Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sábado, 11 de abril de 2026

Murais de Solidariedade Internacionallsta (07)

 ? Victor Nigueira


2026 04 05 - Mural concluido pelos artistas Carol Alanis Indio e Mari, em 2023, no .Jardim Peri, S. Paulo - Brasil

sábado, 28 de março de 2026

Murais de Solidariedade Internacionallsta (05)

 


2026 03 19 - Mural em Potosí, Bolívia

'Por la hermandad entre los pueblos latinoamericanos'
'Somos cultura en movimento'

terça-feira, 10 de março de 2026

Murais de Solidariedade Internacionallsta (03)

 *  Victor Nogueira


2026 03 01 - Mural colectivo no Assentamento Lisboa, em São João do Piaui, Piaui, Brasil (2024)

'Palestina Livre'

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Embu das Artes recebe a exposição A DITADURA NO BRASIL (1964-1985)


Governo da Cidade de Embu das Artes

O Centro Cultural Mestre Assis recebe, entre 3 e 18/12, a exposição fotográfica "Direito à Memória e à Verdade - A Ditadura no Brasil (1964-1985)", produzida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. A exposição foi organizada pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (conhecida como "Comissão da Verdade") como parte do projeto “Direito à Memória e à Verdade” da Secretaria e concebida originalmente, em agosto de 2006, para ser exposta no corredor de acesso ao plenário da Câmara dos Deputados, para comemorar os 27 anos da promulgação da Lei da Anistia no Brasil. E apos 5 anos já rodou diversas cidades de todo o país, inclusive São Paulo.
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A exposição é composta de 28 painéis de 6 metros quadradoscada, organizados em formato labiríntico, com fotos de tanques nas ruas, militares e políticos em confronto, imagens de soldados e estudantes agindo ou em confronto nas ruas, de prisões, comícios, histórias de torturas, de horror e luta, e que mostra o clima da Era da Guerra Fria, e a luta contra a Ditadura, e dos militares no poder para destruir os grupos esquerdistas no país. Entre as imagens dos painéis, o visitante pode sentir-se dentro de alguns fatos históricos, como a primeira grande greve no ABC Paulista; a foto de presos políticos (entre eles o ex-chefe da Casa Civil da presidência, José Dirceu) requisitados em troca do embaixador americano que foi sequestrado por militantes esquerdistas; grupos diversos que tinham à frente vários políticos atuais como o ex-presidente Lula, José Genoíno, os deputados Fernando Gabeira, Alfredo Sirkis, João Amazonas, a presidente Dilma Rousseff, também imagens de ofícios e documentos do departamento de censura com mandatos de boicote à obras e peças de artistas brasileiros; além de fotos de líderes de grupos armados assassinados - como Mariguella e Lamarca - e artistas que lutaram contra a ditadura, como Gilberto Gil, Caetano Velloso, Chico Buarque, Henfil, entre outros.
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E em 2009, em parceria com a Fundação Luterana de Diaconia e Agência Livre Para Informação Cidadania e Educação, a Secretaria de Direitos Humanos decidiu fazer a exposição rodar o Brasil e fincar todo o material de forma permanente, inclusive para comemorar os 60 anos da Declaração dos Direitos Universais.
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O Secretário de Cultura, Paulo Oliveira, disse que “São imagens de um Brasil que ainda sonha com a volta do irmão do Henfil e de gente que partiu ou foi morta num rabo de foguete, como disse o João Bosco (e Aldir Blanc) e que lutava por um pais livre e rico como o que temos hoje” Segundo ele, na exposição “podemos nos sentir dentro de galpões escuros, tanques nas ruas e junto com estudantes caminhando e cantando, histórias de horror e luta - uma Roda Viva de atrocidades”. -disse
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Paulo Oliveira foi o responsável pela intermediação junto à Secretaria Especial de Direitos Humanos e que conseguiu trazer a exposição para Embu das Artes depois de contato com o ex ministro Paulo Vanucchi no Encontro de Fé e Política, onde Vanucchi anunciou a exposição. A iniciativa pretende, através do conhecimento da história, impedir que esse tipo de violação dos direitos humanos se repita’’, disse Oliveira. A mostra tem também a intenção de atrair estudantes tanto da rede pública quanto da privada, para incentivar o conhecimento e entendimento deste período importante e trágico que ainda deixou feridas até hoje abertas na história do país e pode ser conferida até 18 de dezembro, das 9h às 19h no Centro Cultural Mestre Assis.

