Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
domingo, 13 de março de 2011
"Imagine", photoandando com John Lennon (3)
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"Imagine", photoandando com John Lennon (2)
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Lee Miller, uma modelo no front
segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Lee Miller – A Life, Carolyn Burke, Alfred A. Knopf, 2005
R$ 97 426 páginas
SITE
www.leemiller.co.uk
O site oficial mantido pelo filho de Lee, Antony Penrose, tem o acervo fotográfico da carreira dela.
EXPOSIÇÃO
The Art of Lee Miller
A mostra fotográfica vai até janeiro de 2008, no Victoria & Albert Museum, de Londres
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Katyusha Russian Folksong
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
The Oradour-sur-Glane Experience: a Nazi Massacre
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To learn more about the film maker visit www.davewindle.com
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Campos de Extermínio
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Holocaust Video
quarta-feira, 10 de junho de 2009
As fotografias míticas de Robert Capa no Dia D
Especial Dia D
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São apenas 12, mas o fundador da Magnum fez no desembarque da Normandia das melhores imagens da história do fotojornalismo
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Luiz Carvalho
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Têm todos defeitos para serem das piores fotografias de uma reportagem. Estão tremidas, desfocadas, com uma luz difusa, e para uma reportagem completa não se pode dizer que dêem uma grande possibilidade de escolha, pois são apenas 12 fotografias. Mesmo assim são consideradas - apesar de todos estes defeitos técnicos e editoriais -, das melhores imagens da história do fotojornalismo.
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Trata-se das fotografias míticas do mítico Robert Capa, o mesmo que imortalizara a morte em combate do republicano espanhol na Guerra Civil, o mesmo que dois anos depois do desembarque dos americanos na Normandia, fundou a agência fotográfica Magnum.
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A preparação da reportagem do desembarque na Normandia foi meticulosamente preparada pela "LIFE ", que fazia questão em concorrer taco-a-taco com as agências noticiosas, o que deixava algum mal estar junto destas. A "LIFE " considerava que as suas fotografias deveriam ser as melhores e as mais exclusivas. Por isso destacou seis fotógrafos, contra outros seis das outras três agências presentes.
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Foi um desembarque dramático, segundo relatou Capa, e esses minutos onde havia mortos e feridos por todo o lado, foram testemunhados pela câmara fotográfica Leica de Capa em quatro filmes de 36 fotos cada um.
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Em Londres, John G. Morris, ansiava pelas fotografias, mas naquele dia não se soube nada. Nem se havia fotografias, nem no que teria acontecido a Robert Capa. Só ao fim da tarde do dia seguinte, chegou um motociclista com um pacote à sede da "LIFE ". Havia um nervosismo enorme. Havia que revelar rápido os filmes, imprimir as fotos e ir a correr com elas à censura para depois poderem seguir para a sede de "LIFE " em Nova York.
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Os filmes começam a ser revelados por um assistente (diz-se que seria o estagiário David Burnett, hoje um decano do fotojornalismo) que decide fechar a porta do laboratório enquanto a estufa secava os filmes. Passados minutos, o estagiário corre para Morris e diz-lhe apavorado que os filmes derreteram com o excessivo calor da estufa. Morris constata que três dos filmes estão esturricados mas que no quarto se conseguem salvar 12 fotografias, aquelas que hoje conhecemos.
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A cena é tão desagradável que Robert Capa nunca quis comentar com John G. Morris este acidente. Estas fotos ficaram para a História como testemunhos de um momento extraordinário. Há outras fotografias de outros fotógrafos de agência e mesmo da "LIFE ", fotografias tecnicamente perfeitas e que até mostram bem todo o aparato militar mas que não têm a emoção nem o sentido da história das de Capa.
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expresso.pt/as-fotografias-miticas-de-robert-capa-no-dia-d
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Mostra com fotos da ''Paris sob o nazismo'' gera polêmica
A exposição, que reúne 250 fotos e é apresentada como ''uma visão da vida parisiense durante a ocupação alemã'', não mostra os aspectos dramáticos desse período, como as longas filas de espera em frente às lojas de alimentação ou a perseguição e deportação de judeus.
Revista dos países ocupados
As fotos, coloridas, o que era raríssimo na época, foram realizadas pelo fotógrafo francês André Zucca, que trabalhava para a revista de propaganda nazista Signal.
Zucca, correspondente de guerra para o jornal France Soir e a Paris Match, foi ''requisitado'' pelos alemães em 1941 para trabalhar na ''Signal'', revista bimestral divulgada em todos os países ocupados pela Alemanha.
O fotógrafo conseguiu obter filmes a cores justamente pelo fato de trabalhar para uma publicação nazista. As fotos de André Zucca são as únicas em cores tiradas em Paris nesse período da ocupação alemã na França.
''A ausência de precauções, sobretudo em relação à campanha de divulgação da exposição puderam criar incompreensões. Mas tirá-la de cartaz traria problemas porque a mostra tem virtudes pedagógicas em relação a uma outra realidade da ocupação alemã'', afirmou o prefeito.
''Enquanto alguns viviam muito bem, outros sofriam'', disse Delanoë. A prefeitura reconhece que os cartazes poderiam ter tido algum tipo de explicação para informar melhor aos parisienses o contexto em que as fotos foram tiradas.
Manipulação
O secretário municipal de Cultura, Christophe Girard, denunciou uma ''manipulação por trás das belas imagens'' e pediu o encerramento da exposição. O prefeito Delanoë pediu que debates sobre a ocupação alemã e sobre a exposição sejam organizados com historiadores durante o evento.
Durante a Segunda Guerra, 76 mil judeus na França foram deportados para campos de concentração, sendo 11 mil deles crianças.
A exposição na Biblioteca Histórica de Paris fica em cartaz até o dia primeiro de julho. Veja abaixo algumas das fotos expostas:
Praça da Concórdia
Rua do centro parisiense
Garotas no Jardim de Luxemburgo
Cine Lux Bastille e a estação de metrô da Bastilha
Fonte: BBC Brasil
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in Vermelho - 26 DE ABRIL DE 2008 - 12h05
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