Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
domingo, 9 de novembro de 2025
(34) Azenhas da Ponte do Ave pelo olhar d'outrem
Azenhas no Rio Ave, em fotos de capa (33) imagens d'outrem
* Victor Nogueira
2025 11 03 - Azenhas no Rio Ave, Vila do Conde. Pormenor de fotografia do início do século XX, do Estúdio Guedes (Porto). Espólio do Arquivo Municipal do Porto. (1)
Nos dias de hoje este terreno é um baldio, onde uma esguia chaminé fabril, vermelho tiljolo, se ergue solitaria, testemunho de épocas passadas
(1) "Moinhos de Portugal" in https://www.facebook.com/MoinhosPortugal
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
Azenhas no Rio Ave (01), em fotos de capa (27)
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Segundo o AI Overview, sobre azenhas em Bagunte, Azurara, Macieira da Maia e Vila do Conde
Em Bagunte e Macieira da Maia, havia um complexo de azenhas no rio Ave, que incluía a Azenha de Sabariz (Macieira da Maia), a Azenha do Rio (Bagunte), e a Azenha do Campo (Bagunte). Estas azenhas fazem parte do "complexo molinológico de Ponte d'Ave" e estão ligadas à história da região.
Macieira da Maia: Possuía a Azenha de Sabariz.
Bagunte: Tinha duas azenhas, a Azenha do Rio e a Azenha do Campo.
Outros elementos: O complexo inclui ainda o açude, a Casa dos Moleiros de Sabariz e o Moinho de Vento, além da Ponte D'Zameiro, que ligava as margens.
Em Vila do Conde, existiam um trio de azenhas na margem direita do Rio Ave que foram demolidas em 1937, provavelmente de origem quinhentista, e que eram propriedade do Mosteiro de Santa Clara. Em Azurara, existe uma azenha quinhentista, um dos poucos exemplos que ainda subsistem, que também era uma propriedade do mesmo mosteiro e se encontra junto ao rio.
Vila do Conde
Azenhas: Existiam um trio de azenhas na margem direita do Rio Ave, que foram demolidas em 1937.
Origem e propriedade: Provavelmente de origem quinhentista, foram mandadas construir pelas freiras do Mosteiro de Santa Clara, que as possuíram até meados do século XIX.
Outras estruturas: Junto às azenhas, existia uma fábrica de moagem que trabalhava quando o caudal do rio era insuficiente para as rodas das azenhas.
Azurara
Azenha: Existe uma azenha quinhentista, que se destaca como um dos poucos exemplares da época ainda existentes.
Localização: Está erguida junto à margem do Rio Ave.
Características: É de planta retangular e tem um coroamento em merlões chanfrados.
Propriedade: Esta azenha também pertencia ao Mosteiro de Santa Clara.
sábado, 23 de julho de 2022
Templos religiosos 23 - Arcos, Bagunte e Guilhabreu (2ª edição)
* Victor Nogueira
Aqui se reunem fotos em Arcos, Bagunte e Guilhabreu, as duas primeiras nas margens do Rio Ave e do seu afluente, o Rio Leste. com azenhas, recantos bucólicos e as respectivas pontes românicas, que possibiltam a sua travessia. Se a ponte de D. Zameiro, sobre o Ave, construída cerca de 1209, está encerrada ao trânsito automóvel, o mesmo não sucede com a de S. Miguel dos Arcos, estreitérrima, praticamente sem murete de protecção, que atravessei com algum receio, não fosse mergulhar no rio Este, a cavalo no Fiesta II.
Arcos, como toda esta região, foi romanizada, embora existam lendas envolvendo os mouros, que segundo elas por aqui teriam andado, bem como eventuais vestígios dum castelo medieval, em Argifonso. Para lá da Igreja Paroquial, dedicada a Santa Maria, a freguesia de Bagunte tem várias outras capelas, sendo a mais célebre a da Senhora das Neves, no extremo nascente, que pertencia a Cavaleiros. Noutros tempos foi, de acordo com o Tombo da Comenda de Balazar, conhecida pelo poético nome de Ermida do Vale das Flores, sendo um centro de peregrinação. A antiga freguesia de Santagões, com a antiga igreja paroquial, integra a localidade de Bagunte desde 1898.
De acordo com documentação existente Guilhabreu remonta ao seculo X, Para além da Igreja paroquial, cujo orago é S. Martinho, na freguesia encontram-se as Capelas de São Lázaro e de Nossa Senhora do Amparo, assim como um aqueduto e cruzeiros. Contudo esta foi a última visita que fiz em 1 de Outubro e nos dias subsequentes, pois um acidente com o Fiesta II, que teve de baixar à oficina, deixou-me apeado no sopé da Igreja paroquial.
Guilhabreu
Bagunte
Arcos









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