Galeria de Fotos

Arney Barcelos
28/11/2011

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Kenny G - Desafinado

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Carregado por  em 21 de Set de 2008
Hermosos paisajes brasileños acompañados por la música de kenny G ...
Letra (Lirycs)


Se você disser que eu desafino amor
Saiba que isso em mim provoca imensa dor
Só privilegiados têm ouvido igual ao seu
Eu possuo apenas o que Deus me deu
Se você insiste em classificar
Meu comportamento de anti-musical
Eu mesmo mentindo devo argumentar
Que isto é bossa-nova, isto é muito natural
O que você não sabe nem sequer pressente
É que os desafinados também têm um coração



Fotografei você na minha Roleiflex
Revelou-se a sua enorme ingratidão
Só não poderá falar assim do meu amor
Este é o maior que você pode encontrar
Você com sua música esqueceu o principal
Que no peito dos desafinados
No fundo do peito bate calado
Que no peito dos desafinados
Também bate um coração

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A compreensão segundo José Saramago


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WindsFilmesBRASIL | 30 de Junho de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Ensaio audiovisual sobre fotos de SEBASTIÃO SALGADO e narrativa de JOSÉ SARAMAGO.
Áudio original extraído do documentário JANELA DA ALMA de João Jardim e Walter
Carvalho (Brasil, 2001).

Trilha incidental: Hélio Delmiro ('Emotiva')
Adaptação e montagem: PEDRO BERSI (SC Brasil)
souzabersi@hotmail.com
WindsFilmesBRASIL 2007
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"Eu não quero dizer que cada um é conforme nasce -- não vou a esse ponto. Mas, talvez devêssemos ponderar por que algumas pessoas resistem ao comportamento digamos universal -- o modo de comportasse mais geral -- e outras não? Por que algumas pessoas mantêm uma atitude crítica em relação às coisas? Por que algumas pessoas acham que não é por fato das coisas serem novas ou modernas que elas são necessariamente boas? Isto não é defender o antigo... é simplesmente considerar que não tem nenhuma razão para acreditar que no momento em que estou a viver é o momento em que todas as coisas que se estão a fazer -- as de agora e as que vão ter efeitos no futuro -- são as únicas e as melhores que poderiam estar a ser feitas e a ser pensadas, imaginadas e aplicadas. Não tenho qualquer razão para isso, pelo contrário, tenho muitas razões que me dizem que nos tomamos por um caminho errado."

Por JOSÉ SARAMAGO
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Que descanse em paz , este grande ser humano! Saramago, sua obra e suas ideias vivem para sempre !
myriamsm há 7 meses
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Valeu, mestre. Obrigado!
Clavilenho há 7 meses
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lindo
alenbahia há 10 meses
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Que maravilha! Sebastião Salgado e José Saramago. Um fotografa a alma , o outro a disserta.

E estamos aqui para transformar esta dura realidade.

Bela equipe de trabalho.

Abraço apertado,

Ângela Vasconcelos
angel8783 há 1 ano
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Julia, 'sampleando' suas palavras agradeço o elogio: "O que muda é a capacidade de percepção, é a maneira de contemplá-las."

Aquele abraço!!!

Pedro Bersi
WindsFilmesBRASIL há 2 anos
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lindo video. Sebastião Salgado é simplesmente um fotógrafo maravilhoso. Amo seus trabalhos. E a capacidade sua de ter escolhido imagens tão boas pra esse video, deu um toque único aos dizeres de Saramago.

Parabéns!
foxglove21 há 2 anos
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Ainda temos tempo, para tomar o caminho certo ? Excelente vídeo.
gererex há 2 anos
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Saramago e Sebastião Salgado!!! que combinação heim!? Perfeito
c660c3fd há 2 anos
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Parabéns!

Excelente trabalho!
JoaoDiogoLima há 3 anos
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Vídeo incrível!!!! Belo encontro da narração de Saramago, fotografias do Mestre Sebastião Salgado e a música. Parabéns pela delicadeza.
andrade008 há 3 anos 2
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Sua mensagem demonstra compreensão e sensibilidade.

