Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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domingo, 16 de agosto de 2026

Estatuária (25) Zeca Afonso por Ricardo Costa

 


16 de agosto de 2024

Foto victor nogueira - Zeca Afonso em Setúbal, na Praia (fluvial) da Saúde.  (2024 04 27 IMG_4574) À esquerda a pedra assinala o galardão ao Estuário do Rio Sado como membro do "Clube das mais belas baías do Mundo". Á direita, o memorial a José Afonso, da autoria de Ricardo Costa, inaugurado em 2024 01 06, enquadrando-se no programa municipal comemorativo do 50º aniversário do 25 de Abril.

terça-feira, 29 de março de 2022

Fotos de capa em março 29

 * Victor Nogueira


F2022 03 29 - foto victor nogueira - Coimbra - Painel azulejar evocativo de José Afonso (2000)

«Nesta casa viveu o trovador da Liberdade, José Afonso (o Zeca) // Em cada esquiina um amigo / Em cada rosto igualdade / O Povo é quem mais ordena / Dentro de ti, ó cidade» (Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril 1987) -autor do retrato - J M Duarte


Grândola Vila Morena, por José Afonso


2021 03 29 foto victor nogueira - luz e sombras ao amanhecer


2020 03 29 Foto Victor Nogueira - Sé de Braga - 1998.06.07  (rolo 349) -

Na Idade Média muitas das Sés estavam cercadas de ruelas estreitas. Ao longo do tempo foi-se defrontando o espaço em torno delas, designadamente na frontaria, como sucedeu no Porto. Mas aqui em Braga não há defronte da Sé qualquer adro mas uma rectilínea rua.
~~~~~~~~~~~~~~~~~
À confusão da cidade moderna, o sossego do centro histórico merece referência. O que deveria ser talvez designada por Rua Direita dá origem às ruas D. Diogo de Sousa e do Souto, ligando respectivamente o Campo das Hortas (e Arco da Porta Nova) ao Largo do Barão de S. Martinho (Café a Brasileira) e à Praça Central. Paralela, uma rua mais pequena, de D. Paio Mendes, no topo da qual se encontra a Sé, como que “encravada” nos edifícios. Fundada pelo Conde D. Henrique e anterior à fundação de Portugal, foi embelezada por sucessivos arcebispos que nela também queriam deixar marca e memória, numa simbiose de vários estilos, desde o românico ao gótico passando pelo barroco. 

Contudo nem sempre os resultados  terão sido os melhores: o actual claustro é pobre, o frontal do altar mor, em pedra de anção, com delicadas e expressivas figuras, é apenas uma parte do primitivo que se perdeu, os túmulos dos fundadores do condado portucalense foram desalojados para que o sítio albergasse a nobre capela mortuária dum  bispo. Também o claustro não tem grandeza, substituindo o primitivo românico, e nele se encontram várias capelas tumulares, entre as quais as de D. Teresa e D. Henrique. Aliás são de referir pela sua beleza os túmulos do Príncipe D. Afonso (gótico-flamengo), do conde D. Henrique (sec. XVI), do Bispo D. Gonçalo Pereira (séc.XIV). Por um pátio exterior acede-se à chamada capela de S. Geraldo, sob cuja arca tumular se encontra o corpo incorrupto do bispo homónimo.

O recheio do museu de arte sacra anexo é exemplificativo do luxo e sumptuosidade que cercavam a maioria dos bispos bracarenses, contrastando com a pobreza doutros bispados como os de Castelo Branco ou da Guarda.  (NOTAS DE VIAGENS - 1998.06.03)


2019 03 29 auto-retrato em 2019.03.29

2019 03 29 foto victor nogueira - o Bairro do Troino, em Setúbal, visto do Outeiro da Saúde. À esquerda a Igreja da Anunciada e ao fundo o Forte de S. Filipe, na Serra da Arrábida

2017 03 29 foto victor nogueira - Oeiras - Quinta da Junção do Bem - moinho de vento, americano


2016 03 29 foto victor nogueira - Setúbal - põr do sol com o Estuário do Sado e a Serra da Arrábida


2014 03 29 foto victor nogueira - o rui e as suas magias (com  fato e a gravata do pai) - [...] 


1.
Os livros e as pessoas
Dizem que os livros são os nossos melhores e maiores amigos.
Mas os livros não se sentam á nossa beira,
nem têm olhos, nem sorriem
nem nos abraçam,
nem connosco passeiam pela rua, pelo campo.
Nada podemos dar aos livros
senão as letras dos nossos pensamentos
ou um pouco de nós
para que chegue aos outros.
.
Os livros têm os olhos que nós temos.
E os seus lábios são os nossos lábios.
