Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Things behind the sun - Nick Drake

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cande3787 | 07/03/2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
I think it´s all in the video;
But this is for those who loose their minds while catching the essence of the things; like me. enjoy it!
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danielion999 | 04/09/2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 2 utilizadores que não gostaram deste vídeo
From the album 'Pink Moon'.
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Ripp1e1 | 03/07/2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Nick Drake Things Behind the Sun with slideshow of Hurricane Katrina.

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Things behind the sun Lyrics
Artist(Band):Nick Drake
Review The Song (6) Print the Lyrics


Please beware of them that stare
They'll only smile to see you while
Your time away
And once you've seen what they have been
To win the earth just won't seem worth
Your night or your day
Who'll hear what I say.
Look around you find the ground
Is not so far from where you are
Don´t too wise
For down below they never grow
They're always tired and charms are hired
From out of their eyes
Never surprise.

Take your time and you'll be fine
And say a prayer for people there
Who live on the floor
And if you see what's meant to be
Don't name the day or try to say
It happened before.

Don't be shy you learn to fly
And see the sun when day is done
If only you see
Just what you are beneath a star
That came to stay one rainy day
In autumn for free
Yes, be what you'll be.
Please beware of them that stare
They'll only smile to see you while
Your time away
And once you've seen what they have been
To win the earth just won't seem worth
Your night or your day
Who'll hear what I say.

Open up the broken car
Let goodly sin and sunshine in
Yes that's today.
And open wide the hymns you hide
You find reknown while people frown
At things that you say
But say what you'll say
About the farmers and the fun
And the things behind the sun
And the people round your head
Who say everything's been said
And the movement in your brain
Sends you out into the rain.

Porto - Central de Captação de Água de Foz do Sousa




SÁBADO, 26 DE FEVEREIRO DE 2011


Central de Captação de Água de Foz do Sousa

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* Fotos de Gastão de Brito e Silva
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Confesso que de todo o tipo de edifícios que já fotografei, tenho sido seduzido com uma especial paixão pela a arquitectura industrial. Não só pelas fotogénicas oportunidades que estas estruturas costumam proporcionar, como também pela história que contam.

Já uma vez aqui disse que a arquitectura industrial é o parente pobre dessa arte... é pelo menos muitas vezes tida como tal, por não ter a graciosidade de um palácio ou o romantismo de um castelo ou convento... no entanto não só proporcionaram riqueza e postos de trabalho, como encerram histórias pessoais e colectivas que ditaram a sorte de muitas populações...


São muitas vezes edifícios que pela sua envergadura, poderiam ser aproveitados como espaços empresariais, lúdicos, de ensino, desportivos ou qualquer  outra utilidade que lhes quisessem dar... até mesmo a sua reabilitação como espaço industrial, uma vez que foram concebidos para esse fim...


Mas tenho encontrado neste ruinoso percurso, alguma unidades industriais que certamente deveriam ser conservadas como espaços museológicos, não só pelo espólio que albergam, como pelo papel que tiveram numa sociedade.


A Central de Captação de Água de Foz do Sousa, podemos afirmar com justiça que é um caso flagrante de injustiça museológica, e até mesmo um crime de lesa cultura dado a importância que teve e tem, para toda a área urbana do grande Porto.


Poderia também agora dissertar pelo estado da indústria portuguesa e da falta que fazem ao País as unidades fabris, pelo PIB e pela balança comercial.... poderia também fazer referência ao  papel da indústria no combate ao desemprego, na excelência dos produtos que transportam o nome de Portugal pelo mundo...


Mas vou evitar falar em delicados assuntos, que acabam por fugir à índole deste projecto e centrar-me nesta ruinosa aventura...


Se pensarmos que aqui se captou toda a água que durante mais de um século foi responsável por todo o abastecimento desta grandiosa zona, podemos facilmente concluir que todas as populações e industrias dependeram acima de tudo e de todos, do bom funcionamento desta central de captação... pois sem água não há vida... 


Todo o  Porto e arredores deveriam conhecer e preservar este local... não só pela sua agradável localização que constitui um agradável passeio,  como também como pólo de peregrinação cultural...


