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Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
domingo, 18 de outubro de 2009
O fim da saga do Kodachrome e Sharbat Gula
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Kodachrome - o fim
24 Junho, 2009
Kodachrome - o fim
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Perante um cenário em que os rolos eram utilizados por um grupo muito restrito de fotógrafos, a empresa americana não precisou de pedir à mãe de ninguém para acabar com o Kodachrome. Ela própria tirou-o do mercado.
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»»Paul Simon cantou Kodachrome assim:
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When I think back on all the crap Ive learned in highschool
Its a wonder I can think at all
Though my lack of education hasnt hurt me much
I can read the writings on the walls
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Kodachrome, they give us those nice bright colours
They give us the greens of summers
Makes you think all the worlds a sunny day, oh yeah
I got a nikon camera, I love to take a photograph
So mama dont take my kodachrome away
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If you took all the girls I knew when I was single
Brought em all together for one night
I know theyd never match my sweet imagination
Everything looks better in black and white
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Mama dont take my kodachrome away, mama dont take my kodachrome away
Mama dont take my kodachrome away
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Mama dont take my kodachrome, mama dont take my kodachrome
Mama dont take my kodachrome away
Mama dont take my kodachrome and leave your boy so far from home
Mama dont take my kodachrome away
Mama dont take my kodachrome, whew whew, mama dont take my kodachrome away
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Kodachrome, 1973
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sábado, 27 de junho de 2009
Acaba a era Kodachrome, a mais antiga película a cores
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Aos 74 anos de vida, a Kodachrome sucumbe ao avanço da fotografia digital e de outro tipo de películas fotográficas mais modernas, que fizeram descer as vendas do filme para diapositivos e encarecer o processo de revelação.
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«Kodachrome é um ícone. Foi uma decisão difícil, dada a sua grande história, mas a maioria dos fotógrafos de hoje aposta nas fotos com tecnologias mais novas, tanto digitais como com outro tipo de películas», explicou a presidente da divisão de películas da Eastman Kodak, Mary Jane Hellyar, em comunicado.
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O fabricante calcula que, ao ritmo actual de vendas, os rolos Kodachrome terão desaparecido das prateleiras de todo o mundo no começo do próximo Outono no hemisfério norte.
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Alguns dos últimos rolos serão doados ao Museu Internacional de Fotografia e Cinema George Eastman House, em Rochester (Nova Iorque), onde se encontra a maior colecção do mundo de câmaras e artigos relacionados com fotografia.
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Além disso, está previsto que o fotógrafo Steve McCurry - conhecido pela sua fotografia da rapariga afegã de olhos verdes que 1985 foi capa da revista National Geographic, e que foi tirada com película Kodachrome - utilize algum dos últimos rolos, para que esses diapositivos sejam exibidos no museu nova-iorquino.
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A Kodak também criou um espaço na Internet para homenagear a velha película, a mais antiga do mercado e uma das mais reconhecidas e valorizadas pelos profissionais pela sua nitidez e duração das cores, entre outros motivos.
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Kodachrome deu inclusive nome a uma popular canção do norte-americano Paul Simon e até a um parque natural de Utah, nos Estados Unidos.
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No entanto, já não representa nem um por cento das vendas de películas fotográficas da Kodak, que nos últimos anos procedeu a uma profunda reestruturação do seu negócio para centrar-se no mundo digital.
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O fotojornalista Rui Coutinho contou à TSF que apesar de exigir um «processo muito complicado» para produzir e revelar, a Kodachrome «terá sido o melhor filme de diapositivo feito até hoje», pela sua «naturalidade de cor, definição, permanência e fidelidade»
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in TSF -22 JUN 09 às 21:58
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