Porque se os livros tivessem olhos
e lábios e mãos e dedos
seriam talvez pessoas
mas nunca livros.
Victor Nogueira (1969, exilado, em évioraburgomedieval)


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Fotos de capa em fevereiro 24

 * Victor Nogueira


2022 02 24 Foto Victor Nogueira - Mindelo (Praia da Gafa) - 2003 08 - -O/A fotógrafo/a fotografa(n)do/a



* Victor Nogueira

É a guerra o monstro que ceifa a vida
Ruína as casas, viola a criança;
Velhos, novos, não fogem à matança,
No campo a seara é já perdida.

O fogo e a peste, em grande corrida,
Afastam do burgo a bela festança;
O mal, a vida e natureza alcança.
Só dos loucos pode ela ser querida.

Homens, mulheres, crianças, lutam
Por outro mundo novo construir;
Cantam rouxinóis, bem alto voam águias.

Na verde planura os cordeiros vivam;
Na festa, na eira, todos a bailar,
P'la paz lutando, sem demagogias.

Setúbal 1989 09 06

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Give Peace A Chance - John Lennon · Yoko Ono


2022 02 24 Foto de família - Maria Luísa (1926 - 2017) Figueira da Foz


2022 02 24 Foto Teresa CF - Mindelo (Praia da Gafa) -anos '80 do século XX

2021 02 24 foto victor nogueira - Setúbal (Bairro do Troino) - Para além da aldraba, de formato relativamente comum, o que me chamou a atenção foi a portinhola, que substitui um eventual postigo, que a porta não tem.


2019 02 24 - foto jj castro ferreira - Lili, Páscoa de 1978 ~  Para a Lili
Carta recebida/respondida
respondida/recebida
Assim, como bom menino
- que todos devemos ser -
Todo aperaltado:
o vinco das calças bem marcado,
bem "nodada" a velha e querida gravata,
o cabelo, sem brilhantina, bem penteadinho
- para a direita..
Um cheiro a Lavanda
... e a Pitralon.
Nas mãos
- lavadinhas –
um ramo de flores.
Tão amoroso!
o ramo ou o menino?
Braços que se abrem e se estreitam ...
Ffffchiúu! F£ffchiúúu
Feliz Aniversário, titi
Que este dia se repita por muitos
Muitos, muitos e loooooongos anos!
Évora, 24.FEVEREIRO.1969
Maria Luísa (Porto 1926 - Paço de Arcos 2017)


2020 02 24 foto de família - o regresso a Luanda, em Maio de 1974, após a "licença graciosa".

Completamente alheia ao terramoto que foi o 25 de Abril, a minha mãe regressou a Luanda.
Em 1966 vim para Portugal, prosseguir estudos universitários, num país que então já era para mim o "estrangeiro"
As minhas idas a Luanda a partir de 1967 acabavam em "tragédia" com o meu pai, contra a minha vontade, puxando a conversa para a política e eu lhe contrapunha que aquela era uma guerra perdida e que a independência de Angola era inevitável, quer com um regime multi-racial como o preconizado pelo MPLA, quer com um regime da minoria branca, como o de Ian Smith na Rodésia do Sul,
Se havia "censura" em Portugal, a partir de 1961 ela passou a ser férrea em Angola, até aí mais liberal, com a autêntica manipulação de que "Angola é nossa", mesmo influenciando quem até aí não era afecto a Salazar e defendia a independência de Angola face a Portugal.
A ironia é que o regresso tenha sido feito no transatlântico "Infante D. Henrique", da Companhia Colonial de Navegação (CCN), e que a tragédia tenha sido o chamado "retorno" a Portugal de centenas de milhares, brancos e negros, pouco depois, muitos dos quais nunca tinham estado em Portugal ou que de alma e coração, como o meu pai, se consideravam não portugueses, mas angolanos, que a long time ago haviam preconizado a independência de Angola multirracial, como defendia o MPLA.
A tragédia é que muitos brancos acabassem a defender a UNITA, um movimento racista e trIbalista, apoiado pela PIDE e pela a União Sul-Africana, a do "apartheid".
Porque em abono da verdade se diga, nem o Manuel nem a Maria Emília, alguma vez foram racistas ou defenderam o apartheid.


2020 02 24 foto jj castro ferreira - Luanda - o 'carocha' do meu tio Zé João - - 1958 02 10


2017 02 24 foto JLCF ou MNS - em Luanda (1946.10.12), na rua Frederico Welwitsch, com a minha tia Maria Luísa, que hoje celebra 91 anos de idade


2016 02 24 foto de família - a minha tia Mª Luísa, nascida em 1926, que hoje faz 90 anos - em Luanda, em 1946, com o sobrinho recém-nascido


2013 02 24 Foto Victor Nogueira . Mértola

VER 