Uma vez que o núcleo museológico da EPAL em Lisboa foi já distinguido com um galardão europeu, pelo digno trabalho que fizeram com o Museu da Água, não poderiam as Águas do Porto copiar o exemplo e dar continuidade a esse projecto a norte de Portugal??? É apenas uma inevitável questão que me obrigo a fazer... será que a administração de Lisboa deveria ser  nomeada para este efeito??? Já deram as devidas provas de competência, gostaria de os ver actuar a norte...


Durante a pesquisa que fiz para este post, constatei que a falta de verbas é a "culpada" por esta situação... não há verbas para material velho!!! Embora esta empresa (Águas de Portugal) detenha 388 automóveis topo de gama para os seus directores e altos funcionários... 


Segundo também consegui apurar,  está a ser ponderada a reactivação desta central para prevenir uma eventual calamidade natural e falhar a estação de Lever , até lá a única intervenção que esta companhia pretende fazer é vedar o acesso para evitar a sua continuada vandalização... não sei se devo aplaudir....


Projectos também não faltaram para aqui, foram várias as ideias que nunca foram aprovadas ou aproveitadas, segundo li no JN, foi chumbada pela CM do Porto uma proposta que daria um novo alento a este local... a proposta veio da oposição... não quero fazer julgamentos políticos!!! Não me meto nesse jogos, mas porque é que quando a ideia vem do lado oposto é sempre para ser chumbada???


É caso para dizer .... PORRRAA!!!! É necessário que haja alguém que aja de vez!!!! Antes que seja tarde uma vez mais... boa parte do interior já foi delapidado com requintes de ganância, foi-nos roubado debaixo das barbas da GNR um sem fim de material original, que jamais será reposto na sua íntegra... é tão criminosa a atitude das forças policiais como a dos ladrões, tão criminosa é a empresa que tutela este património...


Houve denúncias populares que nunca tiveram resposta, esta unidade foi desventrada do seu original e valioso espólio que terá sido vendido como ferro velho... há testemunhas que viram camionetas a entrar e sair carregadas de maquinaria pesada, durante o dia e durante a noite... acho que alguém deveria responder por estes crimes... resta saber se a administração, a polícia, ou os ladrões... mas alguém deveria ser pendurado e julgado em hasta pública!!!!


Mas uma vez mais quero evitar comentários pessoais que possa ferir algumas susceptibilidades, vou portanto seguir para a história deste invulgar monumento...


Esta ruinosa aventura começou quando me interessei pelas estruturas industriais que foram responsáveis pela sustentabilidade do País... se pensarmos que estamos essencialmente dependentes de alimentação, água potável e energia, muito antes de qualquer outra actividade, temos de admitir que a base de qualquer sociedade se centra nestas mesmas "fontes de vida"....


Nesse ponto de vista, devemos considerar que a nossa história passa pelo sucesso das fábricas de moagem, quintas, matadouros e estaleiros navais, que garantiam a nossa subsistência... só que para sustentar essa teia seria necessário o abastecimento de água e energia... ou seja .... aqui reitero que esta foi durante mais de um século a mais importante unidade industrial do PORTO!!!     


Por todos esses motivos decidi visitá-la... O dia estava chuvoso e embora a tenha visto pelo Google Earth, não foi fácil lá chegar... assim a vislubrei e parei o carro, dirigi-me a uns funcionários da SMAS que estavam a campinar no terreno, quando me dirigi a eles, imediatamente me disseram que era impossível e ninguém me daria autorização para entrar, e muito menos eles ou o chefe que vinha a caminho... toda a propriedade estava vedada e a entrada era impossível... até aí eles falharam...


Mal virei a esquina e deixaram de me ver, contornei a cerca que nada protege e entrei "legalmente" sem nada me opor... O Edgar foi novamente a estrela da sessão... até parece que está ensinado e quase sempre que enquadrava, ele punha-se em pose...


Assim entrei neste magnífico cenário que tantas oportunidades fotográficas me proporcionou, fiquei vislumbrado com o ambiente nostálgico e quase mágico daquele santuário industrial. Todo o espaço está ainda impregnado com uma envolvente atmosfera que nos faz regredir à  revolução industrial, tal como nos lembra a "família" operária que ali morava...


