Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rômulo Lubachesky desvenda os segredos da Fotografia Infravermelho na Escola de Imagem

Dom, 05 de Setembro de 2010 13:45 Patrícia Leris.
A fotografia, por si só, provoca nas pessoas interesse em desvendar seus mistérios, pois, as imagens são elementos que transmitem informações e sentimentos de uma forma especial. Por isso, existe sempre a busca pela imagem perfeita e cores surpreendentes.


Um exemplo disto está na fotografia infravermelho, criada na década de 20, que vem despertando cada vez mais curiosidade sobre a sua produção. Isso se deve às belíssimas imagens feitas com essa técnica, resultados de uma combinação de elementos e cores.

De acordo com Rômulo Lubachesky, fotógrafo e especialista no tema, a fotografia infravermelho têm o poder de transformar objetos e cenas em imagens reveladoras. A técnica consiste em fotografar utilizando uma câmera digital ou analógica utilizando um filtro infravermelho acoplado à frente da objetiva. As câmeras digitais possuem um filtro interno que possibilita, com a sua retirada, também registrar a imagem em infravermelho, porém esta retirada somente deve ser feita por pessoas especializadas.

Para compartilhar estes conhecimentos, o fotógrafo Rômulo Lubachesky estará na Escola de Imagem em Belo Horizonte (Rua Colômbia, 375 – Sion), nos dias 25 e 26 de setembro, para ministrar o curso “Fotografia Infravermelho”. 

Segundo Rômulo, o curso tem por objetivo ensinar técnicas de captura de imagens infravermelhas através de câmeras digitais. “Durante o curso não irei ensinar somente a produção de foto infravermelho, mas sim, dar base para que os próprios alunos desenvolvam suas técnicas e avancem no conhecimento sobre o tema. O infravermelho envolve muitas variáveis que permitem uma gama de possibilidades para que cada fotógrafo encontre sua tendência e faça sua história”, explica. 

Durante as aulas serão repassados conceitos sobre a história e usos práticos da foto infravermelho, as possibilidades da técnica, fotografia multiespectral, entre outros. Além disso, serão ministradas aulas práticas no Parque Municipal para que os alunos produzam suas próprias imagens. “Espero encontrar pessoas interessadas em aprimorar suas técnicas fotográficas, profissionais e amadores que não se contentam em conhecer o básico e querem explorar todas as possibilidades da fotografia, inclusive as naturalmente invisíveis”, afirma.

Sobre Rômulo Lubachesky

O fotógrafo conheceu a fotografia infravermelho quando estava na faculdade de Geologia, onde trabalhava com imagens orbitais e utilizava o infravermelho. Na época, as primeiras fotos estavam sendo publicadas na Europa. “Elas não tinham nenhuma indicação sobre a técnica utilizada, mas pude identificar nas suas características que se tratavam de foto infravermelho”, comenta. Hoje, seu trabalho é reconhecido em todo o Brasil, onde já participou de exposições, além de escrever diversos artigos sobre o infravermelho. “Minha carreira como fotógrafo teve um grande impulso com o uso dessa técnica e, principalmente, com a divulgação de sua metodologia. Isso é mais que um orgulho para mim”, finaliza.

Sobre a Escola

A Escola de Imagem é hoje a maior e a maios completa escola de fotografia e vídeo digital do país. O objetivo é oferecer cursos diferenciados e de qualidade que contribuam para a ampliação dos conhecimentos para quem deseja trabalhar com fotografia profissional ou amadora. A escola conta com professores altamente qualificados, que estão sempre em busca de um aperfeiçoamento no mercado e que trabalham com técnicas pioneiras, com foco no aluno.

