Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
segunda-feira, 4 de abril de 2011
The Guardian faz reportagem sobre a arte urbana em Lisboa
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Exposição BES Revelação 2010 vai além da fotografia
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“É uma exposição que não é una, nem pretende ser. São quatro propostas de jovens artistas, abaixo dos 30 anos, quatro artistas que tiveram comissões para fazer uma pesquisa, um trabalho, ou para consolidar uma pesquisa que já vinha sendo feita há muitos anos”, explicou hoje à Lusa a comissária da mostra.
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Margarida Mendes destacou a particularidade dos trabalhos em exposição se basearem em métodos e formas de trabalho muito diferentes, referindo que o concurso não se cinge, nem pretende ficar pela fotografia.
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Ainda assim, ela está presente, praticamente em todo o lado, seja nas fotos cinematográficas da ficção criada por Mónica Baptista, seja em “The Radiant City”, de Carlos Azeredo Mesquita, uma série de fotografias panorâmicas de Budapeste.
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“As fotos apelam a projetos utópicos, realizados ou não, ou mal incorporados. Fala de uma distopia da Europa de Leste e de um socialismo zombie”, concretizou Margarida Mendes, encontrando uma “estranheza” proveniente de um serialismo minimalista.
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Se na obra de Carlos Azeredo Mesquita, a fotografia está estática, na de Mónica Baptista movimenta-se para fazer parte de um todo cinematográfico: a artista parte de fotografias de uma máquina que tem a particularidade de poder fotografar em formato cinema e constrói um filme.
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“Como pomos três anos em 20 minutos de filme?”, pergunta a única mulher premiada, descrevendo a sua obra como um filme, que nunca é em tempo real e deixa sempre algo para trás.
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Para Mónica Baptista, o seu “filme”, que compila cerca de 4000 imagens, não chega a ser uma ficção, mas sim algo em que as pessoas podem projectar-se: “Acredito que haverá um mecanismo de identificação e inscrição do público nas minhas fotos, através da memória comum”.
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Miguel Ferrão “esqueceu” a fotografia e criou uma instalação em três partes, com uma peça de som, com vozes de pássaros, uma peça de slide, e uma peça de vídeo, criada a partir da sua experiência enquanto ornitólogo.
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O “concílio de estátuas” que é visível no trabalho de Ferrão encontra correspondência na sala ao lado, onde Eduardo Guerra montou uma peça que parte da teoria das cores de Goethe.
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Nela cruzam-se excertos, ou melhor, cerca de 15 axiomas que falam em tons diferentes de experiências da cor ou verificação do sujeito enquanto pessoa que a experiencia.
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Para o artista, o prémio Revelação BES supôs mais responsabilidade, mas também a necessidade de ser mais assertivo na tomada de decisões.
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Eduardo Guerra agarra assim, até 16 de janeiro, uma hipótese única no seu percurso na escultura, fundamentada numa bolsa “útil para subir a qualidade e a vontade”, de dialogar com um espaço que tem características “muito próprias”.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Na 18.ª edição, a exposição de fotografias da coleção Pirelli/Masp recebe vários Estados
Masp abre tradicional mostra de coleção fotográfica
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Ainda no fotojornalismo, merece ser lembrado Anísio Carvalho, que iniciou a colaboração com a imprensa baiana na metade dos anos 1950, no Jornal da Bahia. Registrando acontecimentos importantes da capital, destacam-se nesta mostra, que vai até 3 de outubro, os retratos de personalidades da cultura local. Também é homenageado nesta edição Luiz Hossaka (1928- 2009), que durante dez anos fez parte do conselho curador da coleção..
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Outros profissionais que integram a exposição se dividem entre cinco Estados brasileiros: Bahia, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. Com esta edição, a coleção alcança o número de quase 300 fotógrafos e mais de mil fotografias. Sem dúvida, um belo panorama da fotografia brasileira a partir de 1950.
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Coleção Pirelli/Masp de Fotografia - Masp (Avenida Paulista, 1.578). Tel. (011) 3251-5644. De terça a domingo, das 11h às 18h (qui., até as 20h). R$ 15 (grátis às terças). Até 3/10. Mais informações: www.masp.art.br.
Pirelli/Masp
Mostra da coleção Pirelli/Masp: fotógrafo americano, radicado no Brasil, George Love
Diversão & Arte
Coleção retrata cotidiano de SP
Publicado em 11/08/2010 -
Já Hossaka, o segundo homenageado, tem uma ligação especial com o Masp, já que trabalhou no museu desde 1950, três anos após sua fundação. Ele foi fotógrafo do acervo e, de 1997 a 2006, fez a curadoria geral da Coleção Pirelli. A exposição terá três imagens suas, que já fizeram parte de uma mostra de 1976 e que retratam o cotidiano, como uma cena de pedestres na avenida Paulista.
Ao todo, a exposição tem 70 fotos e a proposta de criar um panorama da fotografia contemporânea do país. As imagens foram produzidas por 17 fotógrafos e pelo estúdio Cia. de Foto, primeiro coletivo a integrar a coleção.
Foto de Luiz Sadaki Hossaka flagra garotos na periferia de SP
birigui luiz sadaki hossaka/divulgação
(Da redação)
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Terça, 10 de agosto de 2010, 08h05
Nova edição da Coleção Pirelli/Masp realça autoria de fotos
Guy Veloso/Reprodução . O fotógrafo Guy Veloso foi um dos selecionados para a 29ª Bienal de São Paulo com a série documental Penitentes. Foto sem título, em Juazeiro do Norte (CE). . |
De 12 de agosto a 3 de outubro
Av. Paulista, 1578. Acesso a deficientes.
Horários: De 3ªs a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às 5ªs: das 11h às 20h. A bilheteria fecha uma hora antes.
Ingresso: R$ 15,00. Estudante: R$ 7,00. Crianças até 10 anos e adultos acima de 60 não pagam. 3ªs feiras: ingresso livre. Mais informações: www.masp.art.br

