Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

quarta-feira, 31 de março de 2010

El poeta a su amada (César Vallejo) - Paco Ibañez


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Poema de César Vallejo (Santiago de Chuco, 16 de marzo de 1892 - París, 15 de abril de 1938) interpretado por Paco Ibañez (Valencia, 20 de noviembre de 1934) de su Album "Por una canción" (1990).
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César Vallejo


El poeta a su amada

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Amada, en esta noche tú te has crucificado
sobre los dos maderos curvados de mi beso;
y tu pena me ha dicho que Jesús ha llorado,
y que hay un viernes santo más dulce que ese beso.

En esta noche clara que tanto me has mirado,
la Muerte ha estado alegre y ha cantado en su hueso.
En esta noche de setiembre se ha oficiado
mi segunda caída y el más humano beso.

Amada, moriremos los dos juntos, muy juntos;
se irá secando a pausas nuestra excelsa amargura;
y habrán tocado a sombra nuestros labios difuntos.

Y ya no habrá reproches en tus ojos benditos;
ni volveré a ofenderte. Y en una sepultura
los dos nos dormiremos, como dos hermanitos.




Poemas de César Vallejo



Poemas del Alma


Poemas del Alma

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terça-feira, 30 de março de 2010

A Casa da Luz Vermelha, se Mostra

A Casa se Mostra Horário: Segunda a sexta-feira das 10h às 20h, Sábado das 1 | Local: A Casa da Luz Vermelha Endereço: SCES Trecho 02 Conjunto 31 – ASBAC
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[ampliar=sim]ImagemGaleria especializada em fotografia de arte, A Casa da Luz Vermelha  abre exposição com obras do acervo em homenagem aos 50 anos de Brasília

Em momento efervescente da arte fotográfica brasileira, A Casa da Luz Vermelha, primeira galeria especializada em fotografia de arte no Centro-Oeste, abre no dia 30 de março, às 19h, a exposição A Casa se Mostra, com obras de 18 fotógrafos que fazem parte do acervo permanente. Com curadoria da especialista Rosely Nakagawa, os trabalhos reunidos nesta coletiva apresentam um dos mais ricos panoramas da fotografia de arte brasileira, com obras documentais e poéticas, produzidas desde os anos 1950 até hoje.

Estão reunidos neste acervo fotógrafos reconhecidos e atuantes na cidade de Brasília, acompanhados de grandes nomes da fotografia brasileira de outras capitais. São eles: Arthur Monteiro, Beto Barata, Camillo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, Dudu Schnaider, Isabela Lyrio, João Paulo Barbosa, Jorge Diehl, Kazuo Okubo, Monique Renne, Olivier Böels, Patrick Grosner, Thomaz Farkas, Tiago Santana, Walter Firmo e Zuleika de Souza.

“A seleção dos trabalhos que fazem parte desta exposição busca a representação da diversidade de olhares e de uma nova visão da cidade de Brasília, que comemora seus 50 anos”, explica Rosely Nakagawa.

“Nosso projeto é ampliar a visibilidade das obras desses profissionais. Eu me sinto orgulhoso em ter oportunidade de mostrar o trabalho de grandes talentos da fotografia local e nacional”, revela Kazuo Okubo, que é fotógrafo e proprietário d’A Casa da Luz Vermelha. A exposição A Casa se Mostra é composta por 36 fotos de 18 fotógrafos. Na abertura da exposição será lançado o catálogo com todas as obras do acervo da galeria, que agora conta com a participação de 31 fotógrafos.

Cenário

A fotografia contemporânea brasileira tem conquistado um espaço cada vez maior no país e fora dele. Fotógrafos brasileiros são premiados e editados em revistas especializadas. Nos mais tradicionais eventos culturais, como a Bienal de Veneza ou nas galerias particulares de arte contemporânea da Europa, Estados Unidos e América Latina, as mais diversas tendências da fotografia brasileira estão representadas.

