Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

GE E1680W Review



GE E1680W Review
You'll find the sub-$200 GE E1680W point and shoot camera bodies in silver (metallic gray), black, and red, as shown here.
GE

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By , About.com Guide


The Bottom Line

Finding a large optical zoom lens (8X) in such a thin camera (0.7 inches in thickness) certainly made me notice the GE E1680W. In the sub-$200 price range, the E1680W has an above-average list of features.
Unfortunately, the E1680W's image quality is only average. The camera exhibited some softness in a variety of shooting situations, but it especially struggled in low-light conditions. If you want a beginner-level camera with a nice zoom lens to use for outdoor nature photos, the E1680W is well worth considering. For those who want to shoot mostly indoor flash photos, though, I'd look elsewhere.

Specifications


  • Resolution: 16.0 megapixels
  • Optical zoom: 8X (28-224mm)
  • LCD: 3.0-inch, 230,400 pixels
  • Maximum image size: 4608 x 3456 pixels
  • Battery: Rechargeable Li-Ion
  • Dimensions: 3.9 x 2.2 x 0.7 inches
  • Weight: 4.8 ounces (without battery and memory card)
  • Image sensor: CCD 1/2.33 in.
  • Movie mode: HD 720p (30fps)

    Pros

  • 8X optical zoom is good in such a thin camera
  • Camera is very easy to use
  • LCD is bright and sharp
  • Movie mode works pretty well
  • Outdoor images are pretty good

    Cons

  • Overall image quality could be better
  • Many photos seem to have a bit of a softness to them
  • Flash is too intense in many instances
  • Shutter lag is noticeable when shooting at maximum zoom
  • More resolution and aspect ratio options would be nice
  • Image Quality

    GE
    With outdoor photos, the E1680W does a nice job for the most part. The camera doesn't suffer much from shutter lag when the exterior lighting is good, and colors are realistic and vibrant. You may notice some shutter lag when shooting at the maximum zoom setting, however.
    The biggest problem when shooting in sunlight with this camera is you sometimes lose details in the shadows when shooting in areas of high contrast -- bright sunlight and shadows in the same frame.
    With indoor photos, though, the E1680W struggles a bit. Flash photos are hit and miss in terms of quality, as you'll have some images that are washed out because the flash is too intense. To deal with these issue, you can back up a little bit from the subject, zoom in, and use the flash from a little ways away.
    The colors aren't quite as realistic and vibrant in low light photos, either.
    The biggest problem I noticed with the E1680W is its autofocus, which just isn't quite as sharp as it needs to be. If you want to shoot a lot of close-up photos with this camera, especially indoors, you'll probably be disappointed in the results about half the time.
    For a camera in this price range, the overall image quality is just average.

    Performance

    Overall, the E1680W's response times are about average. The camera starts up pretty fast, and its shutter lag isn't bad most of the time. However, you'll find growing shutter lag and shot to shot delays when shooting at the maximum 8X zoom lens setting.
    Finding an 8X optical zoom lens in a camera of this size and price range is a very nice feature, and the lens does a decent job.
    The 3.0-inch LCD is a nice feature in a camera in this price range, too, and it is very bright and sharp. You can change the brightness level to any of 10 settings, giving you the option of increasing performance or conserving battery power.
    As mentioned above, the camera's flash performance isn't as good as I'd like to see, and the camera tends to fire the flash in some photography situations where it probably shouldn't. You may find yourself wanting to manually turn off the flash from time to time.
    The E1680W has a few special effect options. You can shoot in panoramic mode, and the E1680W will try to automatically create a panoramic photo for you. However, I had a difficult time keeping the camera steady enough to make this feature work properly, and I received quite a few error messages. Even with the error messages, the camera does record the panoramic photo at least. The other special effect options include "pencil sketch," fisheye, and black and white. The pencil effect is really fun to use.
    Finally, the E1680W can shoot 720 HD video, and the movie quality is pretty good. There is no dedicated movie button, and you must select movie mode from the menus. The zoom lens is available when shooting movies, which is nice.

