Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Américo Ribeiro (1906 / 1992)
Américo Ribeiro, fotógrafo setubalense
Segundo a Wikipedia; «Em 1927 publica a primeira fotografia no jornal O Setubalense e em 1929 torna-se correspondente fotográfico em Setúbal do jornal Diário de Notícias.terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Coleção Pirelli/Masp completa 21 anos como a maior do País Simonetta Persichetti Coleção Pirelli/Masp completa 21 anos como a maior do País Simonetta Persichetti
"Lord of the Head", Mário Cravo Neto , 1988
300
artistas e quase
1.100
imagens compõem a
Coleção Pirelli/Masp
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Casa da Imagem é inaugurada em São Paulo
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Cem anos de Viana em fotografias ‘do Roriz’
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Morreu Luísa Costa Dias, alma e motor do Arquivo Fotográfico de Lisboa
Luísa Costa Dias foi a “alma”, a principal impulsionadora de tudo o que se realizou no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa. Comissariou dezenas de exposições e esteve na origem das bienais Lisboa Photo (2003, 2005). Morreu ontem no Hospital Pulido Valente. Tinha 55 anos e sofria de cancro no pulmão.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Obras Lula Cardoso Ayres são foco de exposição no Mamam
Mais conhecido por suas pinturas, murais, desenhos e por seu trabalho como designer gráfico, Lula Cardoso Ayres (1910-1987) dedicou-se à fotografia como forma de documentação e expressão artística sobre temas que sempre o encantaram como as manifestações culturais (maracatu, bumba-meu-boi, caboclinho), o carnaval de rua com suas troças, retratos do povo pernambucano em seu contexto rural do engenho e de sua cidade.
Nesta exposição, o recorte reúne mais de 90 imagens, sendo 30 ampliações de época do acervo fotográfico do artista. Imagens que compreendem, principalmente, as décadas de 30, 40 e 50. Também farão parte da exposição folhas de álbuns, negativos, contatos e uma série de envelopes com os quais Lula Cardoso Ayres indexava e conservava seu acervo.
A obra fotográfica de Lula Cardoso Ayres é uma das mais expressivas nesse campo, por sua força plástica nas composições, mas sobretudo por seu olhar sensível à sua cultura. Lula Cardoso Ayres investigou com olhar de antropólogo e registrou com encantamento poético de artista sobre particularidades sociais e inquietações que ajudam a nos reconhecermos em nossa cultura.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Exposição de Darcy Ribeiro mostra talento como fotógrafo
Exposição mostra fotos inéditas de Darcy Ribeiro
Folha.com19/11/2010 17:39
As fotos estão arquivadas no Museu do Índio e na Fundação Darcy Ribeiro, no Rio, e são intrigantes em dois aspectos. Primeiro por revelar o apurado senso estético e domínio da fotografia. Depois, por estarem há décadas disponíveis em acervos públicos, e ainda assim permanecerem intocadas.
Na mostra, promovida pelo Ministério da Cultura e com curadoria do antropólogo Milton Guran, serão exibidas 50 delas, quase todas inéditas. Ribeiro usava a fotografia como instrumento de pesquisa, prática comum a etnólogos desde o princípio do século passado.
O francês Claude Lévi-Strauss, por exemplo, fotografou índios brasileiros e aspectos da cidade de São Paulo na década de 1930. A produção fotográfica de Ribeiro acabou em segundo plano depois que ele ingressou na carreira política como ministro, governador e senador, e tornou-se um dos grandes pensadores da educação.
A exposição ocorre na Caixa Cultural Rio de Janeiro, de 22 de novembro a 30 de dezembro, com entrada franca.