Nos últimos anos, as mostras de fotografia de arte tem ocupado mais da metade da programação das galerias e museus do país. As edições de livros de fotografia cresceram em número e qualidade. As grandes coleções, particulares e de instituições como o MASP, o MAM e a Pinacoteca do Estado, começaram discretamente nos anos 1970 e são hoje importantíssimas.

A fotografia de arte está cada vez mais presente em nossas vidas, nossas casas e ambientes de trabalho. Os colecionadores estão aproveitando este momento riquíssimo de novos nomes que surgem no mercado para ampliar seus acervos. É uma boa oportunidade para os amantes das artes e curiosos começarem também suas coleções. 
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http://cerradomix.maiscomunidade.com/evento/exposicoes/2471/A-CASA-SE-MOSTRA.pnhtml
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Octavio Cardoso fala sobre o seu processo criativo



Diário do Pará - Domingo, 28/03/2010, 08:51h

Octavio Cardoso fala sobre o seu processo criativo


O dia-a-dia foi me levando para a cor”, conta o fotógrafo paraense Octavio Cardoso. Ele nunca escondeu a predileção pelos tons de cinza. Pelo contrário: foi no P&B que construiu uma celebrada trajetória que já soma mais de duas décadas dedicadas à fotografia. E agora, passados todos esses anos, eis que o artista mergulha pela primeira vez no universo das cores em sua produção autoral e emerge cercado por um azul quase infinito.

A série “Lugares Imaginários”, composta por três fotos, deu a Octavio o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia na categoria Brasil Brasis. “Eu nunca havia usado a cor no meu trabalho pessoal, mas tem sido cada vez mais difícil trabalhar com P&B, em função da falta de tempo. Ter que ir atrás de filme, revelar, fazer cópia... Fui obrigado a encontrar um caminho diferente, e esse caminho foi trabalhar em digital, pela própria praticidade. Fui experimentando e cheguei até o colorido”, diz. “Só que, enquanto o P&B possibilita um tom mais subjetivo, menos documental à imagem, a cor diz muito, revela muito, é real demais”, pondera.

Segundo Octavio, a distorção da cor na própria câmera fotográfica foi a solução para fugir de tanta objetividade, embora ele acredite que transitar pela fotografia digital exige uma certa cautela, devivo ao perigo permanente de ser engolido por tantos recursos tecnológicos.

“A fotografia digital e colorida corre o risco de virar cartão postal, uma mera exibição de possibilidades tecnológicas, dado o excesso de programas de manipulação e complexidade das câmeras. Penso que os recursos técnicos têm de ser o meio, e não o fim do processo”, diz, enfático.

“Lugares Imaginários”, resultado da Bolsa de Pesquisa, Experimentação e Criação Artística concedida em 2009 pelo Instituto de Artes do Pará (IAP), nasceu de uma viagem pelos municípios de Santarém, São Geraldo do Araguaia e pela Ilha do Marajó. Octavio desplugou da rotina apressada de fotojornalista para encontrar no litoral do Estado o ritmo particular exigido pelo seu processo criativo.

“Preciso estar desligado da rotina para criar. Não posso estar preocupado com problemas como contas a pagar, por exemplo (risos). Eu não consigo imaginar a foto antes de fazê-la, e isso não é uma questão de concentração, mas de predisposição para que a fotografia aconteça. Por isso é que os meus trabalhos são, em sua maioria, fotografias de viagem. Se não existir uma sintonia com o ambiente, uma tranquilidade, não adianta”, conta.

E é exatamente isso: sintonia. Diante do conjunto de fotografias, a sensação é de que somos lentamente absorvidos pela paisagem anil. “Minhas imagens têm um certo silêncio, solidão, espaços vazios. É como se o homem estivesse perdido nessa paisagem, nesse lugar que não existe”, ele diz.