Ao virar das traseiras e depois de cumprir um  pequeno lance de escadas entrámos na área reservada ao pessoal. São as salas onde onde os funcionários conviviam, a cozinha e refeitório, vestiários e casas de banho... há ainda vestígios dessa vivência diária que durante tantos anos animou estas alas.


Logo a seguir entramos num descomunal espaço que adivinho ter sido uma oficina de manutenção, levando em conta uma resistente bancada que certamente foi o apoio de inúmeras operações, e o que resta de um possível forno, a avaliar pelos tijolos refractários.


Todo o resto do edifício é uma enorme sala de máquinas repleta de tesouros da era industrial, cujas funções seriam o coração que bombeava enormes quantidades do precioso líquido que corria nas veias daquelas povoações, tal como outros equipamentos seriam os rins que filtravam e apuravam esse divino néctar que é a água.


Numa plataforma superior, podemos observar todo este magnífico conjunto num ponto de vista privilegiado, e com surpresa do nosso olhar podemos ainda admirar ao fundo, um quadro técnico onde eram anotadas com rigor todas as  operações, gastos e fluxos que todos os dias aconteciam.


Entre enormes engrenagens, caldeiras e tubagens, damos conta que muito equipamento falta e que estamos perante um grande puzzle incompleto... boa parte deste espólio foi vulgarmente roubado, certamente fundido e vendido como ferro velho... até o Edgar mostrou a sua indignação...


Este monumento é um núcleo arquitectónico composto por duas estruturas. A estrutura principal era dedicada à captação e filtragem da água, a segunda estrutura seria uma central energética que alimentava a primeira, além de albergar os escritórios e toda a parte administrativa.


Os dois edifícios são unidos por uma passagem superior que tem resistido a todas as intempéries e mantendo-se com a firmeza com que foi desenhada, como que um cordão umbilical que  nunca se desprendeu.


Ao entrar no segundo edifício que denuncia o seu cariz do ramo eléctrico, pelo aviso PERIGO DE MORTE, bem visível na porta de entrada, deparei com um cenário menos romântico.

 

 Este sendo muito mais recente não guarda  a nostalgia dos outros tempos, embora a sua vandalização seja menos gravosa, todo o seu interior terá sido igualmente convertido em ferro velho... todos sabemos que o fio de cobre é um bem valioso e os larápios não se fizeram rogar...

Aqui fica além de mais um ruinoso testemunho, a breve história desta empresa....

A partir de 1855, surgem várias companhias candidatas ao projecto e execução de obras de captação, elevação, transporte e distribuição domiciliária, sendo em 22 de Março de 1882 assinado o contrato com a "Compagnie Générale des Eaux pour l'Étranger", o qual é aprovado por Carta de Lei, em 27 de Julho do mesmo ano. 



Por este documento, é dada à Cidade do Porto a água dos Rios Sousa e Ferreira para seu uso exclusivo. 



O contrato com a Compagnie Générale era válido por 99 anos, prazo máximo então permitido por Lei e foi estendido a Matosinhos no princípio do século. Os trabalhos são concluídos em 1886, ficando em 1 de Janeiro de 1887 o abastecimento regularizado. Tinham sido construídos aCentral do Sousa, o Túnel-Reservatório de Jovim, os Reservatórios de St.º Isidro , dos Congregados e de S. João da Foz , e a conhecida Fonte Monumental (dos Leões), cuja função era a diminuição da pressão da água na zona baixa da cidade, e assentes mais de 70km de tubagens.


