* Victor Nogueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
quarta-feira, 20 de abril de 2022
Fotos de capa em abril 20
terça-feira, 5 de abril de 2022
Fotos de capa em abril 05
* Victor Nogueira
A edificação dos Paços do Concelho do Porto teve início em 1920, conforme projeto do arquiteto Correia da Silva. As obras sofreram inúmeras interrupções, tendo sido introduzidas alterações ao projeto inicial, pelo aquiteto Carlos Ramos. Os serviços camarários só se instalaram no novo edifício em 1957.
O edifício é constituído por seis pisos, uma cave e dois pátios interiores. A torre central, com 70 metros de altura e um relógio de carrilhão, é acessível por uma escada interior de 180 degraus. Os interiores, de mármore e granito, são ricamente decorados.
A fachada de granito (retirado no início do século XX das pedreiras de São Gens, no concelho de Matosinhos) é decorada com uma dúzia de esculturas da autoria de José Sousa Caldas e Henrique Moreira, representando atividades ligadas desde sempre ao Porto, como a viticultura, a indústria ou a navegação. (wikipedia)
VER
Porto, no Palácio de Cristal, em 1963
ao meu olhar, Porto sentido no antigamente
1ª fila - António Dias (1) Antº Luís Ramos (2) Afonso Monteiro Torres (3) Brites (4) Afonso Leitão (5) 2ª fila - Jorge Cadete (1), Victor Nogueira (2),Abranches de Figueiredo (3) Carlos Barradas Teixeira (4) José Brandão (5),Bastos (7) Assumpção (8)
2015 04 05 foto victor nogeira - Oeiras 2015 - marco quilométrico, uma raridade hodierna - outrora as estradas tinham na berma estes marcos, muito úteis para os automobilistas viajantes e andarilhos. Não só identificavam a Estrada Nacional como indicavam em cada face as localidades mais próximas e as respectivas distâncias, fosse qual fosse a hora do dia ou da noite. Hoje poucos ainda existem, tornando difícil a orientação ou a localização no mapa e a escolha dos percursos. especialmente se não houver quem passe e nos informe. Pois, estamos na época do GPS e dos livros digitais.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Fotos de capa em fevereiro 23
* Victor Nogueira
VER
Cambambe
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
Fotos de capa em janeiro 21
* Victor Nogueira
Porto, no Palácio de Cristal, em 1963
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
Fotos de capa em dezembro 24
* Victor Nogueira
foto JLCF - Porto, Natal de 1949, na Travessa da Carvalhosa, a 1ª vez que estive em Portugal

2014 12 24 Foto victor nogueira - Mindelo - não, não é uma avioneta mas um tractor com reboque aspergindo o campo relvado onde daqui a umas semanas brotará o milho no milheiral. O renque de árvores ao fundo - a cerca duns 500 m - foi cortado depois do passado Verão deixando à vista os edifícios da área de serviço da estação de gasolina e do minicentro comercial na chamada recta do Mindelo, que vai até Vila do Conde, cerca de 5 km a Norte.. Enquanto não urbanizarem e retalharem o terreno, permanecem a vista e a paisagem desafogadas.
2013 12 24 Obviamente que este não era o natal dos pobres em Portugal nem da maioria dos angolanos ou dos povos das outras colónias, mas o duma minoria, hoje em extinção acelerada na Europa ! Naquele tempo era o Natal em que as casas de penhores aceitavam tudo - objectos do quotidiano - em troca dum empréstimo eventualmente resgatável e não - como hoje - apenas metais preciosos para derreter, definitivamente perdidos ! (Gravura - Volpedo - O 4º Estado)







