Para Mariano Klautau Filho, curador geral do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, o impacto pictórico da série foi o que mais chamou a atenção da comissão de seleção. “O artista integra um grupo seleto de fotógrafos que conseguem aliar sensibilidade e conhecimento técnico apurado”, avalia o curador. “Octavio cria aqui um mundo onírico, uma Amazônia inusitada, distante do padrão exótico que se costuma ver. São imagens de uma beleza realmente impressionante, a partir de cores construídas. Entramos com ele em outro universo, em uma viagem particular dentro desse ambiente”, finaliza.

O Prêmio Brasil Brasis destinou-se especialmente aos trabalhos de abordagem documental voltada ao cotidiano ou resultado de um projeto autoral de documentação.

SERVIÇO:

Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. Informações e programação completa em www.premiodiariodefotografia.

com.br. (Diário do Pará)
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domingo, 28 de março de 2010

Reportagens de 190 fotógrafos disputam prémio em Mora

   Cultura


sexta-feira, 19 de Março de 2010 | 12:04

   
Reportagens de 190 fotógrafos disputam prémio em Mora

Um total de 190 fotógrafos candidataram reportagens, que correspondem a mais de 5 500 fotografias, ao Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora, o que é encarado como «um grande sucesso» pela organização.
«Numa altura em que a reportagem fotográfica está quase a desaparecer dos órgãos de informação, é um grande sucesso haver 190 fotógrafos que decidem que é importante participar», realçou hoje à Agência Lusa Luís Vasconcelos, da Estação Imagem.
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O mesmo responsável atribuiu a elevada participação a «uma tomada de posição muito forte» dos fotojornalistas.
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Diário Digital / Lusa
 

sexta-feira, 26 de março de 2010

Conflitos inspiram mostra fotográfica no Museu de Artes e Ofícios

24/03/2010 23:49

BELO HORIZONTE [ ABN NEWS ] - Moradores de comunidades carentes e com altos índices de criminalidade, como a Pedreira Prado Lopes, o Taquaril, Morro das Pedras, Veneza e Vila Cemig, estão entre os autores das fotos que compõem a mostra “Reflito o Conflito”, aberta na noite desta terça-feira (23), no Museu de Artes e Ofícios (MAO). A iniciativa é fruto da parceria do programa Mediação de Conflitos da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) com o grupo Coletivo Agnitio e tem como finalidade provocar reflexões sobre o tema “conflito”.

Ao todo são 24 imagens no formato 95cm x 65cm, afixadas em 12 totens pretos e emolduradas com vidro. Elas foram produzidas durante oficinas com os moradores das áreas de alto índice de criminalidade e também do Conjunto Felicidade, Rosaneves e Jardim Metropolitano. De acordo com a coordenadora do programa, Sandra Mara de Araújo Rodrigues, além de proporcionar a capacitação técnica, os encontros viabilizaram também a troca de informações entre os participantes sobre os principais problemas locais.

“A importância do projeto está no fato de que cada comunidade pôde construir um novo olhar sobre si mesma e, a partir dele, articular fatores de proteção. Sob a perspectiva de quem vivencia diretamente os embates, as fotografias propõem a reflexão e a ação para mediar desavenças grandes ou pequenas que surgem no dia a dia”, explica Sandra.

A mostra nasceu como uma resposta às demandas trazidas pelas comunidades. O projeto teve início no ano passado com um seminário de abertura, que teve como sequência as oficinas, realizadas de novembro a fevereiro deste ano. As aulas foram ministradas pelos fotógrafos do grupo Coletivo Agnitio, formado por Henrique Teixeira e Marilene Ribeiro, tendo como convidados ainda os profissionais Daniel Gouveia e Luiza Viana.

Dois eixos

O grupo é parceiro da Seds desde 2006 e tem como foco central de suas oficinas a questão do desenvolvimento das identidades dos participantes. Graduado pela Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Henrique Teixeira relata que a metodologia utilizada se apóia em uma abordagem que articula dois eixos: o estético, que trabalha o olhar fotográfico, e o antropológico, que ressalta a inserção dos participantes em um contexto cultural.