    Design

    GE
    I like the look of the E1680W. It's a very thin camera, measuring only 0.7 inches in thickness, and it's a great size and shape for beginners looking for an easy-to-use camera. It also has an uncluttered interface, with very few buttons.
    The E1680W has no mode dial, unfortunately, but you can work through the camera's on-screen menus to make your selections, and, like most GE cameras, the menu structure is easy to use. The camera's four-way button is a nice size and is comfortable to use, which is important with how often you probably will need to use the menus.
    With this camera, you can shoot at five different resolutions at the 4:3 ratio. The only other aspect ratio you can use is 16:9, and only two resolutions are available at that ratio




    domingo, 19 de dezembro de 2010

    Brasil - Após se reinventar na última década, Leica abre a 1.ª loja exclusiva da marca no País

    Início do conteúdo

    A precisão alemã com um verniz de luxo


    13 de dezembro de 2010 | 0h 00
     
    Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo
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    Em 2000, quando Luiz Marinho assumiu a representação da marca alemã de fotografia Leica no País, a empresa estava em uma encruzilhada: na época, a preocupação era de que a máquina fotográfica, a preferida de Cartier-Bresson e Sebastião Salgado, perdia mercado para gigantes como Kodak e Cannon. Ícone da precisão técnica germânica, a Leica precisou de um verniz francês para recuperar o brio e abandonar a comparação com a concorrência, reinventando-se como produto de alto luxo.
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    Os executivos da Leica - hoje controlada pela austríaca ACM Projektentwicklung - desconversam, mas a passagem do grupo francês Hermès no rol de acionistas da empresa, entre 2000 e 2006, foi vital na recuperação do negócio. Além de acalmar os credores da companhia, que vinha de sucessivos prejuízos, a "invasão francesa" ocasionou um "banho de loja" nos produtos. Segundo Marinho, tudo ficou personalizado: as caixas sisudas foram substituídas por embalagens elaboradas, enquanto alças de couro monocromáticas ganharam uma paleta de cores.
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    Para chegar ao recorde de vendas previsto para 2010 - na primeira metade do atual ano fiscal, a Leica faturou 110 milhões, praticamente o dobro do resultado de igual período de 2009 -, a empresa também fez um severo reposicionamento de preços. Para cima: o representante da marca no País lembra que um modelo comercializado por US$ 1,9 mil nos EUA há dez anos hoje é vendido por US$ 5 mil.
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    Exclusividade. Além de se retirar do varejo tradicional de equipamentos fotográficos, a Leica fez uma "limpa" em sites da internet que vendiam o produto abaixo do preço definido pela fábrica. Representantes ao redor do mundo, incluindo o brasileiro Marinho, foram orientados a buscar máquinas vendidas como "pechincha" e a arrematá-las para a matriz. Isso contribuiu para reforçar a aura de exclusividade ao produto.
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    Depois de criar espaços exclusivos dentro de lojas multimarca, a Leica iniciou, há dois anos, uma estratégia de unidades padronizadas ao redor do mundo. Segundo Christian Erhardt, vice-presidente de marketing da empresa, hoje são 12 pontos de venda do gênero. E o primeiro do continente americano foi aberto na sexta-feira, no Shopping Cidade Jardim, símbolo do segmento de luxo em São Paulo.
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    Um dos sócios da loja paulistana é Marinho, que deu o salto de representante a lojista da Leica no Brasil. Para garantir que o caráter aspiracional da marca se perpetue, ele se apoia numa lista de 500 colecionadores e em cerca de 3 mil interessados em fotografia que cadastrou ao longo dos últimos dez anos.
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    É a partir desse público pequeno, mas de alto poder aquisitivo, que o empresário pretende formar clientela no País para os produtos que venderá - a câmera portátil mais barata da loja custará R$ 2,9 mil, enquanto a disputada S2 sairá por R$ 70 mil, sem contar o gasto adicional com lentes. Por causa da carga de impostos e taxas de importação, o preço do produto no Brasil será cerca de 30% superior, em média, ao praticado no exterior.
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    Além dos aficionados e interessados, Marinho diz ter criado uma terceira categoria para alavancar vendas no País: os "clientes-símbolo". São fotógrafos de renome, como Bob Wolfenson, Pedro Martinelli, Daniel Klajmic e Márcio Scavone, que têm em seu portfólio trabalhos feitos com a Leica.
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    Scavone diz preferir a Leica para ensaios mais pessoais pela "leveza" e "foco doce". Para Scavone, a série M da marca é uma máquina "puro sangue", feita para fotógrafos experientes: "O que se vê no momento da foto não é o que sairá no filme."
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    Na visão do fotógrafo, porém, a Leica "patinou" para encontrar seu nicho no mercado digital. "Houve um casamento inicial com a Panasonic que não gerou filhos saudáveis", diz. Entretanto, a recuperação se deu em grande estilo. Para Scavone, o modelo digital M9, lançado ano passado, é um "objeto de desejo incrível". De acordo com Erhardt, isso se reflete nas vendas. Por conta da produção artesanal da empresa, a fila para receber o produto pode durar mais de um ano.
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    Ao contrário das marcas "líderes" - a empresa agora evita o termo concorrentes -, a opção da Leica pelo processo artesanal deixa a produção mais lenta, especialmente quando o cliente opta por personalizar o equipamento (ao todo, são 4,5 mil itens adicionais disponíveis). "Todo o produto é feito à mão. Por isso, não conseguimos fazer câmeras aos milhares", diz Erhardt. 
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    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101213/not_imp652989,0.php
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    terça-feira, 13 de julho de 2010