AGENDA: curso “Fotografia Infravermelho” (Rômulo Lubachesky)

Data: 25 e 26 setembro de 2010

Local: Escola de Imagem - Rua Colômbia, 375 – Sion – Belo Horizonte - MG
Informações: (31) 3264-6262 ou www.escoladeimagem.com.br

Requisitos: Câmera Infra ou Filtro RM72

Carga horária: 16 horas // O curso terá apostilas em PDF e certificado de conclusão.
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http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18648:-romulo-lubachesky-desvenda-os-segredos-da-fotografia-infravermelho-na-escola-de-imagem&catid=58:cat-eventos&Itemid=333
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Radiação Infravermelha

sobre Física Por Algosobre Assinar feed do autor
conteudo@algosobre.com.br
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A natureza composta da luz branca foi demonstrada pela primeira vez por Newton, em 1664, quando decompôs a luz solar por meio de um prisma, projetando-a numa tela. A imagem alongada e colorida do Sol foi chamada por ele de espectro. 
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Em 1880, o astrônomo inglês William Herschel (1738 - 1822) repetiu a experiência de Newton, com a finalidade de descobrir qual das cores do arco-íris daria mais resultado no aquecimento do bulbo de um termômetro. Percebeu que o termômetro era aquecido pelo violeta, pelo azul e pelo vermelho. No entanto, o aquecimento era mais eficaz com o alaranjado e com o vermelho. Finalmente, percebeu que o bulbo do termômetro se aquecia ainda mais se fosse colocado na região escura que se estende além do extremo vermelho do espectro. Assim foi descoberta a radiação infravermelha.
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A radiação eletromagnética infravermelha tem comprimento de onda entre 1 micrômetros e 1000 micrômetros. Legeiramente mais longa que a luz visível, situa-se no espectro entre a luz vermelha e as microndas. Por ser uma onda eletromagnética não necessita de um meio para se propagar, pode se deslocar no vácuo com a velocidade da luz. É assim que o calor viaja do Sol à Terra.
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Na faixa de radiações do infravermelho distinguem-se três regiões: Infravermelho próximo, médio e longínquo. A subdivisão, não muito precisa, baseia-se na facilidade em produzir e observar essas três modalidades do infravermelho, o que depende de seu comprimento de onda. Todavia pode-se estabelecer que o infravermelho próximo vai de 0,7 a 1,5; o infravermelho médio, de 1,5 a 10; e o infravermelho longínquo, de 10 a 1000 micrômetros. O infravermelho próximo possui as mesmas propriedades da luz visível, com a diferença de que não é percebido pela vista. Pode ser produzido por qualquer fonte luminosa e ser estudado com os mesmos detectores (chapa fotográdicas, fotocélulas, etc). Já o infravermelho intermediário requer, para ser produzido, técnicas mais refinadas. Finalmente, o infravermelho longínquo necessita de instrumentos especiais.
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Embora invisível, a radiação infravermelha pode ser percebida por suas propriedades de aquecimento. Quando um aquecedor elétrico é ligado, sente-se seu calor irradiado antes mesmo que a resistência comece a avermelhar-se.
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Se o olho humano fosse sensível a radiação de 10 micrômetros (a faixa de emissão mais comum de corpos à temperatura ambiente), não haveria necessidade de iluminação artificial, pois tudo seria brilhante durante o dia ou a noite. Os seres vivos se destacariam com nitidez por serem mais quentes e, portanto, mais brilhante que o ambiente. Apenas os objetos frios ficariam negros. Assim, sem o emprego de luz artificial, seria difícil descobrir qualquer coisa que estivesse no interior dos refrigeradores.
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Alguns animais, como as cobras, possuem uma "visão" de 10 micrômetros que lhe permite apanhar suas presas à noite. Esta habilidade de perceber objetos quentes no escuro apresenta um evidente valor militar e seu controle tem impulsionado muitas pesquisas sobre sistemas de detecção.
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A radiação infravermelha encontra aplicações práticas muito importantes. É utilizada, por exemplo, para aquecer ambientes, cozinhar alimentos e secar tintas e vernizes.
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Em medicina, tem amplo uso terapêutico, sendo empregada no tratamento de sinusite, dores reumáticas e traumáticas. A radiação infravermelha penetra na pele, onde sua energia é absorvida pelos tecidos e espalhada pela circulação do sangue.
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Existem aparelhos especiais que permitem ver um objeto pela detecção das radiações infravermelhas que ele emite. Um exemplo prático é dado pelo sistema de alarme infravermelho: qualquer interrupção de um feixe dessas radiações ocasiona a criação de um impulso elétrico no detector de controle, ligando o alarme. Esse sistema é usado, também nas portas de elevadores, para evitar que elas se fechem sobre as pessoas. 
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A fotografia é uma das atividades mais beneficiadas com a aplicação da radiação infravermelha. Algumas emulsões fotográficas podem se tornar sensíveis a uma luz de comprimento de onda de até 1,1 micrômetro - o infravermelho próximo da luz visível. Utilizando um certo tipo de filme infravermelho colorido, as cores dos objetos apresentam-se deslocadas de suas posições no espectro - a luz azul não aparece, os objetos verdes ficam azuis, os vermelhos mostram-se verdes e os infravermelhos colorem-se de vermelho.
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Fonte:
http://br.geocities.com/saladefisica 
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.http://www.algosobre.com.br/fisica/radiacao-infravermelha.html
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sábado, 22 de maio de 2010

