Victor Nogueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
terça-feira, 5 de outubro de 2021
Fotos de capa em outubro 05
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
fotos de capa em 5 de outubro
* Victor Nogueira
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
Setúbal - Bosque do Centenário (da Implantação da República)
Neste espaço verde em 2013 foi colocado um «Memorial comemorativo do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal» da autoria do escultor Hans Varela. Este Bosque foi objecto duma publicação em «O Bosque do Centenário, em Setúbal»
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
O Bosque do Centenário, em Setúbal
Que centenário é este ? Onde se situa o bosque ? O Centenário é o da Implantação da República em Portugal, oficialmente declarada em 5 de Outubro de 1910, em Lisboa, embora na véspera - 4 de Outubro - já tivesse sido proclamada em Loures, Moita, Almada e Setúbal. O local do bosque é em Vale de Cobro. O 2º Centenário nele recordado é o do nascimento de Álvaro Cunhal, pelo que se poderia dizer que se trata do Bosque dos Centenários.domingo, 5 de outubro de 2014
“Ostras do Sado”, do Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro
E neste 5 de Outubro, a memória de Mariana Torres e António Mendes, operários conserveiros setubalenses, assassinados pelas forças policiais a 13 de Março de 1911 em plena avenida Luísa Todi, na sequência duma manifestação de reivindicação por melhores condições de trabalho. Numa luta condenada pela republicana e feminista Ana de Castro Osório, posicionada no lado oposto da barricada, o dos proprietários da indústria conserveira.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
«As Imagens da República» em todos os distritos do país
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