Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
lindas imagens acompanhadas com a voz de Dulce Pontes e de um grupo coral do meu alentejo...
.
.
Enviado por Cecília Barata
3/9 às 12:26
.
.
.
É TÃO GRANDE O ALENTEJO
Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Tudo são cravos e rosas
Tudo são cravos e rosas
Dispostos por minhas mãos
É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
A terra é que dá o pão
Para bem desta nação
Devia ser cultivadaTem sido sempre esquecidoDa margem ao sul do Tejo
Há gente desempregada
Tanta terra abandonada
É tão grande o Alentejo
Nesses campos solitários
Onde a desgraça me tem
Brado ninguém me responde
Olho, não vejo ninguém
É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
Etc.
lindas imagens acompanhadas com a voz de Dulce Pontes e de um grupo coral do meu alentejo..
..
É TÃO GRANDE O ALENTEJO
Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Tudo são cravos e rosas
Tudo são cravos e rosas
Dispostos por minhas mãos
É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
A terra é que dá o pão
Para bem desta nação
Devia ser cultivadaTem sido sempre esquecidoDa margem ao sul do Tejo
Há gente desempregada
Tanta terra abandonada
É tão grande o Alentejo
Nesses campos solitários
Onde a desgraça me tem
Brado ninguém me responde
Olho, não vejo ninguém
É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
Etc.