Muito obrigado!!!

pedro bersi
WindsFilmesBRASIL há 3 anos
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sebastião Salgado e a Reforma Agrária no Brasil



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flpezzi | 18 de Julho de 2007
video montagem ilustrado com fotos de Sebastião sSlgado indicando a necesidade de uma reforma agrária ampla em toda a América latina, como um importante fator de combate a fome e promoção econômica
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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Retrato de Dilma guerrilheira vira ícone petista


Publicada em 16/08/2010 às 20h29m
Leila Suwwan

SÃO PAULO -Mal chegou às bancas a edição da "Época" e a militância petista começou a se queixar da reportagem "Dilma na Luta Armada" - na capa, uma foto 3x4 de sua ficha no Dops de São Paulo mostra uma jovem abatida e desgrenhada, presa pela repressão aos 22 anos. Porém, qual não foi a surpresa desses mesmos petistas ao perceber que a ilustração interna da revista era uma versão estilizada da fotografia, que mostra a mesma jovem, desta vez bem delineada e carregada de tinta vermelha, destacando um olhar fixo, quase impetuoso. Rapidamente, internautas da base petista começaram a adotar a imagem, que já se alastra nos perfis doTwitter e deve ser usada em camisetas e outros materiais.
reprodução 
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Qualquer semelhanças com outros ícones da esquerda não são mera coincidência. O editor de arte da Época, Marcos Marques, explica a criação da capa, e a gênese da ilustração, desta forma: "Diante de uma foto com a importância histórica que esta tem, fica difícil conseguir algo melhor para colocar na capa. O que eu fiz foi melhorar o máximo a qualidade da foto 3×4, mantendo a originalidade. Para usar na abertura da matéria, pedi para o ilustrador Sattu fazer uma ilustração no estilo do Shepard. Gosto deste estilo que lembra os cartazes comunistas mas tem um tratamento mais atual, não fica tão antigo". 
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Shepard, neste caso, é artista plástico norte-americano Frank Shepard Fairey, 40, criador da famoso litogravura de Barack Obama, com as letras garrafais "Hope" (Esperança). O retrato alçou Shepard à fama, foi utilizado extraoficialmente pela campanha do democrata, se tornou capa de revistas e entrou na coleção permanente da National Portrait Gallery - o próprio Obama agradeceu Shepard pela iniciativa e pela mensagem propagada. 
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Vários perfis do twitter da militância de Dilma trocaram, a partir de sábado, suas fotos por variações do retrato de Dilma - inclusive alguns que participam de forma oficiosa da campanha, como o @dilmanarede e o @dilmanaweb. Neste último, consta ainda o recado, em 140 caracteres: "Não importa o que a história fez com uma mulher. O que importa é o que a mulher fez com o que a história fez com ela".
" De repente começou a ter muita procura da imagem, para usar na internet e também para fazer camiseta, imprimir, montar outros materiais "

- De repente começou a ter muita procura da imagem, para usar na internet e também para fazer camiseta, imprimir, montar outros materiais. Fizemos a vetorização (transformar o desenho em arquivo digital) e disponibilizamos gratuitamente na internet. Não li a matéria da Época. Disseram que era contra a Dilma, mas vamos usar o mesmo retrato para inverter isso - disse a designer Natália Proença Morassi, 23, da Gemini Arte. 
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O blog petista "Amigos do Presidente Lula" já postou o retrato, com o título "Dilma ficou, Serra fugiu", reascendendo a polêmica sobre a atuação dos candidatos durante a ditadura - a petista foi presa e torturada e o tucano se exilou. Logo abaixo, uma aspa atribuída à candidata, que mistura um discurso antigo com o outro lado enviado à revista: "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta. Não participei de ação armada e sequer fui julgada por isso e sequer fui condenada". 
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Outro blogueiro, Bruno Ribeiro, reflete sobre o "trunfo" que o retrato virou para a campanha do PT. "Minutos após a revista chegar às bancas, milhares de internautas em várias partes do país já se mobilizavam para reverter o sentido da imagem de Dilma veiculada na reportagem. A arte é sensacional: o traço do ilustrador é ótimo, o olhar de Dilma lembra o de Che Guevara e tudo remete aos famosos retratos em série feitos pelo papa da art pop, Andy Warhol (painel de Mao Tsé Tung)", escreveu Ribeiro. 
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A campanha de Dilma Rousseff não gostou da reportagem. E nada indicava que os coordenadores tinham conhecimento do movimento de "inversão" do retrato. 
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Questionado sobre a possibilidade de interesse no uso da imagem, o coordenador de comunicação, deputado Rui Falcão (PT-SP), foi lacônico: 
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- Claro que não. 
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Porém, o "guru web" da campanha já ensinava ontem como trocar a foto do Twitter por variações artísticas da Dilma "guerrilheira". Ou Dilma "guerreira", como prefere o marqueteiro João Santana. 
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Latinidades: Uma Nação, Dois Países e Sete Artes - Fotografia