Cerca de 65 pessoas das oito comunidades participaram do projeto. Segundo Sandra Rodrigues, foram escolhidos moradores que já tinham alguma relação com o programa Mediação de Conflitos. Em cada localidade, pode-se observar um perfil diferente das turmas, no que diz respeito ao gênero e à idade. A moradora da Pedreira Prado Lopes, Valéria Borges Ferreira, de 45 anos, foi uma das alunas da oficina. Ela considera que a grande contribuição do projeto consistiu no despertar de um espírito de comunidade e do desejo de transformação. “Fotografo a Pedreira desde que me entendo por gente. Sempre quis fazer um curso de fotografia, mas nunca tive dinheiro”, conta.

O líder comunitário do Taquaril e cantor de rapp Wilson Wagner Brandão Ribas, de 29 anos, mais conhecido como W2, também avalia positivamente a experiência. Além de proporcionar o aprendizado do manuseio de uma câmera digital, a oficina foi um espaço de troca de ideias sobre os conflitos. A partir das aulas, ele conta que percebeu que uma fotografia, se bem tirada, pode traduzir mais do que palavras e servir de instrumento de reivindicação. “A fotografia poderá auxiliar até na divulgação de grupos culturais do Taquaril”, completa.

Dinâmica

Em cada localidade foram realizados, em média, oito encontros. Durante as aulas os integrantes trabalharam com a sensibilização estética, a vivência técnica e na confecção de um ensaio fotográfico autoral. Depois de discutirem sobre a arte fotográfica e os problemas das comunidades, os participantes escolheram um tema e saíram a campo para fotografá-lo. Valéria Ferreira, por exemplo, teve como foco do seu ensaio os becos da Pedreira Prado Lopes. Ela conta que a escolha se deveu ao fato de se tratarem dos espaços mais problemáticos do aglomerado, devido à ocupação pelo tráfico. “Quando tirei as fotos comecei a ver os meninos com outro olhar, enxergando um lado que não via antes”, afirma a moradora.

A partir de ensaios como o de Valéria, cada comunidade produziu cerca de 1.500 imagens. Todas foram exibidas e discutidas pelos participantes e facilitadores das oficinas, em sessões que duraram, em média, cinco horas. A publicação na internet das 50 fotografias previamente selecionadas possibilitou a escolha de quatro imagens por comunidade e que, após serem impressas, passaram a compor a mostra “Reflito o Conflito”. Todos os participantes têm a chance de mostrar seus trabalhos, no entanto, por meio de apresentação digital.

O rapper W2 destaca que se sente satisfeito com a produção final, pois acredita ter conseguido transmitir o seu olhar sobre os conflitos do Taquaril, em especial na questão da rádio comunitária. Valéria Ferreira também não esconde a alegria frente ao resultado das oficinas. “Tenho fotos da Pedreira desde 1970. Eu sempre sento na rua com os meus álbuns e todo mundo da comunidade vem ver. Sair daqui e ir para o centro, porém foi uma gratificação enorme. Eu não sei se minha fotografia será exposta porque houve uma eleição, mas tenho um orgulho enorme por quem quer que seja”, conta.

A exposição é itinerante e poderá ser vista até o dia 7 de maio em espaços culturais de Belo Horizonte e Ribeirão das Neves. Segundo a coordenadora do programa Mediação de Conflitos, Sandra Rodrigues, foram escolhidos locais centrais, como o Museu de Artes e Ofícios e o Museu Abílio Barreto. A intenção é facilitar o acesso dos participantes e do restante dos moradores das comunidades, além de chamar a atenção da população em geral e propor a reflexão.

Bem avaliada pelos realizadores e pelos participantes, a iniciativa também será realizada no interior de Minas Gerais. Em abril, Governador Valadares sediará a próxima edição do projeto.