    Câmeras fotográficas do futuro


    Ter, 13 Jul, 11h24
    Quais são as próximas tecnologias que surgirão em nossas câmeras?

    Um artigo de Mario Amaya,
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    editor da revista Digital Photographer Brasil
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    Já falamos sobre os planos para o futuro da Sony , maior fornecedora de sensores para câmeras digitais (incluindo as de outras marcas como Nikon e Casio). Agora é hora de conhecer as ideias da Canon. Na exposição mundial de Shanghai, na China, a empresa participou do pavilhão japonês apresentando um conceito de câmera para o mercado consumidor daqui a 20 anos. Além de a companhia exibir o que acredita serem recursos padrão de uma câmera em 2030, também mostrou um protótipo funcionando ao vivo.
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    Veja a demonstração da fabulosa câmera neste vídeo da Gizmag no YouTube, pelo atalho tinyurl.com/CanonWonderCam . A apelidada Canon Wonder Camera oferece os seguintes recursos:
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    Captura de vídeo e de imagem estática completamente fundidas numa coisa só. Para obter uma imagem estática, é só escolher um frame (quadro) do vídeo e reenquadrar a gosto, na própria câmera.
    Resolução tão elevada que permite destacar em close qualquer elemento de qualquer cena (como no filme Blade Runner ou no seriado CSI – só que de verdade!).
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    Autofoco instantâneo e profundidade de campo ilimitada, podendo mostrar tudo em foco na cena ao mesmo tempo.
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    Estabilização de imagem que elimina completamente a necessidade de tripé, mesmo em zoom ultralongo.
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    A câmera-conceito tem uma comprida lente integrada que é acionada por toques na lateral, um display traseiro fundido ao corpo e conexões sem fio. O protótipo demonstrado ao vivo, embora com a mesma aparência, era conectado por fios a uma mochila contendo circuitos adicionais. Para espanto e alegria da plateia, a câmera foi apontada para o público e reconheceu instantaneamente dezenas de rostos, destacando somente as pessoas que sorriam.
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    Fotógrafos podem fazer várias objeções ao conceito da Canon. Primeiramente, o consumidor não gosta de câmeras grandes. Naturalmente, pode ser que a câmera do futuro contenha alguma magia que encolha a óptica da lente, o que seria ainda mais revolucionário. Por sua vez, a potente computação visual incorporada na máquina irá detectar e aproveitar informações visuais que atualmente permanecem ocultas na foto.
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    Com efeito, um artigo de 2009 na revista de tecnologia do MIT (atalho: tinyurl.com/MITPhotoFuture ) revela que os cientistas do instituto já inventaram soluções para vários dos maiores problemas técnicos da fotografia. Uma delas é a eliminação do borrão de movimento (motion blur). A técnica consiste em mover o sensor muito rapidamente e capturar uma série de imagens em rápida sucessão, em vez de uma única foto; a câmera analisa o resultado, isolando as partes mais nítidas de cada imagem (no caso, as partes cujo movimento coincide com o do sensor no instante da captura), compondo uma imagem artificial em que tudo aparece nítido. Tanto isso é possível que uma versão crua desse conceito acaba de dar as caras nas câmeras Cyber-shot da Sony.
