Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Marc Riboud - Fotógrafo - Fotografia

Exposições
Marc Riboud - Fotógrafo - Fotografia

De 10/09 a 13/10 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: das 09h às 21h
Gratuito

Caixa Cultural Brasília
SBS, Quadra 4 - Lote 3, 4
Setor Bancário Sul
Fone: 3206- 6456/ 3206- 9448

Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição reúne 61 quadros do francês que influenciou muitos fotógrafos em todo o mundo. Em suas viagens, Riboud documentou imagens que marcaram a forma de representar o mundo durante o Século 20.
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Nas fotos, mostra claramente suas preocupações com as questões sociais com um olhar mais humano. 
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A mostra conta ainda com fotos realizadas durante a recente viagem do fotógrafo ao Brasil. Riboud esteve no país em 2009, passando pelas cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro 
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http://cidades.terra.com.br/bsb/exposicoes/0,7558,I:64822,00.html
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Marc Riboud - 50 anos de fotografia


"Images commandées ou photos buissonnières, depuis 50 ans Marc Riboud sillonne la planète comme un reporter, un voyageur, un promeneur qui aime prendre son temps. Les amateurs connaissent son goût pour la surprise, sa sympathie pour les êtres. Rétif à la violence, ses photos révèlent le plaisir de l’œil."


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Le musée de la Vie romantique présentera environ 110 photographies de Marc Riboud, dont une majorité de vintages noir et blanc inédits, notamment des variations inconnues d’images emblématiques (Le Peintre de la Tour Eiffel, 1953 ; La Jeune fille à la fleur, Washington, 1967).

Musée de la Vie romantique
Hôtel Scheffer-Renan
16 rue Chaptal - 75009 Paris
tél. : 01 55 31 95 67
fax. : 01 48 74 28 42
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Du 3 mars au 26 juillet 2009

Ouvert tous les jours, de 10h à 18h
sauf les lundis et jours fériés

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plus d'informations :
Musée de laVie-Romantique.paris.fr

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Ce site Marc Riboud et tout son contenu sont protégés par le code de la propriété intellectuelle et les lois internationales sur le droit d'auteur.
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O (meio) século XX de Marc Riboud



clicar nas imagens para ler
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18 Abril, 2009

Riboud

Marc Riboud, Peintre de la tour Eiffel, 1953, Paris
© Marc Riboud


O (meio) século XX de Marc Riboud
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Sérgio C. Andrade
(P2, Público, 18.04.2009)
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Em Novembro do ano passado, por entre a multidão de jornalistas e correspondentes que acompanharam a eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos, estava um velho senhor de cabelos brancos, 85 anos, que não quis deixar de registar o acontecimento com a sua câmara fotográfica, como o fizera inúmeras outras vezes, ao longo do último meio século, em diferentes partes do mundo. O fotógrafo em causa é o francês Marc Riboud (n. 1923), um nome fundamental da fotografia do século XX, nomeadamente através da sua ligação à agência Magnum, de Henri Cartier-Bresson e Robert Capa.
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Uma exposição retrospectiva da obra de Marc Riboud pode ser visitada em Paris, no Musée de la Vie Romantique, até 26 de Julho. Chama-se O Instinto do Instante - 50 Anos de Fotografia e traça, em mais de uma centena de imagens, o percurso aventuroso deste autor para quem a fotografia, "mais do que uma profissão, foi sempre uma paixão muito próxima da obsessão" (diz ele, na abertura do seu site em http://www.marcriboud.com/).
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No museu parisiense estão expostas inúmeras das fotografias mais conhecidas de Riboud (verdadeiros documentos históricos), muitas delas inéditas e outras em provas vintage. Entre elas encontram-se, claro, as do pintor da torre Eiffel - que, em 1953, valeram a Riboud a entrada para o "clube" restrito de Cartier-Bresson e Capa -, e as das duas jovens, empunhando uma flor perante os militares em Washington (1967) e levantando o punho, às costas de um manifestante, nas ruas de Paris (1968), que simbolizaram os importantes movimentos sociais e políticos que marcaram esse final da década de 60, nos dois lados do Atlântico.

Mas a câmara de Marc Riboud fotografou também, antes e depois destas datas, os principais protagonistas e os grandes acontecimentos políticos verificados na China e Índia (anos 50), a descolonização da Argélia e de outros países de África, ou ainda a Guerra do Vietname, ajudando assim a fazer o retrato da segunda metade do século XX.
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Ao lado destes registos mais históricos, a exposição dá ainda a ver a faceta mais pessoal e íntima da vida deste "homem honesto e corajoso, poeta tão interessado pelo homem como pela natureza, e com uma sensibilidade sempre vigilante e vibrante de ternura e de humor", diz a escritora Sophie Nauleau, no catálogo que acompanha a exposição.
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O Instinto do Instante - 50 Anos de Fotografia, de Marc Riboud
Musée de la Vie Romantique, Paris
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Até 26 de Julho