Dois mil negativos do antropólogo Darcy Ribeiro são descobertos e viram exposição
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sábado, 30 de outubro de 2010
Fotografia contemporânea portuguesa em Espanha
Eduardo Silva . | |||||
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Eça de Queiroz em retratos
Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC
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REVELAÇÕES
Os descendentes - teve quatro filhos do casamento com Emília de Castro - também têm seus feitos revelados. A primogênita, Maria (apontada como a preferida), organizou o espólio do pai. Ela chegou a publicar livro em que a correspondência entre ele e a mãe foi exposta, como forma de refutar os boatos de que a união era de conveniência.
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http://www.dgabc.com.br/News/5834481/eca-de-queiroz-em-retratos.aspx
domingo, 26 de setembro de 2010
Usina Jirau apoia livro de fotografias da história de Porto Velho
Comunica Assessoria - 2010-09-24 - 12 begin_of_the_skype_highlighting 2010-09-24 - 12 end_of_the_skype_highlighting:13:00 -
O livro registra, através de fotos em preto e branco, a formação da Capital, com destaque para pontos de referência histórica, como o início do antigo centro e a construção da ferrovia Madeira-Mamoré. Em todas as páginas, as imagens são acompanhadas de legendas explicativas, que vão narrando os ciclos de Porto Velho. “Pensei em não só colocar fotografias por colocar, mas acompanhá-las de pequenos textos que ajudassem a enriquecer as imagens. A ideia foi dar uma informação a mais à fotografia”, conta Luiz Brito.
Defensor da preservação do patrimônio histórico, Brito é um dos mais respeitados profissionais na área fotográfica e também audiovisual, já tendo participado de exposições internacionais em países como Áustria e Espanha. Profissionalismo e credibilidade que motivaram a Energia Sustentável a apoiar a reedição da obra, que teve a primeira tiragem em 2004, esgotada logo após sua publicação.
“Quando recebemos o pedido de patrocínio para a reedição do livro, foi uma satisfação. O Luiz Brito desenvolve um trabalho sério, de qualidade, com uma responsabilidade muito grande para com o resgate histórico dessa região. Em nenhum momento hesitamos em entrar de cabeça nesse projeto”, enfatiza o diretor Institucional da Energia Sustentável, José Lúcio de Arruda Gomes.
O diretor ainda esclareceu que a concessionária da Usina Jirau adota uma política de responsabilidade social que valoriza a perspectiva preservacionista, de resguardar e resgatar o patrimônio histórico-cultural.
Para o fotógrafo e documentarista Luiz Brito, o apoio da empresa demonstra o respeito e compromisso do empreendimento com a sociedade de Porto Velho. “Nós, profissionais, pesquisadores, contamos com essa força para desenvolver nossos trabalhos. Agradeço muito à Energia Sustentável, que me ajudou a materializar esse projeto”, agradeceu o artista.
O Livro
‘Revelando Porto Velho’ é uma memória fotográfica da formação da capital de Rondônia, com mais de 200 fotos em preto e branco, datadas do início do século passado. Entre elas, reproduções do sanitarista Oswaldo Cruz, de sua estada na região para trabalhar no Hospital da Candelária, no início da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. Da mesma época há registros do fotógrafo norte-americano Danna Merril. Ambos foram os primeiros a registrarem a região com imagens.
Além desses, o livro também traz fotos de O.F. de Souza, Pedro Marques, Pereirinha, Armando Veiga, entre outros fotógrafos igualmente renomados. Todo o material foi obtido através dos familiares dos profissionais. Resultado de mais de dois anos de pesquisa, que também incluiu o Centro de Documentação do Estado e da Prefeitura de Porto Velho como fontes.
Reedição
A segunda edição do livro ‘Revelando Porto Velho’ foi editada preservando a grafia da época, e traz uma foto inédita do Centro Histórico de Porto Velho, da década de 50, que retrata as Três Caixas D’Água e os antigos casarões. A imagem foi cedida por um antigo morador, hoje residente no Rio de Janeiro. Além disso, foram incluídas duas reportagens do Jornal Alto Madeira, publicadas em 1917 e 1918, respectivamente.





