? Victor Nigueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
sábado, 11 de abril de 2026
Murais de Solidariedade Internacionallsta (07)
sábado, 28 de março de 2026
Murais de Solidariedade Internacionallsta (05)
terça-feira, 10 de março de 2026
Murais de Solidariedade Internacionallsta (03)
* Victor Nogueira
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Embu das Artes recebe a exposição A DITADURA NO BRASIL (1964-1985)
Galeria de Fotos
28/11/2011
















segunda-feira, 25 de julho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Kenny G - Desafinado
sábado, 5 de fevereiro de 2011
A compreensão segundo José Saramago
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Trilha incidental: Hélio Delmiro ('Emotiva')
Adaptação e montagem: PEDRO BERSI (SC Brasil)
souzabersi@hotmail.com
WindsFilmesBRASIL 2007
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Por JOSÉ SARAMAGO
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sebastião Salgado e a Reforma Agrária no Brasil
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Retrato de Dilma guerrilheira vira ícone petista
" De repente começou a ter muita procura da imagem, para usar na internet e também para fazer camiseta, imprimir, montar outros materiais "
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Latinidades: Uma Nação, Dois Países e Sete Artes - Fotografia
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http://cidades.terra.com.br/bsb/exposicoes/0,7558,I:60528,00.html
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Sebastião Salgado
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Beijos Foto de Sebastião Salgado
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Enviado por Lia (hi5)
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Fotografia Artesanal ou digital?
14 Setembro 2009
Fotografia Artesanal ou digital?
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A nossa primeira dica é: Enxergar além do que os olhos podem ver. O momento é único e o instante não capitado em milésimos de segundos e sim no intervalo de cinco a dez segundo no mínimo.
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Fotografar com uma lata na era digital parece ser um retrocesso, mas é a busca da raiz que a fotografia artesanal mostra o seu diferencial.
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O Lata Mágica Recife, trabalhou os últimos oito meses com as câmeras digitais porem é o artesanal que provoca nos fotógrafos: Willam Duarte & Odilene Andrade, uma busca por algo maior do que apenas fotografar.
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Transmitir um conhecimento e dar a chance para que todos que não podem ter em suas mãos este objeto que com um aperto no botão faz todo o processo, as latas doam este sentimento de paixão e valorização do indivíduo singular.
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Voltamos com toda a força que tínhamos há quatro anos como começamos.
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Agradecemos a todos que sempre nos incentivaram e para recomeçar nós digam o que vocês gostariam que fossem fotografados na região metropolitana do Recife.
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Willam Duarte.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Bahia - Exposição resgata imagens do início da carreira de Pierre Verger
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Dóris Miranda | Redação CORREIO
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Os baianos já suspeitavam que, quando aportou na Bahia para morar, em 1946, aquele francês acumulava muitas histórias para contar. Coisas que Pierre Verger (1902-1996) guardou no fundo das gavetas porque aqui encontrou seu universo particular. O etnógrafo que era não resistiu à urgência da negritude que exalava das ruas de Salvador e foi direcionando seu olhar fotográfico já formado para os terreiros, os saveiros da rampa do Mercado, as feiras livres, as ruas. Agora, o público tema chance de conferir o trabalho do Verger, que viajou o mundo na década de 30, no período em que se iniciou na fotografia, apontando a Rolleiflex para cenas prosaicas flagradas no cotidiano estrangeiro.
O Campo de Marte, no centro de Paris, ainda sem o verde de hoje,
visto do alto da Torre Eiffel, em 1937
Foto: Pierre Verger/ Divulgação
Uma vasta amostragem disso está na exposição De um mundo ao outro - Pierre Verger nos anos 30, montada no Palacete das Artes Rodin Bahia (Graça) e na Aliança Francesa (Ladeira da Barra), com visitação aberta ao público a partir de hoje.
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A mostra, que tem curadoria de Cláudia Pôssa e Alex Baradel, segue até 18 de outubro, sempre de terça a domingo, das 10h às 18h. A entrada é gratuita. “É um outro Verger, que estava formando seu olhar de fotógrafo. Por isso, não são seus trabalhos mais importantes, que foram desenvolvidos posteriormente, na Bahia. Mas vale muito a pena conferi-los até para se ter ideia do que viria depois”, avalia Cláudia Pôssa, que selecionou 180 fotografias, 30 documentos originais, 11 reproduções em grande formato e um audiovisual.
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Pescador na saída para o mar da Polinésia (1937)
Foto: Pierre Verger/ Divulgação
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Em conjunto, esse material resgata o ambiente cultural e artístico da época entre a Primeira e a Segunda Grande Guerra Mundial. Os curadores vão ministrar palestra gratuita sobre a exposição e a pesquisa que gerou o material no dia 24, às 19h30, na Aliança Francesa (Ladeira da Barra).
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Olhar humano
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Além do Verger propriamente dito, a exposição apresenta obras de outros artistas contemporâneos a ele, que o influenciaram diretamente, como Pierre Boucher (que iniciou Verger na fotografia), René Zuber, Emeric Feher e Maurice Baquet. Todos, frequentadores do estúdio de Zuber, onde discutiam a extensão daquela nova objetividade pregada pelos alemães. Mas, sem querer teoria apenas, eles saíram para o mundo.
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Nas feiras filipinas, um flagrante de relaxamento
Foto: Pierre Verger/ Divulgação
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Como o húngaro Robert Capa ou o conterrâneo Cartier-Bresson, Pierre Verger publicou suas fotorreportagens em revistas de peso, como a francesa Regards e a americana Life. “Essa época é marcada pelas descobertas de outras culturas por ele, é um momento de ruptura, quando deixa de viver a vida burguesa da família e passa a olhar o mundo de outra forma. Por isso, escolhemos esse período da vida do artista para montar essa exposição”, explica o curador Alex Baradel.
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O que se vê, então, são instantes imortalizados de Paris no auge de sua efervescência cultural, das colônias francesas nas Antilhas, África e Polinésia. O processo de trabalho era simples: ele saía às ruas e seguia na direção que o instinto pedia. Pierre Verger já apresentada ali, intuitivamente ou não, a perfeita simetria entre a técnica e o elemento humano que transformaria suas imagens em arte.
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“Apesar da inexperiência como fotógrafo, o Verger etnógrafo já manifesta o traço principal que iria pontuar sua trajetória posterior, que se tornaria sua marca na Bahia”, arremata a curadora.
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Serviço
Evento - De um mundo ao outro - Pierre Verger nos anos 30
Local - Palecete das Artes Rodin Bahia e Aliança Francesa
Quando - De hoje até 18 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h
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(Notícia publicada na edição impressa do dia 16/09/2009 do CORREIO)
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