Serviço:

Exposição fotográfica “Reflito o Conflito”

Museu de Artes e Ofícios – 23.03 a 26.03

Museu Histórico Abílio Barreto – 06.04 a 09.04

Mercado da Lagoinha – 13.04 a 16.04

Centro Cultural Alto Vera Cruz – 20.04 a 24.04

Arquivo Público Nonô Carlos (Ribeirão das Neves) – 27.04 a 30.04

Salão da Igreja Nossa Senhora das Vitórias (Ribeirão das Neves) – 04.05 a 07.05

quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Exposição fotográfica retrata o ruralismo e cultura regional

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22/03/2010 - 16h29 (Redação Agoravale)
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Inicia nesta semana a exposição fotográfica da artista Célia Soldi que tem como tema o “Resgate Cultural do Tropeirismo do Vale do Paraíba”. Com o objetivo de retratar as riquezas naturais do Vale, a exposição terá fotografias de equinos, muares e motivos rurais.
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Para quem quiser apreciar, a exposição estará aberta ao público das 8h às 12h e das 14h às 18h, entre os dias 23 e 31 de março no Espaço Cultural Georgina de Albuquerque, da Câmara de Taubaté.
A especialização em retratar os equinos surgiu há seis anos, com uma visita em uma hípica da região. “Tenho verdadeira paixão pelos cavalos e tento representar isso em meu trabalho”, diz Célia Soldi, que já realizou exposições em diversas cidades do estado.
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A fotógrafa, com 54 anos, diz que é movida pelo desafio e também tem em seu currículo fotos de casamentos, aniversários e eventos sociais.
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Comunicação Científica Festa de Silveiras: retrato da cultura tropeira

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Dessa movimentação de tropeiros pelas terras do Vale do Paraíba, .... Essa é uma das formas de resgatar a cultura do tropeiro juntamente com a sua história. ...
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Caminho das Tropas: A Importância da preservação histórica e ...

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de CB de Freitas Carpegeani - 2009 - Artigos relacionados
Das várias rotas de tropeiros no Vale do Paraíba, a mais conhecida é a atual SP – 068, ...... Existem ações voltadas ao resgate histórico e cultural. ..
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Nossa Senhora Aparecida e a religiosidade do Vale do Paraíba ...

Curiosamente no Vale do Paraíba existem vários registros de santos ou objetos de devoção ... de uma imagem que teria sido encontrada por tropeiros há séculos) há a Santa Perna, ... História da cultura, História do Brasil Tags: Catolici
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ValeParaibano

Resgate Cultural

Mostra no Sesc de São José explora cotidiano no mercado

Exposição apresenta como eram as relações nos antigos centros comerciais da região

Centro
As relações comerciais e seus desdobramentos afetivos e sociais são tema da mostra 'Valores do Vale, o mercado como espaço de preservação da memória', que pode ser visitado até o final de dezembro no Sesc (Serviço Social do Comércio), localizado na zona central de São José.
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A mostra apresenta um resumo do que foram as transações comerciais no Vale do Paraíba.
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Logo após os mascates de porta-em-porta e tropeiros viajantes, as relações comerciais se firmaram nos mercados regionais. Mas hoje elas perdem espaço para a geração 'shopping center'.
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De acordo com a animadora sócio cultural Paula Zanni, 56 anos, o objetivo é mostrar as relações sociais estabelecidas por meio do comércio.
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"O mercado era ponto de encontro para saber das novidades. Relações humanas e profundas eram vivenciadas diariamente por meio da confiança. A mostra resgata o tempo em que a palavra era documento."
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Segundo ela, a mostra apresenta um modo de viver simples e duradouro, de troca de receitas, notícias e até romances que ainda estão presentes nos balcões dos mercados regionais.
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A exposição apresenta 13 painéis com fotos do fotógrafo Jarbas Moura de Rosa em mercados das cidades de São José, Jambeiro, Caçapava, São Luís do Paraitinga, Redenção da Serra e Campos do Jordão, além de textos da folclorista Angela Savastano.
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CENÁRIO - Um cenário materializa a idéia da mostra. Uma minimercearia foi montada para dar ao visitante a impresssão de que ele viajou ao passado. No balcão há produtos como arroz, feijão, farinha de milho e mandioca. Além de objetos típicos do mercado, como bules, cabos de enxada e cestos artesanais.
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Ao passar em frente ao Sesc, o supervisor de calderaria Paulo Rubens de Brito, 33 anos, não resistiu e entrou.
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Morador do Galo Branco, ele afirmou não visitar exposições, mas que a montagem da mostra lhe chamou a atenção. "Parece que estou no meio de um mercado no nordeste. Em São José, essas coisas a gente não vê mais. As relações de humildade e confiança não existem no comércio local."
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Natural do Piauí, Brito se alegrou em poder mostrar ao seu filho Pietro Leandro de Souza Brito, de 9 anos, as relações comerciais que vivenciou em sua infância.
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Fotos: Alex Brito
FRASE