Mértola - na rota islâmica (3)



2013 02 24 Delacroix - A Liberdade guiando o Povo, na revolução de 1830, em França


2013 02 24 Bem, essa do jornal do Balsemão (um dos fundadores do ppd-psd proveniente da ala liberal de Marcelo Caetano, apeado pelo 25 de Abril), e da comunicação social dos patrões  falarem em grandolagem referindo-se ao facto de nas manifestações se entoar a "Grândola, Vila Morena" que foi a senha para o derrube do fascismo em 25 de Abril de 1974 É UMA PROVOCAÇÃO e só pode nascer de cérebros que o temem pois rima com "gandulagem" ou "gatunagem" ou "ladroagem",  cérebros que fogem do "povo que mais ordena dentro da cidade", que rima com Solidariedade, Igualdade, Fraternidade e Liberdade, não a deles, mas a de quem é por eles espoliado, explorado, esmifrado, roubado, sacaneado, enganado, humilhado, espezinhado,  e assassinado pelas troikas internas e externas e seus moços e moças de recados ! Por isso Balsemão e confrades tremem e temem quem ? Quem, como Povo de Trabalho, contra os Patrões, Marchar, Marchar ! 


Quadro de Helena Vieira da Silva - A Poesia está na Rua 
Vídeo escolar - Zeca Afonso e Grândola, Vila Morena 


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Fotos de capa em fevereiro 07

 * Victor Nogueira


2022 02 07 Foto victor nogueira - Lisboa, á beira Tejo e Oceanário (GEDC2045).


2020 02 07 Fotos victor nogueirsa fotos victor nogueira - Murais de Abril, Tríptico em Lisboa na Rua António Maria Cardoso (1978)



2020 02 07 foto de família - em Setúbal - 1980.04.05 (pormenor)


2020 02 07 auto-retrato

2020 02 07 Foto de família - o meu bisavô paterno, José de Castro, natural do Ribatejo e comerciante em Mora, também escrevia poesia. Aqui com uma das filhas, a minha tia-avó Esperança Luís. Os homens liam enquanto as mulheres faziam renda e bordavam!


2019 02 07 Foto victor nogueira - casas típicas das margens do Rio Sado


2018 02 07 foto victor nogueira - Setúbal - O "Francisco" na Doca da Pesca

Uma das 1ªas canções do Zeca Afonso que ouvi, em Luanda, nos idos de 1965 / 1966, no EP d'Os Vampiros.
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Música: José Afonso
Letra: popular (alentejana)
Incipit: Tenho barcos, tenho remos
Data: 1962
EP - 1965
Tenho barcos, tenho remos,
Tenho navios no mar;
Tenho o amor ali defronte
E não lhe posso chegar.
Tenho navios no mar, (bis)
Tenho o amor ali defronte
Não me posso consolar. (bis)
Já fui nau, já fui navio
Já fui chalupa, escaler;
Já fui moço, já sou homem,
Só me falta ter mulher.
Só me falta ter mulher, (bis)
Já fui moço, já sou homem
Já fui chalupa, escaler.

2014 02 07 Entre o ser e o nada
Calámos as palavras e prendemos os gestos, perante o nada que é a vida, breve instante, fósforo que brilha com maior ou menor intensidade, refulgente ou não, e logo se apaga. No vazio de ti, ausência eterna em que persistes enquanto de ti nos lembramos, resta uma paleta mesclada de sons e de cores, alegres ou na sombra, de cambiantes mil.
Sem resposta ficarão as perguntas que não foram feitas, a vida que não vivemos ao escolher este ou aquele destino nas múltiplas encruzilhadas. Restam a saudade e a imaginação, entre o nascer e o morrer, entre o tudo e o nada. Ah! Ao pôr o pé na estrada da vida, viandante, a resposta é só uma: “caminhante, caminhando se faz o caminho.” Não há outra saída entre o ser e o nada!
Foto Victor Nogueira - O homem da bicicleta no ígneo alvorecer

2013 02 07 Não esquecer - 16 FEVEREIRO


2013 02 07 Foto Victor Nogueira - Mindelo

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Fotos de capa em janeiro 10

 * Victor Nogueira 


2022 01 10 Foto victor nogueira - pôr-do-sol em setúbal (Foto em 2018.02.02 Canon 152-02)


2021 01 10 foto victor nogueira - Setúbal pôr do sol à beira-rio


2019 01 10 O CIRCO DA MINHA INFÂNCIA - 1. - Ah! O circo da minha infância, dos palhaços, sobretudo o "pobre", e das meninas contorcionistas (estive em menino apaixonado por duas delas, louras), dos/as trapezistas, com ou sem rede, e dos cavalos circundando o redondel. Hoje, hoje os circos são pobres, desfalcados, homens e mulheres de lantejoulas debotadas e dos sete-ofícios porque a crise é grande !
