Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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domingo, 21 de abril de 2024

Murais e grafitos em Setúbal 185 - Palestina nas paredes (Fotos de capa)

 * Victor Nogueira


2024 04 12 Foto Victor Nogueira - Setúbal, Av. António Maria Portela - "Um mural pela Paz" Mural de Azhir Al Majed - "Uma janela para um País livre" "Paiting for Palestine" (2024 04 09 IMG_4376)

Este mural, executado em 28 de Janeiro de 2024, foi de imediato vandalizado, sendo recuperado em 28 de Fevereiro de 2024.

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«O projeto “Uma Janela para um País Livre” surgiu na sequência do último conflito entre Israel e a Palestina, iniciado a 7 de outubro de 2023. tendo por base a obra de Azhar Al Majed, artista da Palestina.

Em Setúbal, decorre no âmbito da iniciativa “Histórias que as Paredes Contam”, que está também a desenvolver várias atividades relacionadas com a celebração dos 50 anos do 25 de Abril.

O desafio de associação à campanha, que arrancou a 14 de janeiro, em Belfast, na Irlanda do Norte, foi lançado pelo sociólogo irlandês Bill Rolston. Além de promover o fim da opressão da Palestina e proclamar a paz, tem como objetivo divulgar obras de artistas palestinianos.»


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2024 04 19 Foto victor nogueira - Setúbal, Av Amália Rodrigues - Mural Palestina Livre (2024 04 16 IMG_4461)   Palestina livre já!! Plataforma U.S. Palestina



2024 04 20 Foto victor nogueira - Setúbal Av Amália Rodrigues - Mural Palestina Livre (2024 04 16 IMG_4459) Fim ao genocídio / Palestina Livre

 
  
2021 01 08 foto victor nogueira - «Palestina Vencerá» - grafito da JCP em setúbal, na esquina da Rua de S. Cristóvão com a Rua José António Januário da Silva (foto em 2020.12)



Palestina   vencerá - JCP (Setúbal Foto Victor Nogueira 2017 05 01  IMG_5355)




Palestina   vencerá - JCP (Setúbal - Largo de Santo António, anterior a 2018

(pormenor da foto seguinte)

Em Setúbal no Largo de Santo António  

São os versos finais da Letra da Música » Hip Hop/Rap » Nocivo Shomon » Poesia da Madrugada 

sexta-feira, 3 de março de 2017

David Rubinger, legendary Israeli photographer, dies






Six day war. Israeli paratroopers stand in front of the western wall in Jerusalem, 1967


David Rubinger, legendary Israeli photographer behind iconic Western Wall photo, dies

Israel Prize winner David Rubinger, whose lens captured key moments in Israeli history and helped define the nation's collective consciousness, dies at 92.
By Ofer Aderet Mar 02, 2017

David Rubinger, the legendary Israeli photographer behind an iconic photo of Israeli paratroopers entering the Western Wall for the first time, died Thursday at the age of 92.

Awarded the Israel Prize for his works in 1997, Rubinger's photographs captured key moments in Israel's history and helped define its collective consciousness.


David Rubinger with IDF soldiers in Beirut, 1982. Micha Bar-Am

Born in Austria in 1924, Rubinger immigrated to Israel in 1939 and fought with the "Jewish Brigade" during World War II. He began to work as a photojournalist in 1951, first with the now defunct daily Haolam Haze (This World) and then with Yedioth Ahronoth. He also served as Time Life's photographer in Israel.

Over his illustrious career, Rubinger took over 500,000 pictures that tell the story of the state of Israel, exemplified in his iconic photograph of three Israeli paratroopers looking up at the Western Wall. The photo, taken after the first Israeli soldiers entered East Jerusalem during the 1967 Six Day War, is viewed as a symbol of Israel's victory in the decisive war, that saw it take full control of Jerusalem, include the Old City and the Jewish holy site.

Bad photo

In an interview about the iconic image, Rubinger said that a day before Israeli troops entered Jerusalem's Old City on June 7, 1967, he was in the Sinai, snapping shots of Israeli soldiers: "That night I heard some talk on the command radios about something happening in Jerusalem. I didn't hesitate and just snuck into a helicopter that was evacuating wounded soldiers."

According to Rubinger, "when I got to Jerusalem, I heard gunshots, so I ran to the Western Wall, maybe 20 minutes after it was taken. I laid down on the ground and these three soldiers just passed by. I didn't think much of the photo at the time."