Exposições
Latinidades: Uma Nação, Dois Países e Sete Artes - Fotografia

De 24/03 a 21/04 - Seg, Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: das 9h às 21h
Gratuito

Caixa Cultural Brasília
SBS, Quadra 4 - Lote 3, 4
Setor Bancário Sul
Fone: 3206- 6456/ 3206- 9448

A exposição é um projeto onde sete venezuelanos e sete brasileiros mostram, com seu olhar, diferentes formas de situar a arte fotográfica no centro da luta pelo ideal da união sul-americana que parte da valorização dos povos e de suas particularidades culturais. Resulta num conjunto de fotografias que deixam à vista cenas venezuelanas e brasileiras, executadas por jovens fotógrafos, que partem de uma visão fresca e ao mesmo tempo fundamentalmente comprometida com seus valores nacionais.
Artistas brasileiros: Flora Egécia, Gabriela Freitas, Janaína Miranda, Nelson Gonzáles Leal, Rodrigo Dalcin, Rodrigo de Oliveira e Viviane Dománico.
Artistas venezuelanos: Adriana Fernández, Ana Maria Otero Borja, Ernesto Acosta, Fernando Bracho, Marianela Diaz Cardozo, Mireya Ferrer e Ramón Castillo.
Data Evento Local
De 24/03 a 21/04 Latinidades: Uma Nação, Dois Países e Sete Artes - G Caixa Cultural Brasília
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem prévio aviso ao Terra. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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http://cidades.terra.com.br/bsb/exposicoes/0,7558,I:60528,00.html
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sebastião Salgado

Image and video hosting by TinyPic
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Beijos Foto de Sebastião Salgado 
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Enviado por Lia (hi5)
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fotografia Artesanal ou digital?

14 Setembro 2009

Fotografia Artesanal ou digital?

Foto: Willam Duarte

A arte de fotografar com câmeras digitais são bem mais fáceis e o elemento surpresa é cada dia menor, o apertar o botão e a câmera fazer todo o processo; capturar a luz ambiente, calcular a velocidade do obturador, nada disso é necessário se a sua câmera é uma digital onde o automático faz todo este processo. A fotografia é mais do que um simples aperto de botão. É uma arte que o artista é um observador que busca ser fiel ou não ao instante recortado em sua lente, mas se a opção é fotografar com uma simples lata como fazer isso?
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A nossa primeira dica é: Enxergar além do que os olhos podem ver. O momento é único e o instante não capitado em milésimos de segundos e sim no intervalo de cinco a dez segundo no mínimo.
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Fotografar com uma lata na era digital parece ser um retrocesso, mas é a busca da raiz que a fotografia artesanal mostra o seu diferencial.
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O Lata Mágica Recife, trabalhou os últimos oito meses com as câmeras digitais porem é o artesanal que provoca nos fotógrafos: Willam Duarte & Odilene Andrade, uma busca por algo maior do que apenas fotografar.
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Transmitir um conhecimento e dar a chance para que todos que não podem ter em suas mãos este objeto que com um aperto no botão faz todo o processo, as latas doam este sentimento de paixão e valorização do indivíduo singular.
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Voltamos com toda a força que tínhamos há quatro anos como começamos.
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Agradecemos a todos que sempre nos incentivaram e para recomeçar nós digam o que vocês gostariam que fossem fotografados na região metropolitana do Recife.
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Willam Duarte.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Bahia - Exposição resgata imagens do início da carreira de Pierre Verger