Mas naquele tempo eu queria seguir com o circo a percorrer o mundo. Ilusões, porque é dura a vida do circo, tanto mais quanto mais pobre ele for ! (2012.07.17)

VER

2020 01 10 foto victor nogueira - setúbal - Bosque do Centenário (da Implantação da República) (foto em 2017.10.01). Neste espaço verde em 2013 foi colocado um «Memorial comemorativo do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal» da autoria do escultor Hans Varela. Este Bosque foi objecto duma publicação em «O Bosque do Centenário, em Setúbal»

2020 01 10 Para quem duvida que o Puorto seja uma Naçom

2017 01 10 Desde a morte/funeral de Sá Carneiro em que este e o PPD-PSD/CDS, contra Abril, apoiavam o candidato Soares Carneiro contra Ramalho Eanes que se não se (ou)via o que hoje se repete. Ramalho Eanes venceu e Soares perdeu.
Nesse ano de 1980 o Secretário Geral do PS, Mário Soares, contrariando o seu Partido, "absteve-se" de apoiar o General Ramalho Eanes para a Presidência da República. Em 2006 Mário Soares apoiado pelo PS/Sócrates candidata-se contra Manuel Alegre, em trapalhada que facilitou a eleição de Cavaco Silva para PR.


2015 01 10 je suis pas catholique, je suis pas religieux, je n'aime pas l'intolerence et je suis d'accord avec la Revolution Française: "il n'y a pas de liberté pour les enemis de la lLberté", c'est à dire, pour les enemies de la Vie et de L'Hummanité
Je suis pas Charlie-Hebdo. Tous ces gents qui crient "je suis Charlie" ont dejá lu l'hebdomadaire et le connaissent d'avant ?
De josé afonso, "a formiga no carreiro"


A formiga no carreiro
Vinha em sentido contrário
Caiu ao Tejo
Ao pé dum septuagenário
Larpou trepou às tábuas
Que flutuavam nas àguas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Vinha em sentido diferente
Caiu à rua
No meio de toda a gente
Buliu buliu abriu as gâmbias
Para trepar às varandas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Andava a roda da vida
Caiu em cima
Duma espinhela caída
Furou furou à brava
Numa cova que ali estava
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro

2015 01 10 je suis CHARLIE BROWN que é um dos personagens da série Peanuts, criada por Charles Schulz. Os personagens principais, para além de Charlie e do cão filósofo snoopy, são Linus, Lucy, Schroeder, Patty Pimentinha, Marcie, Chiqueirinho, Sally Brown, Franklin Armstrong, Woodstock e Joe Cool, cada um com sua idiossincrasia.
Trata-se duma BD em que a maturidade de alguns personagens co-existe com a normalidade e "manias" de outros, num clima de optimismo, tolerância, respeito mútuo e espírito de aventura sem esquecer o sonho.



2015 01 10 je suis CHARLIE CHAPLIN, tb conhecido por Charlot, foi um realizador e actor cinematográfico, perseguido pelas suas ideias progressistas e pacifistas, contra a autoridade, a força bruta e o capitalismo. defensor da solidariedade e da tolerância. Foi uma das vítimas da anti-comunista "caça às bruxas" desencadeada por McCarthy

Um dos seus filmes paradigmáticos, para além de Tempos Modernos, foi o Grande Ditador (1940) contra o nazismo e o fascismo, cujo comovente discurso final pode ser visto aqui

Outro filme pacifista é Charlot nas Trincheiras (Shoulder Arms), de 1918



2015 01 10 Álbum Teorias sobre  evolução humana - cartoon


2014 01 10

2014 01 10 Sobre a realidade, boa, óptima, má, péssima ou assim assim das pessoas no facebook a que chamo inFaceLock e as consequentes (des)(ilusões) e (des)(encantos) ou (des)(encontros)
Isto é como na vida real e na vida real não damos a chave da nossa casa ao 1º que nos aparece ou dizemos onde a pode encontrar. Isto não é a mesa do café ou o recanto da nossa casa, à lareira ou à mesa da cozinha.
Isto é a Praça Pública, o Rossio da aldeia ou o terreiro do paço, o palco onde à vontade e longe da ribalta se podem representar todos os papéis e múltiplos personagens, desde que para tal se tenha engenho e arte, sobretudo para espectadores benévolos ou ingénuos. Esquecê-lo é meio caminho andado para que o trigo se misture com o joio e a cizânia. Mas a vida continua ! Não haja ilusões: aqui é como na vida real e não é por isso que nela não deixamos de existir, de sonhar e de lutar. Contra ventos e marés ! Em busca de novos rumos !



2014 01 10