O mercado era o ponto de encontro para saber das novidades. Relações humanas e profundas eram vivenciadas diariamente por meio da confiança. A mostra resgata o tempo em que a palavra era documento"

Da animadora sócio cultural Paula Zanni, 56 anos


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My Sweet Gypsy Rose - Tony Orlando


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pictures of roses and music by Tony Orlando
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22/Mar 18:47
E diz:
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Boa noite!
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segunda-feira, 22 de março de 2010

Nuit et Brouillard - Jean Ferrat


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Pour ne pas oublier le passé et ne pas le revivre dans le futur.
Mise en garde: Certaines images peuvent choquées un public sensible

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Nuit Et Brouillard lyrics
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Paroles et musique : Jean Ferrat
1
Ils étaient vingt et cent, ils étaient des milliers
Nus et maigres tremblants, dans ces wagons plombés
Qui déchiraient la nuit de leurs ongles battants
Ils étaient des milliers, ils étaient vingt et cent.
Ils se croy
aient des hommes, n'étaient plus que des nombres
Depuis longtemps leurs dés avaient été jetés
Dès que la main retombe il ne reste qu'une ombre
Ils ne devaient jamais plus revoir l'été.
2
La fuite monotone et sans hâte du temps
Survivre encore un jour,
 une heure obstinément
Combien de tours de roues, d'arrêts et de départs
Qui n'en finissent pas de distiller l'espoir
Ils s'appelaient Jean-Pierre, Natacha ou Samuel
Certains priaient Jésus, Jéhovah ou Vichnou
D'autres ne priaient pas mais qu'importe 
le ciel
Ils voulaient simplement ne plus vivre à genoux.
3
Ils n'arrivaient pas tous à la fin du voyage
Ceux qui sont revenus peuvent-ils être heureux ?
Ils essaient d'oublier, étonnés qu'à leur âge
Les veines de leurs bras soient devenues si bleues
Les Allemands guettaient du haut des miradors
La lune se taisait comme vous vous taisiez
En regardant au loin, en regardant dehors
Votre chair était tendre à leurs chiens policiers.
4
On me dit à présent, que ces mots n'ont plus cours
Qu'il vaut mieux
 ne chanter que des chansons d'amour
Que le sang sèche vite en entrant dans l'histoire
Et qu'il ne sert à rien de prendre une guitare
Mais qui donc est de taille à pouvoir m'arrêter
L'ombre s'est faite humaine aujourd'hui c'est l'été
Je twisterais les
 mots s'il fallait les twister
Pour qu'un jour les enfants sachent qui vous étiez.
Vous étiez vingt et cent, vous étiez des milliers
Nus et maigres tremblants, dans ces wagons plombés
Qui déchiriez la nuit de vos ongles battants
Vous étiez des milli
ers, vous étiez vingt et cent.


http://www.elyrics.net/read/j/jean-ferrat-lyrics/nuit-et-brouillard-lyrics.html.

