* Gemini
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
sábado, 8 de agosto de 2026
Murais de solidariedade internacionalista (27)
sexta-feira, 6 de março de 2026
(02) 'Chile', um mural da Brigada Ramona Parra, contra o golpe fascista no Chile, em 1973
quinta-feira, 20 de julho de 2023
Paço de Arcos em fotos de capa (2023)
* Victor Nogueira
2023 07 20 Foto victor nogueira - Rua Fonte de Maio, em Paço de Arcos, troço da antiga Estrada de Paço de Arcos que ligava esta vila a Porto Salvo. A meio e à direita vislumbram-se as traseiras e a varanda da cozinha da vivenda onde habitava a minha tia avó Esperança, na Avenida Conde S. Januário.
domingo, 8 de agosto de 2021
Alcácer do Sal
* Victor Nogueira
O destino era Santa Susana, mas na ida e no regresso houve breve paragem e deambulação por Alcácer do Sal, modificada desde os idos de 1970 / 1980, quando a Celeste dava aulas no Monte da Arouca, uma enorme herdade de montado e arroz nas margens do Sado e a poucos quilómetros da então vila, mas de acessos difíceis. Não me lembrava do mercado, nem da fonte, nem do coreto. O velho cinema está degradado Ao longo do Rio Sado passeiam-se pessoas, há muitos automóveis estacionados e as esplanadas regurgitam de clientes. Mas para o interior da povoação poucas pessoas circulam pelas estreitas ruas, algumas dirigindo-se a este ou àquele contentor. No regresso, ao entardecer, o rio é um espelho, com tons de laranja e vermelho, enquanto o sol vai mergulhando no horizonte.
Á entrada da povoação, os muros que outrora estavam cobertos de grafitos políticos, ostentam agora um extenso mural de azulejos, que só poderia apreciar sem ser de relance se estacionasse. Contudo, na estreita e sinuosa Rua Comandante João Bico, um outro extenso mural, de autoria de Sergio Odeitth, tem como temas a faina orizícola, as cegonhas e a povoação, com a sua ponte ferroviária.
O regresso, já noite cerrada, é pela auto-estrada, onde já não apanho em certos e longos troços o pára-arranca da ida para Santa Susana, que me dizem ser habitual na época estival, aos fins de semana.
Igreja de Santiago e prédio na R. Dr. Acácio Alberto de Abreu Faria
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