Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 21 de julho de 2023

Santuários 24 - Santa Luzia, em Viana do Castelo

 * Victor Nogueira



Foto a la minuta - No Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo, no ano de 1959: o meu avô António, a Maria Emília, o caçula Zé Luís e o tio Zé Barroso. Nesse ano a minha mãe viera a Portugal de "licença graciosa" e eu fora passar as Férias Grande a Pointe Noire, pela 2ª vez.


Foto Victor Nogueira - Viana do Castelo - Santuário de Santa Luzia (Rolo 166 30)

«O Santuário de Santa Luzia, também referido como Santuário do Monte de Santa Luzia, Basílica de Santa Luzia, Templo de Santa Luzia e Templo do Sagrado Coração de Jesus, localiza-se no alto do monte de Santa Luzia, na freguesia de Santa Maria Maior, na cidade, concelho e distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Um dos "ex libris"" da cidade, do seu sítio descortina-se uma vista ímpar da região, que concilia o mar, o rio Lima com o seu vale, e todo o complexo montanhoso envolvente, panorama considerado um dos melhores do mundo segundo a National Geographic.

A Basílica no alto do monte de Santa Luzia foi principiada em 1903, por iniciativa do padre António Martins Carneiro, com projeto do arquiteto Miguel Ventura Terra.

A última etapa da sua construção, sob a direção do arquiteto Miguel Nogueira Júnior a partir de 1925, é considerada como inspirada na Basílica de Sacré Cœur, em Paris. Os trabalhos de cantaria em granito são de responsabilidade do mestre canteiro, Emídio Pereira Lima.

Aberto ao culto em 1926, os trabalhos estenderam-se até 1943.

Desde 1923 o santuário é servido pelo Elevador de Santa Luzia.

O santuário compreende ainda o "Núcleo Museológico do Templo-Monumento de Santa Luzia", constituído por uma sala na parte inferior da basílica. O acervo é constituído por talha, imagens, azulejos,  e outros.»

(https://www.waymarking.com/waymarks/WMDDKY_Santurio_de_Santa_Luzia_Viana_do_Castelo_Portugal)


VER No Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Templos religiosos 53 - Viana do Castelo

 * Victor Nogueira


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Igreja da Misericórdia e chafariz de João Lopes, o Novo.  O chafariz do Campo do Forno, edificado por João Lopes, o Novo, obedece à linha estrutural utilizada por seu pai, João Lopes o Velho, em fontanários anteriores: inserida num tanque circular, suporta um conjunto de três taças, que diminuem o seu diâmetro à medida que são colocadas mais acima, decoradas a toda a volta por carrancas de onde jorra a água. O conjunto é rematado por um coruchéu esculpido em relevo com águias e folhagens, inserindo o escudo de Portugal.

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Igreja da Misericórdia, Hospital das Chagas da Misericórdia e antiga Casa da Câmara, na Praça da República, antiga Praça da Rainha. Fundada em Abril de 1521 a pedido da câmara vianenense, a confraria da Misericórdia de Viana da Foz do Lima iniciou em 1526 as obras de construção da "capella e caza" da irmandade, que ficaria situada na zona da Bemposta, no centro da vila. Sem hospital próprio, a irmandade só conseguiu solucionar este problema na década de oitenta, quando decidiu iniciar a construção de um de sua propriedade, bem como uma nova igreja no Campo do Forno, na praça central da vila, edifícios que se vêm nas fotos. A obra de edificação do hospital levou cerca de uma década a ser terminada, iniciando-se a abertura das fundações em 1585 e estando o complexo concluído em 1594. O seu autor foi João Lopes, o Moço.  