Six Day War: Israeli paratroopers stand in front of the Western Wall in Jerusalem. June 7, 1967. David Rubinger/GPO

Later, the IDF's chief rabbi, Shlomo Goren, arrived at the scene, "I thought that would be 'the shot'. When I developed the photos at home, I told my wife: 'Rabbi Goren, that's a great photo, historical.' But my wife pointed at the image of the soldiers and said: 'that's a nice photograph.' And I told her: 'What nonsense.'"

Rubinger said that though it was his most famous, he did still does not think it was a very good photograph: "Part of the face is cut off one the right said, in the middle the nose protrudes, and on the left there's only half a face… photographically speaking, this isn’t a good photo."

President Rivlin eulogized Rubinger, saying "there those who write the pages of history and there are those who create them with their lens. David immortalized history in his photographs that will forever remain in our memory. I will continue to carry him in my memory, armed with his old and faithful camera."

Eleanor Roosevelt calling on David Ben Gurion at his home in Tel Aviv, 1952. David Rubinger/GPO


A cloud of dust after soldiers blew up a rock in order to break through a road in Sinai, 1967. David Rubinger /GPO


Haim Bar-Lev, Ariel Sharon and Yishayahu Gavish arriving by helicopter to the Negev,1967. David Rubinger /GPO

read more: http://www.haaretz.com/israel-news/culture/1.774798

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Marlene Dumas pinta contra todos os muros

Ípsilon

Serralves

Marlene Dumas pinta contra todos os muros

30.06.2010 - José Marmeleira

No Museu de Serralves, Marlene Dumas expõe pinturas de coisas que separam os homens, pinturas que a partir da fotografia ambicionam tornar-se imagens reais. E que, por isso, confrontam a indiferença e a imaginação do espectador. O motivo é o conflito entre Israel e a Palestina e a exposição chama-se "Contra o Muro"
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De cócoras, rodeada de sepulturas abertas, uma mulher vestida de negro olha para fotografia de filho. Uma criança caminha ao logo de uma parede que parece crescer sobre ela. Outra acena aparentemente de forma amistosa. Um homem parece ajoelhar-se receoso ou reza apenas. São figuras reduzidas a manchas, distorções cromáticas, à beira da tactilidade. Por vezes, insinuam narrativas ambíguas, mesmo quando o espectador crê distinguir o opressor da vítima. Uma coisa é certa: todas identificam claramente um contexto político - neste caso, o conflito no Médio Oriente entre israelitas e palestinianos - e esse é o primeiro novo dado que "Contra o Muro", no Museu de Serralves, com a curadoria de Ulrich Look, traz à pintura de Marlene Dumas (Cidade do Cabo, 1953). Em vez de se limitar a "transformar" em pinturas fotografias de corpos e de rostos - de crianças, jovens, actrizes, homens de raças diferentes -, como tem feito ao longo de trinta anos, a artista trabalha sobre imagens de um cenário familiar à opinião pública. 

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Numa terra de ninguém

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O processo permanece o mesmo - pintura feita a partir de imagens preexistentes, a grande maioria originárias da imprensa e do jornalista, mas, avisa o comissário, "o seu trabalho não se centra na realidade das imagens veiculadas pelos media, e sim na - embora suspeita - capacidade da pintura em tornar uma imagem real". 

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O lugar da fotografia na obra de Dumas ajuda a explicar tal motivação: "Apesar de nunca pintar senão a partir de uma fotografia e de respeitar o trabalho dos fotógrafos (as verdadeiras testemunhas), enquanto pintora adopta uma posição diferida. Cria uma segunda vida, uma vida imaginária para os acontecimentos. Na imaginação, encontramos as coisas como se fosse pela primeira vez". 

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É neste sentido que deve ser entendida a abordagem da artista à figuração. Ainda Ulrich Loock: "Nasce do desejo de tocar no corpo. Se o corpo está morto (seja através da simples descrição de um cadáver ou da sua representação fotográfica) a pintura figurativa implica o desejo de voltar a dar uma certa vida a esse corpo".

