Vejo muitas discussões acerca do uso de marca d’água em fotografias como forma de assegurar o direito autoral sobre a imagem. Em minha humilde opinião pessoal, não acho bacana usar marca d’água. Primeiro porque corrompe a foto, violando a integridade da imagem. E depois porque a marca d’água não nos assegura necessariamente contra o uso indevido de nossa fotografia, tampouco preserva a autoria, a não ser que façamos uma marca imensa bem no meio da foto, o que não me parece uma boa ideia, por cobrir e poluir informações essenciais à qualidade da imagem.Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
terça-feira, 10 de abril de 2018
Guto Carneiro - Marca d’água realmente assegura direito autoral?
Vejo muitas discussões acerca do uso de marca d’água em fotografias como forma de assegurar o direito autoral sobre a imagem. Em minha humilde opinião pessoal, não acho bacana usar marca d’água. Primeiro porque corrompe a foto, violando a integridade da imagem. E depois porque a marca d’água não nos assegura necessariamente contra o uso indevido de nossa fotografia, tampouco preserva a autoria, a não ser que façamos uma marca imensa bem no meio da foto, o que não me parece uma boa ideia, por cobrir e poluir informações essenciais à qualidade da imagem.sábado, 30 de janeiro de 2010
Encontro de editores de fotojornalismo iberoamericanos, em Madrid
Fotojornalistas iberoamericanos dizem que modelo gratuito dos media na Net é “suicídio” 
.
Vários editores de fotografia de jornais espanhóis e latino-americanos defenderam hoje a cobrança do acesso a conteúdos on-line e expressaram reservas quanto à figura do “fotojornalista-orquestra”, que se multiplica a fazer fotografias e vídeos.
.
O encontro marcou o encerramento do Transatlântica, um fórum do Festival de fotografia PhotoEspanha criado em 2009 para fomentar o intercâmbio entre instituições e profissionais espanhóis e latino-americanos.
.
No encontro estiveram também representantes dos jornais espanhóis “El Mundo”, “El País” e “La Vanguardia”, o brasileiro “Folha de São Paulo” e o mexicano “Excelsior”, que analisaram o estado de saúde do fotojornalismo iberoamericano.
.
A fotografia na América Latina está “ao mais alto nível internacional” e, em Espanha, é “cada vez melhor”, disse o presidente da PhotoEspanha, Alberto Anaut.
.
Os conferencistas abordaram ainda o visionamento dos conteúdos dos media na Internet, que a maioria dos presentes defendeu dever passar a ser pago.
.
“Penso que mais tarde ou mais cedo o acesso aos conteúdos passará a ser pago. A quem ocorreu que o trabalho na Internet teria que ser gratuito?”, referiu Ulises Castellanos, do “Excelsior”, acrescentando que a gratuitidade “é um suicídio”.
.
Por outro lado, Carla Romero, do “Folha de São Paulo”, defende “o acesso a conteúdos gratuitos na Internet”, embora admita que as próximas gerações terão que pagar, caso triunfem iniciativas como a do “New York Times”.
.
O norte-americano “New York Times” anunciou que irá passar a cobrar o acesso aos conteúdos on-line do jornal a partir de 2011.
.
Outra realidade que inquieta os editores de fotografia é o aparecimento do “fotojornalista-orquestra”, um profissional que além de fotografar faz também vídeos.
.
Ulises Catellano é contra esta nova realidade, já que acredita que “as duas coisas não sairão bem feitas”.
.
“Tirar fotografias é uma especialidade. Fazer vídeos é outra”, lembrou.
.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Proibido fotografar fotografias, por Renato Roque
.
.
.