O sistema mostrou-se extremamente vulnerável em regime de cheias dos Rios Douro e Sousa, começando a Câmara a exercer fortes pressões junto da Companhia que conduziram ao resgate da concessão em 28 de Março de 1927, por 3.500 contos, e à criação dos Serviços Municipalizados Águas e Saneamento em 1 de Abril desse ano.
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Os Serviços Municipalizados Águas e Saneamento, começaram por beneficiar a Central do Sousa e construírem os Reservatórios (1928) e a Central (1929) de Nova Sintra


Em 1934, por decreto-lei, viram-se os Serviços na obrigação de abastecer os concelhos de Gondomar, Gaia e Matosinhos.
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Como reforço à captação do Sousa, procederam-se às aberturas de poços no areal de Zebreiros (rio Douro), estando em 1938, oito em funcionamento.
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A crescente importância de Zebreiros, justificou a construção da Central de Zebreiros, que ficou pronta em 1940.

Na cidade foi iniciada em 1959 a construção do reservatório do Bonfim que ficou concluído em 1961.


Na década de 70, integrados no sistema regional, foram construídos o Reservatório de Ramalde, em Gondomar, Reservatório de Pedrouços, na Maia e a uma Central elevatória em Jovim.

Com a construção da barragem de Crestuma, por intrusão de água do mar, graves problemas surgiram nas captações de Zebreiros, face ao aumento do teor de cloretos.
Foi decidido construir novas captações no sub-leito do Douro, a montante da barragem, em Lever.



Em 1985 entrava em funcionamento a Central Elevatória de Lever, desactivando-se a centenária Central do Sousa e as captações de Zebreiros.


http://www.aguasdoporto.pt/publico/m2_empresa/21_historia.htm

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Marilyn Monroe - o mito

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phaedraecda | 19/02/2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
A tribute to the late, great, Marilyn - Good Bye, Norma Jean
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RazRazzi | 22/07/2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 123 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Another tribute I did for Marilyn thats a little more upbeat then the last one. The song is The Look by Roxette.
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kassetha | 13/10/2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 21 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Ela arrasou coracoes, desfilando seu charme e beleza e deixando como legado uma historia e um mito. - MARILYN MONROE - O MITO
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

From the morning - Nick Drake

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KillSephiroth54 | 08/11/2006 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 43 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Amazing song, nick drake is a legend. Hope you like! - From the Morning
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sunshinewings | 03/12/2006 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 2 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Nick Drake's song "from the morning"
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A day once dawned, and it was beautiful
A day once dawned from the ground
Then the night she fell
And the air was beautiful
The night she fell all around.

So look see the days
The endless coloured ways
And go play the game that you learnt
From the morning.

And now we rise
And we are everywhere
And now we rise from the ground
And see she flies
And she is everywhere
See she flies all around

So look see the sights
The endless summer nights
And go play the game that you learnt
From the morning. 
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http://www.lyricsdepot.com/nick-drake/from-the-morning.html
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Quiet Fire - Melody Gardot



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Lovthelake | 06/01/2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
"Quiet Fire" definitely a song filled with smooth jazz - from her CD "Worrisome Heart."
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Lyrics to Quiet Fire :
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I’m burning up quiet fire
Take my hand do with it what you will
I’m in dire need
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
You walk away nothing left to say but bye, bye blue eyes
And I, no I don’t understand
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
Well you can call me half crazy call me certifiably nuts
All for love
What do you get for letting me win so easily?
Put up your dukes baby what are you made of?
This isn’t right no this isn’t right you know that
I’m not one to fuss but what have you done to me you hardly make love to me now oh my poor hearts about to bust right out of its seams
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
I’m burning up quiet fire
Take my hand do with it what you will
I’m in dire need
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
You walk away nothing left to say but bye, bye blue eyes
And I, no I don’t understand
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
Well you can call me half crazy call me certifiably nuts
All for love
What do you get for letting me win so easily?
Put up your dukes baby what are you made of?
This isn’t right no this isn’t right you know that
I’m not one to fuss but what have you done to me you hardly make love to me now oh my poor hearts about to bust right out of its seams
Cause’
All I want is somebody to love me like I do
All I want is somebody to love me like I do
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http://www.lyricsmania.com/quiet_fire_lyrics_melody_gardot.html
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