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    Outra inovação é a chamada fotografia polidióptrica ou plenóptica (demonstração aqui: tinyurl.com/Stanford-LFCam ), que inclui uma configuração diferente de sensor e lente, produzindo uma imagem “em quatro dimensões”, contendo informação sobre a distância de cada objeto na cena. O processamento da imagem pode depois fazer a reconstrução nítida dos objetos desfocados. Isso quer dizer que dá para escolher qualquer ponto de foco após a tomada da imagem, ou até mesmo múltiplos pontos de foco de uma só vez para a obtenção de uma imagem inteiramente nítida, como se ela tivesse sido feita com uma abertura muito pequena.
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    Também é possível o contrário: desfoque deliberado de objetos, simulando o bokeh gerado por uma objetiva com abertura grande, até mesmo numa minúscula câmera de celular. Assim como na eliminação de borrão, o segredo consiste em mover o sensor e capturar várias imagens em rápida sequência para então combiná-las digitalmente.
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    Mais ainda: reconhecimento automático de objetos em qualquer imagem, o que poderá permitir a mudança imediada na iluminação de objetos dentro uma cena. Ou então, reenquadrá-la a partir de um ângulo diferente sem tirar a câmera do lugar onde está.
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    Todos esses recursos já foram conceitualizados e é simples questão de tempo para que façam parte das nossas queridas câmeras de bolso, simplificando a captura casual por leigos – mas sem necessariamente competir com a fotografia profissional como a entendemos hoje, já que a fotografia envolve muito mais que o equipamento.
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    As imagens multifocais com todos os objetos nítidos não são desejáveis em muitos gêneros de fotografia, mas certamente é algo que eliminaria algo que os leigos consideram um estorvo – a necessidade de estabelecer o foco a cada captura. Não esqueçamos que a Canon Wonder Camera é dirigida ao público comum leigo. A Canon sabe que a indústria de câmeras precisa se diferenciar em recursos dos cada vez mais comuns dispositivos dotados de câmeras embutidas, como celulares e computadores, e nada mais útil para isso que uma câmera com capacidade de processamento tão elevada que se possa modificar completamente o escopo de uma imagem a qualquer momento após a captura – sem que isso implique tratamento à mão em um PC.
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    Enquanto isso não vira realidade, o que é plausível imaginar são sensores com resolução tão alta e dispositivos de armazenamento com capacidade tão elevada que se possa reenquadrar qualquer imagem após a captura, mesmo que a imagem seja extraída de um frame de vídeo, já que a tendência principal é de fundir imagem estática e vídeo.
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    Este artigo foi publicado originalmente no site da revista Digital Photographer Brasil (www.fotografodigital.com.br) e pode ser lido pelo atalho tinyurl.com/35uprau .
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    sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

    Satisfazendo os "fotógrafos de iPhone"

