosta acima.








terça-feira, 31 de outubro de 2017

Toponímia e Azulejos 03 - em Oeiras, de relance

*  Victor Nogueira


Toponímia






Paço de Arcos


Santo Amaro de Oeiras


Registos de Azulejos






Santo Amaro de Oeiras


Oeiras

Azulejaria Civil



Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, em Santo Amaro


Capela de N- Sra da Conceição e de Santo Amaro, em Samto Amaro


Casa onde viveu Aquilino Ribeiro em Santo Amaro de Oeiras




(Vivenda Nobre)


(Vivenda Maria Izabel)


(Vivenda Maria Helena)

Santo Amaro de Oeiras


Quinta Real de Caxias



Jardins do Palácio do Marquês de Pombal, em Oeiras

Chafarizes e fontanários



Chafariz de Carnaxide


Paço de Arcos - Fonte de Maio (Av. Conde S. Januário)


Paço de Arcos - Chafariz na Rua da Ermida


Paço de Arcos - Chafariz Velho, na Estrada Marginal

Paço de Arcos


Chafariz em Linda-a-Pastora


Chafariz em Linda-a-Pastora

Linda-a-Pastora


Chafariz em Porto Salvo


Fontanário em Vila Fria




fotos  em 2017.06-09-10
e anteriores


VER TAMBÉM


domingo, 1 de outubro de 2017

entre duas margens, breve roteiro gastronómico de Penélope com Ulisses

* Victor Nogueira

Este roteiro por restaurantes, cafés e pastelarias é mais difícil de objectivar, pois não ficaram registos nem fotos. Lacuna que em relação a Setúbal procurei suprir, numa tarde desagradavelmente fresca com os motards atroando os ares e enchendo as ruas da cidade do cheiro das emanações de tubos de escape de motores mal-afinados. Tarefa prosseguida no dia seguinte, domingo, numa manhã luminosa, de céu azul, quase estival, com ar abafado apesar da brisa, quente, que varria as ruas.

Ora restaurantes em Setúbal foram o Copa de Ouro, na Luísa Todi, a Tasca da Fatinha, na Doca dos Pescadores, o Algodeia na antiga Estrada de que tomou o nome, recordou Penélope, a Casa Morena, (por duas vezes) no Largo da Fonte Nova, e um outro na Doca dos Pescadores, cujo nome Ulisses e Penélope não fixaram.  Porque o tempo em Setúbal é sempre escasso, pastelarias nenhuma - teremos de ir um dia ao Bandarra, ali nas escarpas de S. Nicolau, sobranceiro ao Estuário do Sado com a Serra-Mãe no horizonte - e cafés creio que apenas uma vez, ali na Praça do Brasil, o Brasília. Ah, mas poderíamos lá esquecer o café no cimo do Forum Luísa Todi, com o Estuário a nossos pés e a Serra da Arrábida mais para além ? E alguma vez teríamos lanchado na Tortas de Azeitão, na Avenida Luísa Todi ?

Em Palmela a Casa Mãe Rota dos Vinhos, com esplanada, e em Vila Nogueira de Azeitão creio que a Casa das Tortas. Ah, e, lembrou Penélope, um restaurante, o D'uportinho, no Portinho da Arrábida, ali com o azul do rio ondulando suavemente, a Pedra da Anixa ao alcance do olhar. Destes há registos fotográficos, se não do dia, ao menos doutras deambulações minhas, qual solitário D. Quixote sem Dulcineia.

Marchando para outra margem, chegamos a Lisboa, a "grande cidade de muitas e desvairadas gentes", no dizer de Fernão Lopes. Restaurantes ? Um creio que se situava nas cercanias da Rua das Janelas Verdes, se foi da vez em que visitámos o Museu Nacional de Arte Antiga. Teremos jantado em Alfama, quando foi o espectáculo de luz e som no Terreiro do Paço. mas desse nada retive. Rumando para Poente, chegamos a Belém, à Casa dos Pastéis - teremos entrado ou desistimos face às longas bichas ? - Do restaurante ou da envolvente há fotos, mas o serviço não nos agradou, tal como sucedera em Setúbal na Algodeia. Teria sido O Queijadas de Belém ? Mas num dos cafés do Centro Cultural de Belém lanchámos, na tarde em que fomes ver a Colecção Berardo de Arte Contemporânea.

Em Paço de Arcos naturalmente o almoço era em casa da minha tia Lili, tal como por vezes o lanche. Fora de casa, a Casa do Adro, na Avenida do Senhor Jesus dos Navegantes, e não sei se alguma vez o  Café Picadilly, pois o poiso habitual era a Seara, ali na Rua Gazeta de Oeiras, paredes meias com o Parque dos Poetas. Na visita à antiga Fábrica de Pólvora da Barcarena, teremos lanchado no café de lá ?

Depois o salto até Cascais e aí há a pastelaria creio que na Avenida Valbom, (por 2 vezes), e uma outra, perto do jardim Visconde da Luz. Subindo, chegamos a Sintra, e aí por duas vezes o café cultural cujo nome não fixei e que Penélope fez questão de me apresentar. Ítaca, essa está envolta em neblina.

Afinal de muitos destes locais ou da sua envolvente terei fotos, mas é moroso procurá-las. Ficam as deste sábado em Setúbal, com Penélope ausente e algumas outras, duas das quais extraídas do Google Earth..



Setúbal - Tasca da Fatinha


Setúbal - Copa de Ouro





Setúbal - Casa Morena e fogareiros colectivos (Largo da Fonte Nova)




Setúbal - Café Concerto, no último piso do Forum Luísa Todi


Setúbal - Snack Bar Café Brasília


Setúbal - antiga Estrada da Algodeia


Setúbal - Retiro da Algodeia


Portinho da Arrábida - Restaurante D'uportinho



Paço de Arcos - Tapada do Mocho


Paço de Arcos - Café Picadilly


Paço de Arcos - Casa do Adro  (Google Earth)


Lisboa - Restaurante Queijadas de Belém (Google Earth)


Vila Nogueira de Azeitão - Casa das Tortas


Palmela - esplanada da Casa Mãe Rota dos Vinhos



Sintra

Pelo caminho parámos para lanchar no simpático Espaço [da Condessa] d’ Edla, que foi esposa de D. Fernando II, viúvo da Rainha D. Maria II, monarca a quem se deve a construção do Palácio da Pena. O Espaço, para além de alojamento, comercializa produtos regionais e serve deliciosa doçaria. Mas para quem aprecia as lides culturais, um outro café, o da Saudade, é palco de saraus literários; a sua decoração é, no entanto, mais “tradicional”, como se loja antiga fosse pelos seus armários, embora também não faltem nele as actividades de mercancia.