Concurso americano premia imagens científicas;

 

Os autores da foto, batizada de Save our Earth. Let’s Go Green (Salve a nossa Terra. Vamos nos tornar verdes, em tradução livre), dizem que ela pode ser uma representação da necessidade de cooperação entre pessoas de todas as áreas para lidar com as questões mais importantes do planeta. 
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Segundo um dos autores, o pesquisador Sung Hoon Kang, da Universidade Harvard, cada minúscula fibra pode representar uma pessoa. No conjunto, elas são capazes de sustentar a esfera (ou a Terra).
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Entre os premiados com menções honrosas pelo concurso “International Science & Engineering Visualization Challenge” na categoria fotos estão uma imagem de cristais de um sal coletado no Vale da Morte, na Califórnia, uma imagem semelhante a flores coloridas formada por uma experiência com células e uma foto que mostra o processo de auto-fertilização de uma flor.
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Na categoria ilustrações, uma das imagens vencedoras mostra uma representação gráfica das forças exercidas por células pulmonares ao formarem vasos capilares. A imagem tridimensional faz parte de um projeto para apresentar dados científicos de maneiras novas e criativas.
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Outra ilustração, que recebeu uma menção honrosa, mostra um hipotético hambúrguer de água-viva. A criação de uma cientista marinha e de um ilustrador gráfico tinha como objetivo alertar para os perigos da pesca excessiva e das mudanças climáticas para a vida marinha.
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Segundo os criadores da imagem, o aquecimento dos oceanos reduzirá os estoques de peixes, mas permitirá a multiplicação de espécies agressivas como as águas-vivas.
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O concurso premiou ainda concorrentes nas categorias gráficos e pôsteres de informação, games interativos e mídia não interativa.
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Os premiados foram anunciados na última edição da revista Science, publicada pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês). 
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GALERIA DE FOTOS: IMAGENS DA CIÊNCIA

Esta foto, que mostra nanofibras plásticas com um diâmetro de 1/500 de um fio de cabelo ao redor de uma minúscula esfera, foi a vencedora do concurso anual sobre visualização da ciência realizado pela revista 'Science' e pela Fundação Nacional da Ciência, dos EUA. (foto: 'Save our Earth. Let's go Green', de Sung Hoon Kang, Joanna Aizenberg e Boaz Pokroy, Harvard University)
A foto de uma esfera verde microscópica envolta por fibras de polímeros com diâmetros equivalentes a 1/500 de um fio de cabelo foi a grande vencedora de um concurso anual promovido pela revista Science e pela Fundação Nacional da Ciência, dos Estados Unidos, para premiar imagens científicas.

