Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Caleidoscópio


  • Nós somos aquilo que de nós pensamos e o que cada um de vós em mim vê ou (se) reconhece. (Victor Nogueira)

     A verdadeira beleza está dentro de nós; o resto é matéria efémera que o tempo degrada e consome. E muitas vezes a verdadeira beleza ou a fealdade só nos surgem com o tempo. (Victor Nogueira)

    Sou sobretudo aquilo que faço e não apenas aquilo que digo (Victor Nogueira)

     Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde sem Alarde, Boa Noite sem Açoite, e Viva a Vida com Alegria, Amor/Humor e Fantasia  Ah! ... e não esquecer alguns trocos para os gastos! (Victor Nogueira) 
  • ‎"Sou todo espinhos e escolhos e ferir-te-às ao tocar-me" (Thomas Edward Lawrence)

    "Seria bom que compreendesse que quando se pensa profundamente numa determinada coisa mais vale morrer do que expor esses pensamentos" (Thomas Edward Lawrence)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O blog fotográfico de Eduardo Martins


Eduardo Martins, Fotografia


portfólio
fragmentos de memória


Açores Entre as asas da imaginação e o desespero de momentos cruciantes, o verde dos campos recortados e o mar admoestando as rochas com bafos de alguma raiva






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Nota biográfica
Digo de mim, com alguma frequência, nunca ter saído da "idade dos porquês". Do que me foi dado avaliar através dos olhares com que me debrucei sobre a Vida tenho feito o meu percurso como cultor da imagem, exultando, num misto de estonteamento, de fascínio e avidez como se de desforra se tratasse, na procura de respostas para aquilo a que alguém chama a razoabilidade das coisas, ouvindo todos os ouvidos do mundo, tentando ouvir e viver tudo duma vez ou concentrar todo o sol da vida num único grito de silêncio.
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Nasci no Barreiro há cinquenta e sete anos, numa espécie de “vila operária", bem defronte da margem do Coina. e todo e cada local ou centenas de figuras humanas, filhos da terra  são-me  familiares, íntimos, fazem parte das minhas memórias mais recônditas.
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Desde muito cedo me embrenhei na força das imagens elegendo a fotografia como a linguagem mais perfeita para “ creditar situações, mostrar fragmentos, ver a realidade e bem assim o que a transcende”..
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Por opção, fui repórter fotográfico desde mil novecentos e setenta e dois, tendo colaborado com jornais tais como o “ República”,  o “ Século”, o “ País”, o “ Diabo”, a “ Tribuna”, o “ Novo Observador”,  o “ Tal e Qual”, entre outros, hoje já desaparecidos.
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Colaborei com Agências Noticiosas como a "Associated PRESS",  "Photographer`s International” e “ Solo Sindication”.
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Fui redactor dos jornais “Turisver” e “ Correio das Regiões” e Coordenador Editorial do “Jornal do Barreiro”., entre outros.
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Vivenciei algumas experiências no mundo da Rádio.
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Deambulei e deambulo pelo mundo da pintura. No dia-a-dia, num silêncio descomprometido, concentro os olhos nas sardas da paisagem e cruzo-me com circunstâncias na leitura ocular de algo que para a maior parte de outros não passaria de uma vaga hipótese, ou nem isso.
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E julgo que hoje, sem amargos de alma, sem remendos de sensações baças, sem complacências politicamente correctas, num silêncio que esfarrapa o tempo, remeto-vos para recortes do Barreiro, a minha terra, de Lisboa, da Figueira da Foz, da Madeira, dos Açores, entre outros locais, através de um “molho” de imagens descomprometidas, besuntadas de saudade e embaladas numa esperança, que vos ofereço. Sem remendos, repito, de olhos lavados, sem palavras ou imagens corrosivas e, sobretudo, com o compromisso de continuar a ser eu próprio, neste mundo em imprudente confusão.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fotos de Carmen Montesino - Fotos do Mural

Foto 179 de 179   

Les rêves sont la littérature du sommeil.
[Jean Cocteau]

terça-feira, 2 de março de 2010

♥Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ♥ Feяmina - unidos por el chile

Assunto: RE: unidos por el chile
Data: 1/Mar 11:04

--- DELFIM wrote: para nuestros hermanos de CHILE mys condolencias...UNYDOS HAREMOS LA DIFERNÇA...E KUANDO LO PLANETA SE KEDA MURIBUNDO HAY KE OLVIDAR E ABOMINAR LAS GUIERRAS LAS DIFERENÇAS DE RELIGION..E DE PIEL...ITALY..HAITI...MADEIRA AHORA EL CHILE..E KE MAS VENDRA??? lo ke sea ke venga ke nos encontre unydos..por un unico planeta la TIERRA!! TOGETHER AGAIN AND ALLWYAS WITH CHILE..HAITI..MADEIRA...AND FOR ALL THIS PLANET.U NEEDS HELP|!!..LETS BE JUST ONE, WITHOUT RELIGIONS OR WARS..WITHOUT DIFFRENTS SKINS COLOURS!!!PEACE AND LOVE!!!!!!..........: ANA CASACA









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