The Rain - Melody Gardot

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Lovthelake | 08/07/2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
From her cd "My One and Only Thrill" comes "The Rain" a smooth and sultry rhythm of blues by Melody Gardot.
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Lyrics to The Rain :
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The rain the rain
Rain came down in sheets that night
And you and I stared out to the left and to the right
Rain came down in gusts seemed to laugh at us till daylight
The clouds the clouds
Clouds raced out across the autumn sky
And you and I fumbled for a way to say goodbye
Strangers weren't we scared to look into each others eyes
The rain the rain
Rain came down in sheets that night
And you and I stared out to the left and to the right
Rain came down in gusts seemed to laugh at us till daylight
The clouds the clouds
Clouds raced out across the autumn sky
And you and I fumbled for a way to say goodbye
Strangers weren't we scared to look into each others eyes
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http://www.lyricsmania.com/the_rain_lyrics_melody_gardot.html
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

femme voilée ou dévoilée?

fine nudes



pornotopia:

Alexandre Grand
sensualities:

femme voilée ou dévoilée?
pornotopia:
Alexandre Grand
sensualities:
femme voilée ou dévoilée?

Alexander Rodchenko and the Russian Avant-garde and Master Of Montage

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Copernicussun | 19 de Fevereiro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Alexander Rodchenko, the Russian avant-garde artist, abandoned painting in the early 1920s in favour of photography which he believed would better express the new visual and social realities emerging at that time. His experiments in photography and photo-collage influenced artists and photographers throughout the 20th century. This film by Michael Craig of Copernicus Films is a compilation of extracts from a larger documentary film about Rodchenko's search for new visual frontiers. It is part of a series of four documentaries about the Russian avant-garde. For more information about this series check our site at http://www.copernicusfilms.com
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CreativeMediaStudent | 20 de Outubro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Slideshow made in college displaying and discussing the work of Russian photographer Alexander Rodchenko
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Aleksandr Ródtchenko - O olhar do pioneiro da fotografia moderna