Suíço revela beleza de pólen em fotos de microscópio

                                                                              
O cientista suíço Martin Oeggerli fotografa grãos de pólen com a ajuda de um poderoso microscópio, no porão de sua casa.
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Sob o pseudônimo de Micronaut, o suíço revela a beleza microscópica desses grãos que, na Europa, são responsáveis por fortes alergias durante a primavera.
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Sua intenção é mostrar que todos os grãos têm suas particularidades e diferenças.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Fotógrafo americano registra 'flores elétricas' sem câmera

_Variedades

segunda-feira, 27 de julho de 2009, 06:27 | Online


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Técnica de exposição das plantas diretamente sobre filme ligado à eletricidade se inspira no método Kirlian

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- Depois de dedicar 20 anos de sua carreira à fotografia de paisagens, o americano Robert Buelteman descobriu uma nova maneira de registrar a natureza: utilizar eletricidade para iluminar folhas e flores, em uma técnica que dispensa o uso da câmera e de lentes.
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Para obter as 80 imagens que compõem a série Through the Green Fuse ("Através do fusível verde"), o fotógrafo utiliza instrumentos cirúrgicos para posicionar as plantas sobre uma mesa transparente, e em seguida posiciona uma matriz metálica, na qual estão o filme e uma emulsão fotográfica. O conjunto é, então, ligado a uma fonte elétrica.
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Ramo de maconha - Foto: Robert Buelteman©2009


Em um quarto escuro, ele então aciona a eletricidade de altíssima voltagem, que pode vir de fontes como o tungstênio, o xenônio ou fibras ópticas.

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"Esta técnica tem mais semelhanças com a tradicional pintura japonesa a nanquim do que com as atuais formas de fotografia", diz Buelteman. "Cada entrada de luz, assim como cada pincelada na pintura, não foi ensaiada. E uma vez, liberada, não pode ser desfeita".

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Flor de strelitzia - Foto: Robert Buelteman©2009


'Fragilidade da vida'

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Em entrevista à BBC Brasil, Buelteman contou que a ideia para esta série surgiu em 1999, depois que ele perdeu quatro familiares vítimas de câncer.

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"Sempre tive vontade de encontrar a minha voz para expressar a beleza, o equilíbrio e a harmonia que eu vejo na natureza", afirmou. "Com a perda de meus parentes, me senti mais determinado ainda a expressar a beleza e a fragilidade da vida".

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A técnica utilizada pelo americano se inspira no método que ficou conhecido como fotografia Kirlian, ou Kirliangrafia, desenvolvido pelo cientista russo Semyon Kirlian. A técnica também é chamada de bioeletrografia.

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"Com a adição de aparelhos de fibra óptica para conseguir um maior controle sobre a exposição de luz sobre a matriz, este trabalho representa também uma nova interpretação de uma forma de arte honrada há tempos", diz Buelteman.

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As imagens do fotógrafo estão reunidas no livro Signs of Life ("Sinais da Vida"), lançado nos Estados Unidos.

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Zero pra você também

Seg, 27/07/09 14:49 , passianotto@estadao.com.br

Nessa dou nota zero tanto para o Estadão, que como disse o gilsondaniel parece que quis mesmo foi causar polêmica utilizando a denominação mais vulgar da florescência, quanto para esse amigo, que pelo visto não considera a planta (e não a droga) digna de arte. Ao conhecer mais sobre o trabalho do artista (disponível em http://www.buelteman.com) concluí que esse foi um dos trabalhos mais bonitos e válido para ser usado como exemplo. Deve-se culpar as pessoas que fazem mal uso, e não a planta em si, que tem outras funções econômicas - têxtil, cosmético, terapêutico... e nesse caso artístico - nada moralmente condenáveis.

Seg, 27/07/09 12:41 , skondido@estadao.com.br

não sei como são utilizadas para provocar este efeito na lampada, mas ao contrario do que diz a reportagem tungstenio, xenonio e fibra optica são fontes de luz e não eletricidade.

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