    NotíciasÚltimo Segundo

    24/12 - 08:00hs

    Satisfazendo os "fotógrafos de iPhone"
    Aplicativos baratinhos ampliam os recursos da câmera no smartphone da Apple, adicionando uma infinidade de ajustes, filtros e efeitos 
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    New York Times
    Por Rik Fairlie
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    Uma regra básica da fotografia diz que a melhor câmera é a que está com você quando você precisa. E para muitas pessoas nos dias de hoje, isto significa que ela é um iPhone. É fácil entender porque: o iPhone não só é uma ferramenta de comunicação universal, como sua câmera com um botão só é incrivelmente simples de usar.
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    "Tirar fotos com algo com recursos tão limitados realmente abre criativamente seus olhos", disse Chase Jarvis, um fotógrafo profissional de Seattle que ficou apaixonado pela câmera do iPhone. "A beleza está em sua simplicidade. Não há luzes ou qualquer outro equipamento".
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    Mas é possível ter mais controle criativo e adicionar recursos com ferramentas disponíveis na loja de aplicativos da Apple. Como o próprio iPhone, os aplicativos para a câmera são simples de usar, segundo Jarvis, que criou seu próprio aplicativo (falaremos dele mais adiante), publicou um livro com fotos tiradas com um iPhone e criou uma comunidade online para os entusiastas da fotografia com o iPhone.
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    E assim como o iPhone é uma câmera básica, também são os aplicativos para ela. Nenhum deles tem os recursos do Photoshop CS4, nem dará ao seu iPhone os poderes de uma câmera D-SLR. Os melhores atingem o ponto de equilíbrio onde os recursos adequados e usabilidade se encontram, embora não haja falta de "truques de salão". Cerca de 2.000 aplicativos para a câmera estão disponíveis, com preços que começam no imbatível "Grátis" e na média ficam em US$ 2.99. Aqui estão 15 deles, que o ajudarão a capturar, editar, melhorar e compartilhar suas imagens.
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    Bata a foto
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    Camera Genius (US$ 0.99): Este programa "faz tudo" inclui zoom digital intuitivo, botão de obturador em tela cheia (toque qualquer ponto para bater a foto) e um temporizador para bater fotos automaticamente. Completam o pacote uma grade para ajudá-lo a enquadrar e nivelar a imagem e a função "anti-shake", que aguarda até que o iPhone esteja absolutamente parado antes de bater a foto, evitando imagens tremidas.
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    Best Camera (US$ 2.99): Jarvis colaborou com um desenvolvedor de software na criação de um aplicativo para ajudar a criar, editar e compartilhar fotos. O Best Camera inclui um obturador em tela cheia, anti-shake e temporizador. Depois de bater a foto você poderá aplicar vários filtros e efeitos, e se exagerar na dose pode remover qualquer filtro que tenha aplicado. A função de compartilhamento permite uploads para o Facebook, Twitter e e-mail com apenas um clique. Também é possível compartilhar fotos em tempo real na comunidade online criada por Jarvis, www.thebestcamera.com
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    Snapture (US$ 1.99): O "modo sequencial" (Burst Mode) é ideal para esportes e cenas de ação, e o Snapture resolve a questão batendo três fotos consecutivas de uma vez só. Também inclui nível, obturador em tela cheia e zoom digital de 5x. Curiosamente, alguns recursos estão escondidos, então é uma boa idéia clicar no botão "info" no canto superior esquerdo da tela para ter uma visão geral das coisas.
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    Camera Zoom 2 (US$ 0.99): A App Stores tem um punhado de ferramentas de zoom digital, mas a Camera Zoom 2 é a melhor, e fornece zoom digital de 4x que pode ser ajustado facilmente. Produz imagens ligeiramente mais nítidas que aplicativos gratuitos, e inclui obturador em tela cheia, anti-shake e temporizador.
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    Night Camera (US$ 0.99): O iPhone não se sai bem com pouca luz, mas este aplicativo pode ajudar a restaurar um pouco do detalhe às imagens. O Night Camera usa o acelerômetro do iPhone para disparar o obturador apenas quando a câmera estiver estável. Também inclui obturador em tela cheia e a capacidade de salvar as imagens capturadas em preto-e-branco ou sepia.
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    Edite e adicione efeitos
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    Photogene (US$ 2.99): Este aplicativo poderoso e fácil de usar lhe permite fazer ajustes de imagem típicos como recortar, endireitar ou aumentar a nitidez. É possível corrigir cores (usando um histograma ou o botão Auto) e ajustar a exposição e contraste. O Photogene vai além das ferramentas comuns de edição com a capacidade de adicionar balões de diálogo e outras formas à imagem, bem como uma variedade de molduras e efeitos. Também permite desfazer as modificações, portanto use sem medo.