Antonio Gonçalves Filho - O Estado de S. Paulo
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Arte e política sempre foi uma dobradinha perigosa, mas, no caso do russo Aleksandr Ródtchenko (1891-1956), essa mistura teve um desdobramento explosivo. Vanguardista de primeira hora, um ano antes da Revolução Russa ele alugou uma casa vazia na Rua Petrovka, em Moscou, e organizou uma exposição futurista junto a outros artistas que ficariam famosos - Maliévitch e Tatlin, entre eles -, antes de ser chamado para o serviço militar. Após a desmobilização, em 1917, de volta a Moscou, fundou o Sindicato de Artistas Pintores, virou secretário da esquerdista Federação Jovem e começou a trabalhar numa série de composições abstratas. Tudo caminhou bem até surgir Stalin e seu realismo socialista. Mesmo com a feroz censura e perseguição do ditador aos vanguardistas, Ródtchenko sobreviveu para se tornar o maior nome da fotografia experimental russa. E é com esse título que sua obra chega ao Brasil para a primeira grande retrospectiva do fotógrafo, que será aberta nesta quinta, 4, na sede do Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro.
Reprodução
Reprodução
Composição oblíqua de 1929, recurso usado antes por Eisenstein no filme 'O Encouraçado Potemkin'
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Veja também:
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Os paulistanos não precisam ficar com inveja. A gigantesca mostra chega a São Paulo em fevereiro e ocupará a Pinacoteca do Estado, reunindo não só as fotos mais conhecidas de Ródtchenko como suas primeiras fotomontagens futuristas, as capas feitas para os livros do poeta e amigo Vladimir Maiakóvski (1893-1930), as colagens satíricas para revistas de arte, os projetos de cartazes para documentários de Dziga Vertov (1896-1954) e dezenas de instantâneos registrados como fotojornalista. São imagens de tal força criativa que, quase um século depois, parecem ter sido captadas ontem, como observa Olga Svíblova, curadora da mostra e diretora do Museu Casa da Fotografia de Moscou, que emprestou parte dessa valiosa coleção. A mostra tem também impressões vintage pertencentes a colecionadores particulares.
Introdutor da estética construtivista na fotografia, Ródtchenko pesquisou métodos para aplicar os princípios estéticos do movimento a essa linguagem, sendo pioneiro na composição diagonal, que confere movimento à imagem e destaca a grandiosidade das formas - objetivo, aliás, do construtivismo, que ligava a emancipação artística às transformações sociais e arquitetônicas da metrópole na nova ordem surgida com o socialismo. Na mostra há vários exemplos desse olhar positivista que, em 1943, ficaria desiludido ao ver o regime stalinista usar a arte como ferramenta política para manipular o povo. Em seu diário, nesse mesmo ano, Ródtchenko conclui ter nascido cedo ou tarde demais para ver a arte separada da política. "Eu quero levar o povo à arte, não usar a arte para levá-lo a algum lugar."
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Cabe lembrar que Malevitch, que discordava de Ródtchenko sobre a instrumentalização ideológica da arte - o suprematista defendia a autonomia artística -, usou pela primeira vez o termo construtivista para definir um trabalho de Ródtchenko de 1917, justamente no ano da revolução blochevique. A poesia de Maiakóvski, marcada pela influência de Nicolai Asseiev e pelo cinema de Eisenstein - para o qual Ródtchenko desenhou cartazes - são filhos do construtivismo russo, que tentou conciliar experimentação formal com militância ideológica. O fotógrafo, por exemplo, registrou com entusiasmo as primeiras manifestações coletivas da nascente União Soviética e seguiu acompanhando a movimentação dos populares, seja nas reportagens sobre comerciantes de rua dos anos 1920 ou nos desfiles na Praça Vermelha nos anos 1930.
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A evolução do trabalho fotográfico de Ródtchenko pode ser notada claramente nos primeiros anos - das fotomontagens que serviam de ilustrações para livros dos anos 1920 (de Maiakóvski) ele passa à geometrização da paisagem nos anos 1930, fotografando monumentos e praças de Moscou numa angulação insólita, diagonal, que até hoje impressiona os fotógrafos pós-modernos. Ródtchenko, segundo Aleksandr Lavréntiev, "transformou a foto documental em arte". Esse papel de pioneiro do modernismo da ex-União Soviética nunca lhe foi negado, mas as formas de composição de Ródtchenko foram contestadas como originais em 1928, quando a revista Soviétskoe Foto insinuou que as fotos angulares dos pinheiros e sacadas de prédios feitas por ele deviam algo às experimentações do húngaro László Moholy-Nagy, na época fora da Bauhaus e editando uma revista de fotografia vanguardista, a International Revue. Moholy-Nagy jamais negou que sua principal influência fosse a escola construtivista russa.
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Ruttmann. No fim dos anos 1920, no entanto, Ródtchenko parecia mais interessado no cinema experimental de Dziga Vertov e do alemão Walter Ruttmann (1887-1941), que dirigira em 1927 o hoje clássico Berlim, Sinfonia de Uma Metrópole, um semidocumentário sem narrador sobre o cotidiano da cidade alemã, francamente influenciado pela teoria da montagem eisensteiniana e simpático às classes menos favorecidas. Tanto é verdade que as fotos do período que integram a retrospectiva são marcadas pela estética de Ruttmann, seja no enquadramento arquitetônico ou na perspectiva com que registra populares andando pelas ruas. Seguiu assim até 1933, ano em que declarou seu esgotamento formal.
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Dois momentos em particular devem atrair os visitantes da mostra. O primeiro mostra a foto da mãe do artista em 1924, em que metade do enquadramento destaca um lenço de cabeça e outra metade um par de óculos dobrado - lavadeira, ela começou a ler em idade avançada. No mesmo ano ele registrou várias imagens do amigo Maiakóvski contra a parede de seu laboratório. São as fotos mais conhecidas do poeta e revelam uma sintonia perfeita entre os amigos, tanto pela simplicidade da composição - não há artifícios - como pelo despojamento do cenário. Como se vê, modernidade era mesmo com Ródtchenko.
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Ródtchenko: Revolução na Fotografia
Instituto Moreira Salles (Rio). Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Inauguração quinta, 4, às 19h30. Até janeiro de 2011. A partir de fevereiro, a mostra ocupará a Pinacoteca do Estado, em São Paulo.
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http://www.danyanovikov.narod.ru/rofo/rodlogos2.html