Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

fotos de capa em 11 de setembro

 * Victor Nogueira

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2020 09 11 foto victor nogueira - Setúbal - Mourisca (caisde palafitas)  barcos nos esteiros do Sado  c. 1998 

2019 09 11 foto victor nogueira - Saída da missa, em Setúbal - pormenor num quadro do pintor setubalense João Vaz

2015 09 11 foto victor nogueira - limoeiro em Portas da Maia (Macieira da Maia)


2011 09 11 Évora - quarto de estudante - foto MENS


2011.09.11 foto jj castro ferreira - Luanda - na churrasqueira Vilela ~ Manuel, Victor, Maria Emília e Zé Luís

terça-feira, 18 de agosto de 2020

coretos 41 - Monte, no Funchal

* Victor Nogueira

Este minúsculo coreto situa-se no Monte, no Largo da Fonte, perto da Igreja de Nossa Senhora do Monte, sendo o único existente na Cidade do Funchal. Há pelo menos um outro coreto, em Câmara de Lobos. A foto remonta à passagem da minha mãe pela Madeira em Agosto de 1973, para gozar em Portugal a licença graciosa (férias).

O actual coreto de Câmara de Lobos estava no Funchal desde 1883, tendo sido desmantelado e posto em hasta pública em 1942, vindo a ser adquirido pelo Município daquela localidade.(1)





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

A roseira, no meio das avencas, dava umas flores brancas e pequeninas

* Victor Nogueira



foto jj castro ferreira - na Praia do Bispo, em Luanda. A roseira, no meio das avencas, dava uma flores brancas e pequenas, creio que se chamavam "rosa chá"


Nzuá Aral Também tinha no meu quintal em Angola e creio que as rosas se chamavam de Sta. Teresinha!🤔