Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Miscelânea

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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

Miscelânea

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* Fotos de Victor Nogueira
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Caldas da Rainha - limões


Local não identificado - Caixa do Correio (Linda-a-Pastora ?)


Beja- Marco do Correio


Beja - oratório


Beja - Janela de inspiração árabe/medieval
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comentários:

De Amor e de Terra disse...

Muito belas (quase todas) e curiosas (algumas)

em todo o caso, engenhosas.

Maria Mamede

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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Janelas (1)

* Fotografias de Victor Nogueira

Domingo, 22 de Julho de 2007

Janelas (1)


Caldas da Rainha




Vila do Touro



Serpa



Monsaraz

Castelo de Pamela


Beja

Beja

Para a Casa de Maio

segunda-feira, 31 de março de 2008

Cacém - A Casa de Ribeiro de Carvalho e não só - azulejaria

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* Texto e fotos de Victor Nogueira

Queluz, Amadora e Cacém


Um desvio na autoestrada, um largo desafogado. Frente a frente uma igreja e o barroco Palácio de Queluz, estilo rocaille, com o seu jardim e salas sumptuosas.

Esta é uma povoação que ainda não parece uma incaracterística selva de betão em múltiplos andares como sucede no Cacém ou na Amadora, povoações parecidas umas com as outras, que não distinguiremos se formos largados de olhos vendados no meio delas. Uma ou outra casita mais antiga é o que resta dos povoados primitivos.

No Cacém uma casa portuguesa que fazia parte duma quinta em ruínas ostenta múltiplos e variados painéis de azulejos, o que aliás predominam na rua onde se situa, testemunho de esplendores passados.

Face à agressiva selva clandestina de betão em que se transformaram Agualva-Cacém e Amadora, ninguém diria que foram terras de bons ares e de quintas aprazíveis onde durante séculos os lisboetas descansavam em veraneio. (Notas de Viagem, 1997)
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