Robert Doisneau e «La Vie Ouvrière»

Photos-vintage : vente en ligne

 

Intérieur d'usine en U.R.S.S. par DOISNEAU : Photos-vintage-Photographes.


pour la "Vie Ouvrière"
G004 : Robert DOISNEAU, Photographe (1912-1994)
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Timbre humide rouge de Montrouge et mention manuscrite U.R.S.S. Sept. 1967
Tirage argentique d'époque
Format 24 x 17,5 cm
Biblio : Peter Hamilton : Robert Doisneau. La vie d'un photographe. Paris, Hoëbecke, 1996
Pour "la Vie Ouvrière : Cinquante ans de réalisations soviétiques" 1967. Reportage dont Robert DOISNEAU ne ramena qu'une trentaine de bonnes photos compte tenu des difficultés administratives rencontrées sur place.
Prix : 600,00 €
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Ver também:
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[PDF]

ROBERT DOISNEAU

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HENRI CARTIER BRESSON EL FOTOGRAFO


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VIDEO DE EL MAESTRO HENRI CARTIE BRESSON CON MUSICA DE ST.GERMAIN
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Henri Cartier Bresson


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dakiidalii


Robert Doisneau - A Selection


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I discovered Robert Doisneau at Photography class. He is one the most famous French photographers. He enjoyed making images of people in everyday situations, in and around Paris. Here is a small selection of a series he took at a school in Paris in 1956. Most of these boys would be over 60 years old now! Find out more at
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http://www.robertdoisneau.com
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Doisneau, um olhar terno para o mundo