Correio - O QUE A BAHIA QUER SABER

entretenimento |16.09.2009 - 13h31

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Dóris Miranda | Redação CORREIO

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Os baianos já suspeitavam que, quando aportou na Bahia para morar, em 1946, aquele francês acumulava muitas histórias para contar. Coisas que Pierre Verger (1902-1996) guardou no fundo das gavetas porque aqui encontrou seu universo particular. O etnógrafo que era não resistiu à urgência da negritude que exalava das ruas de Salvador e foi direcionando seu olhar fotográfico já formado para os terreiros, os saveiros da rampa do Mercado, as feiras livres, as ruas. Agora, o público tema chance de conferir o trabalho do Verger, que viajou o mundo na década de 30, no período em que se iniciou na fotografia, apontando a Rolleiflex para cenas prosaicas flagradas no cotidiano estrangeiro.


O Campo de Marte, no centro de Paris, ainda sem o verde de hoje,
visto do alto da Torre Eiffel, em 1937

Foto: Pierre Verger/ Divulgação

Uma vasta amostragem disso está na exposição De um mundo ao outro - Pierre Verger nos anos 30, montada no Palacete das Artes Rodin Bahia (Graça) e na Aliança Francesa (Ladeira da Barra), com visitação aberta ao público a partir de hoje.

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A mostra, que tem curadoria de Cláudia Pôssa e Alex Baradel, segue até 18 de outubro, sempre de terça a domingo, das 10h às 18h. A entrada é gratuita. “É um outro Verger, que estava formando seu olhar de fotógrafo. Por isso, não são seus trabalhos mais importantes, que foram desenvolvidos posteriormente, na Bahia. Mas vale muito a pena conferi-los até para se ter ideia do que viria depois”, avalia Cláudia Pôssa, que selecionou 180 fotografias, 30 documentos originais, 11 reproduções em grande formato e um audiovisual.

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Pescador na saída para o mar da Polinésia (1937)
Foto: Pierre Verger/ Divulgação

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Em conjunto, esse material resgata o ambiente cultural e artístico da época entre a Primeira e a Segunda Grande Guerra Mundial. Os curadores vão ministrar palestra gratuita sobre a exposição e a pesquisa que gerou o material no dia 24, às 19h30, na Aliança Francesa (Ladeira da Barra).

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Olhar humano
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Além do Verger propriamente dito, a exposição apresenta obras de outros artistas contemporâneos a ele, que o influenciaram diretamente, como Pierre Boucher (que iniciou Verger na fotografia), René Zuber, Emeric Feher e Maurice Baquet. Todos, frequentadores do estúdio de Zuber, onde discutiam a extensão daquela nova objetividade pregada pelos alemães. Mas, sem querer teoria apenas, eles saíram para o mundo.

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Nas feiras filipinas, um flagrante de relaxamento
Foto: Pierre Verger/ Divulgação

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Como o húngaro Robert Capa ou o conterrâneo Cartier-Bresson, Pierre Verger publicou suas fotorreportagens em revistas de peso, como a francesa Regards e a americana Life. “Essa época é marcada pelas descobertas de outras culturas por ele, é um momento de ruptura, quando deixa de viver a vida burguesa da família e passa a olhar o mundo de outra forma. Por isso, escolhemos esse período da vida do artista para montar essa exposição”, explica o curador Alex Baradel.

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O que se vê, então, são instantes imortalizados de Paris no auge de sua efervescência cultural, das colônias francesas nas Antilhas, África e Polinésia. O processo de trabalho era simples: ele saía às ruas e seguia na direção que o instinto pedia. Pierre Verger já apresentada ali, intuitivamente ou não, a perfeita simetria entre a técnica e o elemento humano que transformaria suas imagens em arte.

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“Apesar da inexperiência como fotógrafo, o Verger etnógrafo já manifesta o traço principal que iria pontuar sua trajetória posterior, que se tornaria sua marca na Bahia”, arremata a curadora.

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Serviço
Evento - De um mundo ao outro - Pierre Verger nos anos 30
Local - Palecete das Artes Rodin Bahia e Aliança Francesa
Quando - De hoje até 18 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h

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(Notícia publicada na edição impressa do dia 16/09/2009 do CORREIO)

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