* Victor Nogueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
Azenhas e moinhos de vento, em fotos de capa, (29) por Elisa Fardilha
sábado, 31 de agosto de 2024
Fotos de capa em Agosto - 2020, no Kant_O dos Olhares
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Coretos 56 -- Moura
VER outros coretos por Elisa Fardilha
Coretos 55 - Carnide (Lisboa)
coretos 37 - Tomar
coretos 36 - Lisboa - Jardim Zoológico
coretos 35, por Elisa Fardilha
Moinhos de vento e azenhas, por Elisa Fardilha (2ª edição)
* Victor Nogueira
Elisa Fardilha, com a sua habitual gentileza, enviou-me um novo conjunto de fotografias, estas referentes a monhos de vento e a azenhas por ela fotografadas, acompanhadas dum pequeno texto elucidativo. Nesta 2ª edição foi acresenteda uma nova azenha, em Villa Fria (Felgueiras).
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
Azulejaria (33) - Monumentos de Coimbra, por Elisa Fardilha
* Victor Nogueira / Elisa Fardilha
Em Coimbra o olhar de Elisa Fardilha fixou os catorze painéis de azulejos realistas, em tons de azul cobalto, enquadrados por uma moldura branca, que na Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes representam exemplares do património edificado conimbricense. Os painés situados defronte do Mercado D. Pedro V foram colocados em 1984 / 1986, num muro da Escola Jaime Cortesão, e são criação de Amilcar Matias, cabendo a sua execução á Fábrica da Viúva de Lamego.
.«Natural de Casais do Campo, Amílcar Matias estudou na Escola Avelar Brotero e exerceu ao longo de toda a sua vida a actividade de artista gráfico com extensa obra feita, que complementou com actividades criativas diversas no domínio da cerâmica, da ilustração e do cartaz. Também se dedicava com gosto à pintura que expôs por diversas ocasiões, nomeadamente na galeria do Primeiro de Janeiro, em Coimbra.» (Os painéis de azulejos da Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes, por Rogério Silva in https://costabrites.com/2010/03/19/os-paineis-de-azulejos-da-rua-olimpio-nicolau-rui-fernandes/)
sábado, 22 de outubro de 2022
Azulejaria (32) - Elisa Fardilha e o Mercado da Quarteira
* Victor Nogueira / Elisa Fardilha
Procurei na internet informação sobre os azulejos colocados nas paredes exteriores do Mercado da Quarteira mas nada incontrei, nem mesmo no paupérrimo site da Câmara Municipal de Loulé. As fotografias são da autoria de Elisa Fardilha.
Os painéis de azulejos representam cenas da vida quotidiana: o interior e o exterior do Mercado (com os transeuntes circulando, o burro puxando a carroça dos vendedores ambulantes abrigados debaixo dum guarda-sol), a vendedora de peixe na praia,.
O Mercado Municipal, sito no Largo dos Corte Reais, junto á praia, distribui-se por dois despretensiosos edifícios, contíguos, sendo um deles para venda de frutas e legumes e o outro para pescado.
Para este local está prevista a construção dum novo edifício, multifuncional, para instalação do mercado municipal e outras valências. como restauração, escritórios, galeria de exposições, pequeno comércio (quiosques e lojas) e que simultâneamente albergará num único espaço a venda de todos os produtos. Para o edifício do actual mercado da da fruta e legumes está projectada a instalação do Museu Municipal da Quarteira
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
Igrejas (90) - Capela de S. Sebastião (Lisboa, Lumiar)
* Elisa Fardilha
A Capela de S. Sebastião localiza-se no largo homónimo, na Freguesia do Lumiar, em Lisboa. As fotos são de Elisa Fardilha
«Classificada como Imóvel de Interesse Público, por si própria e por integrar o conjunto do Paço do Lumiar, este pequeno templo do início do séc. XVI, dedicado a S. Sebastião protector da peste, sofreu beneficiações no séc. XVII, séc. XVIII e nos finais do séc. XX. De planta longitudinal, tem a fachada ladeada por pilastras adossadas e rasgada por portal manuelino com decoração vegetalista, uma cruz de azulejos polícromos ,com a data de 1628, na parede posterior da capela-mor, e torre sineira junto à cabeceira. A capela, de nave única e coro alto separado da capela-mor por arco triunfal de volta perfeita, possui no interior:painéis de azulejos figurativos, seiscentistas,de tipo "tapete"; painéis de azulejos, representando S. Pedro, S. Francisco, S. Paulo e Sto. António; frontais de altar azulejados; pinturas setecentistas do tecto; e sepulturas dos sécs. XVII e XVIII. »
(in «Capela de S. Sebastião» https://informacoeseservicos.lisboa.pt/contactos/diretorio-da-cidade/capela-de-sao-sebastiao)

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