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    Crop for Free (grátis): Recortar a imagem (cropping) é essencial, e esta ferramenta é gratuita. Basta clicar no ícone e arrastar as molduras vermelhas nos cantos da foto até a posição desejada. Mais fácil, impossível.
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    CameraBag (US$ 1.99): Se você comprar apenas um aplicativo de filtros, tem que ser o CameraBag. Esta ferramenta permite aplicar simulações da aparência de filmes e câmeras antigas às suas fotos. Helga, por exemplo, dá às fotos uma aparência quadrada, com luzes "lavadas" e vinhetas retrô. Outros filtros incluem Magazine (tons saturados), Mono (preto e branco balanceados), 1974 (desbotado e tonalizado), Infrared (preto e branco invertidos), Lolo (cores hiper-vibrantes), Instant (Polaroid), 1962 (preto e branco de alto contraste) e olho de peixe. É possível combinar filtros para criar seu estilo próprio. É incrivelmente divertido e fácil.
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    Cool FX (US$ 0.99): Cool FX, da fabricante de lentes Tiffen, traz impressionantes 172 filtros em um programa que mal custa um dólar. São cinco categorias (monocromático, cor, difusão, grão e temperatura) que fornecem um a imensidão de efeitos de fotográficos e de filme que incluem 70 filtros em preto e branco e 50 texturas de difusão, incluindo a exótica "Pêlo de Burro". Você pode recortar imagens, criar vinhetas personalizadas e ajustar o brilho. A interface é um pouco confusa, então espere gastar alguns minutos aprendendo como as coisas funcionam.
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    ShakeItPhoto (US$ 0.99): Se você tem visto pessoas chacoalhando seus iPhones recentemente, elas provavelmente estão usando o ShakeItPhoto para criar um efeito de "falsa Polaroid". O aplicativo é muito fácil de usar: selecione uma imagem, clique em "usar" e uma foto Polaroid desce do topo da tela, completa com efeitos sonoros. Chacoalhe o iPhone para "revelar" a imagem mais depressa.
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    iFlashReady (US$ 0.99): Os iPhones são desprovidos de flash, o que transforma a fotografia em situações de pouca luz em um imenso desafio. O "flash" em software usado no iFlashReady lhe ajuda a "clarear" imagens depois de que foram capturadas. Muitos aplicativos permitem ajustar o brilho da imagem, mas o iFlashReady é baseado em um algoritmo que, segundo seu desenvolvedor, clareia cada pixel de forma inteligente.
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    Seja criativo
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    ColorSplash (US$ 1.99): Drama e diversão se unem nesta imagem, que converte fotos para preto e branco e permite que o usuário "pinte" as cores de volta apenas nas áreas selecionadas, criando um efeito estonteante. É possível aproximar a imagem para ter mais precisão, e ajustar o tipo de tamanho dos pincéis. Também permite o compartilhamento das imagens no Facebook, Twitter e Flickr.
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    TiltShift Generator (US$ 0.99): Este aplicativo torna muito fácil simular o efeito produzido por câmeras DSLR, selecionando um ponto a ser mantido em foco e "borrando" o fundo. O TiltShift Generator também oferece opção de desfoque radial ou linear, com tamanho ajustável. O aplicativo também permite ajustar a saturação e brilho das imagens, bem como a criação de vinhetas personalizadas. Há um recurso de exportação automática das imagens para o Twitter e contas de e-mail. Um porém: as imagens são salvas em uma resolução muito mais baixa que a dos originais.
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    Compartilhe os resultados
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    PixelPipe (grátis): O PixelPipe é uma forma fácil e rápida de enviar fotos e vídeos para todos os seus sites de compartilhamento de imagens favoritos, microblogs, redes sociais e contas de e-mail, tudo ao mesmo tempo. O serviço permite o upload para mais de 95 destinos, e pode fazê-lo com as fotos em sua resolução original ou redimensionadas para economizar banda. É fácil definir novos uploads, embora seja melhor usar o aplicativo quando conectado a uma rede Wi-Fi.
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    Seu site de compartilhamento favorito (grátis): Não importa qual é seu serviço de compartilhamento de imagens favorito, com certeza há um aplicativo compatível que permita enviar e baixar fotos, ver as imagens armazenadas online, criar apresentações de slides e galerias em e-mails. Basta procurar na App Store pelo nome do site, como Flickr, Shutterfly, Kodak Gallery, Photobucket, SmugMug e mais.
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