Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Vila do Conde manuelina e quinhentista

* Victor Nogueira


"Outorgado pelo rei D. Manuel I, o Venturoso, a 10 de setembro de 1516, o Foral de Vila do Conde é um diploma onde se encontram regulamentados todos os tributos e taxas a pagar ao Donatário – no caso de Vila do Conde era Mosteiro de Santa Clara de Vila do Conde – provenientes da agricultura, pesca e comércio. Também ao Mosteiro de Santa Clara (fundado em 1318 por D. Teresa Martins (tetraneta de D. Maria Pais Ribeiro) e D. Afonso Sanches (filho ilegítimo de D. Dinis) pertenciam as azenhas e a barca de passagem no rio. Como noutras terras senhoriais, o Mosteiro detinha a jurisdição, a dada de ofícios, bem como os foros e os direitos reais." in http://www.cm-viladoconde.pt/pages/862



Rua da Costa



(cerca da Praça Velha ou Largo Antero de Quental)
  


   Rua da Igreja











Praça Vasco da Gama 
(antiga Praça Nova)


Igreja de S. João Baptista







Paços do Concelho e Pelourinho





Rua da Misericórdia



Largo Dr. António José de Almeida 
(antigo Largo da Misericórdia)

Igreja da Misericórdia e Casa do Despacho



Largo D. Afonso Sanches

Igreja do Convento de Santa Clara



 Túmulo de Teresa Sanches


 Túmulo de Afonso Sanches

Rua dos Prazeres


réplica da nau quinhentista 

... vista do Largo Dr. Cunha Reis
  

Largo da Alfândega


A fim de mostrar a complexidade da organização das viagens, a Nau Quinhentista apresenta os aposentos de alguns dos tripulantes, assim como os próprios elementos da tripulação, através de esculturas humanas: o capitão, o piloto, o escrivão, o capelão, o boticário, o timoneiro, o bombardeiro e o grumete.


Alfândega Régia (Museu de Construção Naval)  - No século XV, o apogeu do comércio marítimo provoca um crescente movimento nos portos do reino, incluindo o de Vila do Conde não é excepção. Por esse motivoo D. João II, por carta de 27 de Fevereiro de 1487, criou a Alfândega Régia de Vila do Conde, na zona onde também se encontravam os estaleiros navais.  


Azenha quinhentista no Rio Ave, reconstruída pelos Marqueses de Vila Real, no século XVI

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