Autor da imagem mais reproduzida do pós-guerra fez da foto ofício poético

21 de março de 2010 | 0h 00
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Antonio Gonçalves Filho - O Estadao de S.Paulo
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O beijo na calçada (Le Baiser du trottoir), por Robert Doisneau
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A foto de Robert Doisneau acima, que mostra um casal se beijando há 60 anos em frente ao Hôtel de Ville, em Paris, é carregada de nostalgia e de um olhar terno, características que marcaram o estilo do fotógrafo. Por ironia, Doisneau não foi treinado para desenvolver esse olhar subjetivo, mas registrar máquinas de forma objetiva - ele iniciou sua carreira como funcionário da Renault, fotografando carros. No entanto, seu famoso beijo, que já vendeu quase 500 mil cópias - recorde mundial de exemplares tirados de uma imagem original - é uma prova de que o trabalho jornalístico pode ser sinônimo do artístico e incorporar detalhes de uma história pessoal, como no ensaio sobre o comportamento dos jovens parisienses encomendado pela revista americana Life em 1950 e que resultou no beijo.
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Durante muito tempo circulou a versão de que os personagens dessa reportagem formassem um casal chamado Jean e Denise Lavergne - finalmente desmascarados como dois impostores quando surgiram os verdadeiros nomes dos protagonistas da história, Françoise Bornet e Jacques Cateaud. A história é fascinante: sentado num bar, Doisneau contemplava a paisagem em busca de inspiração quando topou com o casal. Ele, então, abordou os dois e descobriu que eram atores amadores, propondo em seguida que posassem para a legendária foto. A identidade do casal foi descoberta por meio de um número, 21.039, que identificava a foto do beijo nos arquivos do fotógrafo e foi presenteada pelo próprio Doisneau à linda Françoise Bornet. Um belo presente para o casal mais famoso da história da fotografia: o exemplar original valia há algum tempo mais de 20 mil euros.
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A carreira de Doisneau não perseguiu, porém, a meta publicitária hoje comum entre profissionais do ramo. Talvez seja por isso que não se encontra facilmente uma imagem contemporânea capaz de provocar tanto encanto e emoção quanto seus flagrantes de personagens anônimos em situações engraçadas, como o dos dois irmãos gêmeos que fazem acrobacias numa rua de Paris, em 1934, observados por outros dois garotos também vestidos com roupas absolutamente idênticas. Também por ela Doisneau já foi definido como um mestre intuitivo do absurdo e do incomum. Ele costumava dizer que a vida não era alegre e, justamente por esse motivo, o humor surge como uma espécie de refúgio "no qual a emoção que sentimos é aprisionado".
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Sonho americano. Lazer em Palm Springs (EUA) 1960
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O senso ético de Doisneau é outro aspecto de sua personalidade difícil de ignorar. Em maio de 1936, quando foi eleita a Frente Popular, que levou à criação de um governo de esquerda liderado por Léon Blum, Doisneau recusou-se a fotografar os operários da greve para protegê-los de possíveis represálias dos patrões. Esse é o lado menos conhecido de sua história. Frequentemente, ele é lembrado como fotógrafo de moda de revistas como Vogue, que o contratou em 1949, um ano antes da foto do beijo, mas Doisneau gostava mesmo era de registrar o homem da ruas. Impressiona a série de fotografias feitas na ex-União Soviética em 1968 para La Vie Ouvrière (A Vida Operária). Jean-François Chevrier fala do desejo de Doisneau de "fixar aquilo que está em vias de desaparecer e deixar a lembrança do pequeno mundo que conheceu".
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Um olhar retrospectivo para essa história confirma as palavras do escritor, associando seu nome aos dos grandes humanistas da fotografia, especialmente o pioneiro Eugène Atget, que fotografava anônimos nas ruas parisienses no início do século passado, e Henri Cartier-Bresson (1908-2004), de quem se tornou amigo. Eram tão companheiros que, na cerimônia fúnebre de Doisneau, em 1994, Cartier-Bresson atirou ao túmulo do amigo a metade de uma maçã, comendo a outra metade, num gesto simbólico de fraternidade eterna.
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Ao contrário de Cartier-Bresson, que perseguia um ideal estético ligado à tradição pictórica, compondo suas fotos como quem pinta um quadro, Doisneau não parecia tão interessado no enquadramento como nos personagens das cenas que retratava. Não que ele desprezasse o rigor formal do amigo. Ao contrário. O fotógrafo conviveu com grandes personalidades do mundo intelectual francês como o poeta Jacques Prévert (é dele sua melhor foto, sentado ao lado do cão num parque parisiense em 1955), o cineasta Jacques Tati e o pintor Picasso. Mas foi com o amigo Robert Giraud que seu imaginário se desenvolveu, quando o reencontrou e este o conduziu como um Caronte pelo mundo dos humilhados e ofendidos da rua Mouffetard no começo dos anos 1950 - é dessa fase a foto do acordeonista cego (1951) na esquina, solitário e ignorado pelos passantes.
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Por tudo isso é compreensível que se recorde Doisneau em preto-e-branco, surpreendendo, portanto, a exposição de suas fotos em cores na Galeria Claude Bernard, em Paris. Nessa sua breve passagem pelos EUA há 50 anos, Doisneau, que detestava viajar, topou com o artificialismo de Palm Springs, mas também com figuras que os cineastas na nouvelle-vague francesa chamavam de gênios, entre elas o comediante Jerry Lewis, que fotografou durante uma filmagem. Lewis sempre foi a autocrítica bem-humorada da América que sonha as cores publicitárias da foto maior ao lado. O olho treinado de Doisneau logo percebeu que estava diante de um ícone - e o melhor que se tem a fazer diante dele é prestar reverência. Foi justamente o que fez.
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2 Leonardo Amaro Rodrigues
21 de março de 2010 | 20h 49
Muita história fotografias incriveis . a vida e a obra de um mestre !
assim como Henri Cartier Bresson . um grande artista !
ótima matéria merecemos mais livros dos grande homens da fografia editados aqui no Brasil ! é uma vergonha não temos quase nada ... um abraço a todos
1 Luiz Carlos de Melo Filho
21 de março de 2010 | 16h 18
O que falar de Doisneau?Muitos falam do momento decisivo de Bresson, mas Doisneau era genial ao associar sensibilidade, oportunismo e intuição ao seus inúmeros "momentos decisivos". Pra mim, o maior.
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