Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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domingo, 4 de julho de 2021

Mosaicos photographicos 04

 * Victor Nogueira



fotos victor nogueira - PONTES E RIOS 1 - da esquerda para a direita e de cima para baixo  -  Lisboa (rio Tejo - 25 de Abril), Porto (rio Douro - Arrábida), Amarante (rio Tâmega), Vila do Conde (rio Ave), S. Miguel de Arcos (Vila do Conde - rio Este),Barcelos (rio Cávado), Lisboa (rio Tejo - Vasco da Gama), Vila Ruiva (Cuba - ribeira de Odivelas), Ucanha (Lamego - rio Varosa), Barcelos (rio Cávado)

fotos victor nogueira - CASTELOS E FORTIFICAÇÕES 3 - da esquerda para a direita e de cima para baixo  -  Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Mil Fontes, Moura (castelo). Palmela, Moura (torre de atalaia), Vila do Conde (Forte de S. João Baptista), Mértola, Cividade de Terroso, (Póvoa de Varzim). Setúbal (Forte de S. Filipe), Lisboa (Torre de Belém)


fotos victor nogueira - painéis de azulejos 1 -  a maioria destas fotos aindão não estão identificadas, salvo os de Setúbal (registo no Largo de Santo António, numa vivenda contando a vida dum industrial da indústria conserveira e os de "António Jacintho da Fonseca", de "Aguas Ardentes e Licores" e o do demolido Bairro Operário Afonso Costa). O da esquerda em baixo é da Quinta Real de Caxias. Dos não identificados a maioria deve ser em Lisboa.

fotos victor nogueira - painéis de azulejos 2 - da esquerda para a direita e de cima para baixo
Caneças (Odivelas), Lisboa, Amarante, Torres Vedras (armazéns Abel da Fonseca), Leiria, Seixal ,Lisboa (Graça), Arcos de Valdevez,, Arraiolos (Igreja da Misericórdia?), Caxias (quinta real),

Cobrindo paredes interiores e exteriores, historiados ou simplesmente geométricos, evocativos ou com pretensões literárias, encontramo-los por esse Portugal fora, desde o modesto registo "protector" do santo invocado ao trabalhado de igrejas e palácios, policromados ou em tonalidades de azul.

Executados em 2016 07 02 com o programa em pt.scrapee.net

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

entre douro e minho - a informação em torno das pontes românicas

* Victor Nogueira (texto e fotos)


A informação diversificada, desde a toponímia à publicidade, com o intuito  de esclarecer  ou de convencer


















segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pedro Abrunhosa - Pontes Entre Nós


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PONTES ENTRE NÓS

(Pedro Abrunhosa | Pedro Abrunhosa)

Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.

Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.


Publicado por Universal Music Portugal às 00:00 - Sexta-feira, 22 de Junho de 2007
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http://pedro_abrunhosa.blogs.sapo.pt/4772.html
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