(Foto Fátima Pereira e pormenores)

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Sé Catedral, desde 1977.  A Igreja Matriz de Viana do Castelo, de estilo gótico, remonta ao século XV, sendo aberta ao culto em 1455. Primitivamente dedicada ao Divino Salvador, foi posteriormente consagrada ao culto mariano, passando a ter como seu orago Santa Maria Maior. O portal ogival é composto por quatro arquivoltas, três das quais decoradas. Cristo reinando coroa a composição no fecho da última arquivolta, ladeado por uma visão da corte celestial. A proteger a entrada da Catedral estão as esculturas dos seis Apóstolos mais ligados às tradições da vila e da região: São Pedro, São Paulo, São João, São Bartolomeu, São Tiago e Santo André. O conjunto escultórico no portal principal é uma obra notável e rara do gótico nacional. 

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No Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo  – Avô Barroso, Maria Emília, Zé Luís e tio  Zé Barroso (foto à la minuta) – 1959.09.11 



(*) Fotos jj castro ferreira

terça-feira, 20 de abril de 2021

Sé de Viana do Castelo

 * Victor Nogueira


(fotos victor nogueira)


(foto JJCF)

Sé Catedral, desde 1977.  A Igreja Matriz de Viana do Castelo, de estilo gótico, remonta ao século XV, sendo aberta ao culto em 1455. Primitivamente dedicada ao Divino Salvador, foi posteriormente consagrada ao culto mariano, passando a ter como seu orago Santa Maria Maior. O portal ogival é composto por quatro arquivoltas, três das quais decoradas. Cristo reinando coroa a composição no fecho da última arquivolta, ladeado por uma visão da corte celestial. A proteger a entrada da Catedral estão as esculturas dos seis Apóstolos mais ligados às tradições da vila e da região: São Pedro, São Paulo, São João, São Bartolomeu, São Tiago e Santo André. O conjunto escultórico no portal principal é uma obra notável e rara do gótico nacional. 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

A calçada portuguesa

 * Victor Nogueira

A calçada portuguesa ou mosaico português (ou ainda pedra portuguesa no Brasil) é o nome consagrado de um determinado tipo de revestimento de piso utilizado especialmente na pavimentação de passeios, de espaços públicos, e espaços privados, de uma forma geral. Este tipo de passeio é muito utilizado em países lusófonos.

A calçada portuguesa resulta do calcetamento com pedras de formato irregular, geralmente em calcário branco e negro, que podem ser usadas para formar padrões decorativos ou mosaicos pelo contraste entre as pedras de distintas cores. As cores mais tradicionais são o preto e o branco, embora sejam populares também o castanho e o vermelho, azul cinza e amarelo. Em certas regiões brasileiras, porém, é possível encontrar pedras em azul e verde. Em Portugal, os trabalhadores especializados na colocação deste tipo de calçada são denominados mestres calceteiros. (Wikipedia)

Os mestres calceteiros duma arte árdua e penosa são hoje uma raridade tal como a calçada portuguesa com elaborados desenhos. Talvez por isso a calçada portuguesa surge raramente nas minhas fotos e, muitas vezes, apenas acidentalmente.

Caldas da Rainha




Praça da República

Cascais




Lisboa



Praça do Almada

Porto



Rua Formosa



Praça dos Poveiros




Rua Sampaio Bruno



Praça Carlos Alberto




Rua de Cedofeita



Rua de Santa Catarina

Póvoa de Varzim










Rua De Trás dos Quintais




Praça do Almada



Rua da Junqueira

Setúbal



Avenida Luísa Todi 



Jardim da Beira-Mar



Largo da Misericórdia




Largo Dr. Francisco de Soveral (antigo Largo da Ribeira Velha)









(Google Maps)

Praça de Bocage




Rua Antão Girão


Rua Augusto Cardoso


Rua de S. Cristóvão





Rua De Trás da Guarda







Rua Álvaro Castelões e Rua Dr. Paula Borba


Rua Luís de Camões 


Terreiro de Santo António

Viana do Castelo



Praça da República (foto jj castro ferreira)

Vila do Conde





(Google Maps)
Caxinas  - Avenida Dr. António Bento Marins Júnior



Jardim Júlio Graça



(Google Maps)
Praça da Alfândega
VER