* Victor Nogueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Fotos de capa em fevereiro 16
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
fotos de capa em fevereiro 16
* Victor Nogueira
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
fotos de capa em 19 de novembro
* Victor Nogueira
Nesta povoação do concelho de Óbidos os chafarizes não têm a monumentalidade de outros noutras povoações, antes são simples produtos da engenhosidade popular. CONTINUA EM fontenários e chafarizes 05 - Carregal
Óbidos - Santuário do Senhor Jesus da Pedra, em 1997/98
pôr do sol na concha de s martinho do porto
Setúbal - Casal das Figueiras
Retirantes de Portinari: análise da obra
sábado, 7 de novembro de 2020
montras e vidraças
* Victor Nogueira
2020 09 22 foto victor nogueira - setúbal - Foto Vitória, no Largo da Misericórdia
Não. não se trata duma cena dum eventual filme futurista mas da entrada dum prédio e da montra, gradeadas, duma loja falida, em cujo interior se encontram estantes e manequins e, cobertos de pó, se amontoam bibelots, caixas e electrodomésticos.
CELESTINO Germiniano Lima ROSADO PINTO, Músico, natural de Setúbal, membro duma família de pessoas que se destacaram na música, nasceu a 17-12-1872 e faleceu a 09-01-1963. Foi pianista, organista, violoncelista, compositor e instrumentista.
Quem se lembra das casas de penhores onde no tempo da miséria mais ou menos envergonhada ou da pobreza extrema se ia trocar o relógio, a aliança, as arrecadas de ouro, o candeeiro, o fato de ver a Deus, e outras "ninharias" por uns tostões, até que um eventual "resgate" permitisse reavê-las antes do leilão ?

































