Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva na Mértola islâmica


A Alma e a Gente - V #32 - Mértola, Saudade Islâmica - 26 Ago 2007
A Alma e a Gente - VI #43 - Mértola, Moura Encantada - 02 Nov 2008
Horizontes da Memória, Mertola, Vila Museu, 1999



A Alma e a Gente - V #32 - Mértola, Saudade Islâmica - 26 Ago 2007


A Alma e a Gente - VI #43 - Mértola, Moura Encantada - 02 Nov 2008


Horizontes da Memória, Mertola, Vila Museu, 1999

José Hermano Saraiva em Beja

A Alma e a Gente - VI #39 - Beja, A Pax Julia - 05 Out 2008
Histórias que o Tempo Apagou - A Paz em Beja
A Alma e a Gente - D. Leonor, Rainha de Beja
A Alma e a Gente - IX #12 - A Luminosa Beja - 02 Abr 2011
A Alma e a Gente - V #45 - Beja, Passado e Futuro - 25 Nov 2007
Horizontes da Memória, Dois Mil Anos em Beja, 1999



A Alma e a Gente - VI #39 - Beja, A Pax Julia - 05 Out 2008


Histórias que o Tempo Apagou - A Paz em Beja


A Alma e a Gente - D. Leonor, Rainha de Beja


A Alma e a Gente - IX #12 - A Luminosa Beja - 02 Abr 2011


A Alma e a Gente - V #45 - Beja, Passado e Futuro - 25 Nov 2007


Horizontes da Memória, Dois Mil Anos em Beja, 1999

sábado, 28 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva e Évora, do Alentejo

A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008
Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses
A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005
A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005
A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006
Horizontes Da Memória - O Bom Sabor Do Alentejo



A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008

O Templo de Diana é o ponto de partida para uma excursão à cidade de Évora. Vamos visitar uma das mais activas universidades do pais, conhecer o Convento do Espinheiro, e recordar a história e a obra da Fundação Eugénio de Almeida. O programa leva-nos a esta bela cidade alentejana.



Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses


A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005


A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005

Junto de Évora foi edificado pelos frades jerónimos um monumental mosteiro que acaba de ser transformado em hotel de luxo. É esse o ponto de partida para uma excursão que nos leva até junto do túmulo de Garcia de Resende, fiel servidor do Príncipe Perfeito e compilador de um cancioneiro poético que reúne produção lírica desde o século XIV ao seu próprio tempo. O velho mosteiro jerónimo regressa assim aos seus tempos gloriosos, agora integrado num projecto turístico de grande projecção cultural.



A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006

Vamos à cidade de Évora falar de uma das universidades mais activas do país. A Universidade de Évora já tinha sido uma importante universidade portuguesa durante 200 anos, foi criada em 1559 e terminou em 1759. Durante estes 200 anos o ensino foi entregue à Companhia de Jesus e em Évora formaram-se os missionários que levaram a palavra cristã e a cultura europeia às quatro partes do mundo.



Horizontes Da Memória - O Bom Sabor Do Alentejo

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Vila do Conde - entre a Casa José Régio e o Solar de S. Roque

* Victor Nogueira


Os objectivos para esta tarde dum domingo eram passar pela Casa José Régio e explorar a passagem pedonal que liga a Praça deste escritor ao Largo de S. Roque, para de seguida apreciar o pôr do sol na marginal.

Dum modo geral as pessoas em Vila do Conde são amáveis, prestimosas e simpáticas. A hora já era tardia para visitar a Casa-Museu, pelo que me limitei a comprar o livro que da última vez estava esgotado, profusamente lustrado: DG Cultura do Norte Viajar com ... José Régio, OperaOmnia, s/d.. Trata-se dum percurso por Vila do Conde (com exclusão de Portalegre), "ilustrado" também com extractos de escritos seus, designadamente do seu poema  Romance de Vila do Conde  (in http://daliedaqui.blogspot.pt/2016/10/jose-regio-romance-de-vila-do-conde.html)


Numa Vila do Conde quase deserta ou não fosse fim de semana, o rumo foi até à Praça José Régio, onde um miúdo de óculos enormes jogava à bola sozinho, fitando-me com curiosidade ao fotografar a estátua, enquanto uma garota brincaava com um adulto e algumas poucas pessoas conversavam nas esplanadas.


  



De José Régio conheço alguma poesia, as peças de teatro e alguma prosa romanesca, para além das Casa-Museus em Vila do Conde e em Portalegre. Não é dos autores portugueses aquele que releio, parecendo-me um homem atormentado, o da Toada de Portalegre ou do Cântico Negro. Sendo um homem nascido e criado numa pequena vila entre o Rio Ave e o Atlântico, verifico agora que viveu 32 anos em Portalegre, como professor no "cabo do mundo", na outra extrema, se assim se pode dizer, no meio da aridez alentejana e da relevo montanhoso da Serra de S. Mamede. Nunca tendo perdido o contacto com a sua terra natal, onde fixou residência após a aposentação e onde faleceu, que razões ditaram o seu "aparente" exílio no Alto Alentejo ?



Terminada a sessão fotográfica lá percorri a passagem pedonal que liga a Praça José Régio ao Largo de S. Roque, com um dos acessos pelo Solar de S. Roque, onde está instalada a Galeria de Arte Cinemática. 

O Solar de S. Roque pertenceu a António Mariz Carneiro, cosmógrafo - mor do reino e autor de dois regimentos: um da Carreira da Índia e outro da carreira do Brasil. Adquirido recentemente pela Câmara Municipal, foi recuperado da ruína em que se encontrava e nele instalado a Solar - Galeria de Arte Cinemática, Loja das Curtas e Residência de Estudantes. O solar é um edifício dos finais do século XVIII assente sobre antigas fundações dum imóvel quinhentista, que foram preservadas. O edifício presentemente permite o acesso pedonal à Praça José Régio e nele existe, no piso térreo, uma Livraria especializada em cinematografia.

Nenhuma exposição estava patente ao público, mas dei uma vista de olhos pela Loja das Curtas (Metragens). Anualmente e desde 1993 realiza-se em Vila do Conde o Festival de Curtas Metragens.(http://festival.curtas.pt/). Alguns dos livros à venda interessam-me mas estou em apertada maré de contenção de despesas. O balconista diz-me que posso ver os catálogos das exxposições e que são gratuitos e que posso levar os que quiser, pelo que escolho apenas os que mais me despertam a atenção ao folheá-los.




O Solar de S. Roque já surgiu em publicação anterior  Vila do Conde e a Rua do Lidadorhttp://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/09/vila-do-conde-e-rua-do-lidador.html

  












  


(Solar de S. Roque) - fotos em 2016.10.02













(Solar de S. Roque) - fotos em 2016.09.24


(Capela de S. Roque)




De regresso ao Mindelo resolvo comprar comida numa loja de pronto-a-comer, pois não me apetecia cozinhar. Ao lado fica o cinema hoje propriedade municipal. A sessão começa apenas às 21h 45m pelo que não estou para esperar horas para ver o filme.


fotos em 2016.10.02




Praça José Régio