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A exposição em Serralves não representa a estreia em Portugal da pintora sul-africana, que vive em Amesterdão desde 1976. A sua obra já tinha sido apresentada antes ao público português na exposição "Os anos 80: Uma topologia", no museu do Porto, e numa individual de desenhos em 1998 no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, em Lisboa. Mas "Contra o Muro", que em Abril teve a sua primeira versão na Galeria David Zwirner, em Nova Iorque, assinala um momento singular na produção pictórica de Dumas. Escrevia a artista no respectivo catálogo: "Desta vez o palco principal não pertence a figuras nuas e a cabeças em posição vertical, todas ampliadas, mas a estruturas arquitectónicas colocadas num espaço narrativo...que nos transportam não a uma terra sagrada, mas uma árida terra de ninguém".

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Eis o segundo novo dado que "Contra o Muro" revela: a presença de construções humanas. Muros, como o da Cisjordânia construído por Israel para se separar fisicamente da Palestina ou blocos de cimentos usados nos posto de controlo militar. Os muros são uma presença evidente nas pinturas de grande formato. Porém, aquilo que descrevem é com frequência uma decepção dirigida ao olhar e ao conhecimento. Em "O Muro" (2009) os judeus ortodoxos não se prepararam para rezar no Muro das Lamentações, fazem um pausa diante da terrível parede cuja construção foi iniciada em 1990; em "Choro do Muro" e "Lamentações do Muro" (2009), vemos homens sem rosto, encostados ao que parece ser de facto o sítio de culto religioso; numa pintura têm os braços levantados como se a meio de uma qualquer oração; na outra, são revistados contra o muro. Não é difícil evocar "El Tres de Mayo" (1808), de Francisco José de Goya, ou "L'Exécution de Maximilien" (1868) de Édouard Manet.

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Outras pinturas dispensam figuras, para mostrarem apenas construções e estruturas. "Em Construção" (2009), uma longa parede que se estende impassível ao longo da tela tapa a paisagem. Em "Barreira mentais", blocos de pedra, de uma transparência azul, só deixam entrever ao fundo a linha de uma estrada. Pinturas que apagam a figuração, para deixarem entrar sinais da abstracção ou, como escreve o comissário no catálogo desta exposição, "obras que desafiam a solidez da parede que define o lugar onde a imagem é apresentada, a parede do espaço expositivo ou de uma habitação". É a própria artista que num dos seus escritos enuncia que "uma pintura necessita de uma parede com que se confrontar", mesmo que, como acontece nesta exposição, de outro lado possa estar um lugar dominado pelo abandono e a dor.

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A realidade depois da pintura

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Convém lembrar que Marlene Dumas viveu de perto o Apartheid na África do Sul, experiência que inspirou "Contra o Muro" e o protesto mudo que sob uma série de pinturas é dirigido às políticas de segregação de Israel. Será então oportuno evocar aqui a incómoda classificação de arte política e fazer a inevitável pergunta: não pode esta pintura tornar-se ilustração de uma realidade? 

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"Não, não existe esse risco. A realidade encontra-se já ilustrada nas fotografias preexistentes", responde o comissário. "E a pintura transforma a realidade ilustrada numa realidade da imaginação. Podemos chamar [estas pinturas] de arte política não apenas porque descrevem estruturas que condicionam a vida em comum de povos em conflito, mas também porque, e sobretudo, Marlene Dumas, enquanto pintora, se envolve nesse conflito: constrói na sua pintura um muro, contra o discurso politicamente correcto, e tornando-o inevitável torna inevitável a necessidade da sua destruição". 

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Disse Marlene Dumas durante a apresentação em Nova Iorque, na Galeria David Zwirner: "Sou contra o muro. Não sou contra o Estado de Israel ou o Estado da Palestina, mas sou contra o muro". A clareza e a afirmação da posição revêem-se em "O Sono da Razão", auto-retrato da artista, incapaz de mudar politicamente o mundo, por isso seu involuntário cúmplice, mas capaz de enriquecer a sua memória colectiva através da imaginação (cite-se o Goya de "Desastres de La Guerra", de 1810-20 ou, numa latitude distinta, o Matisse que viveu sob o Regime de Vichy).

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No Museu de Serralves, reúnem-se à volta de 40 pinturas datadas da década anterior (mais 20 das que as expostas em Nova Iorque) e a maior parte dá conta do modo como Dumas lidou na sua pintura com o conflito no Médio Oriente. Para além da arquitectura e do betão, a artista pintou rostos e corpos de pessoas que viveram de perto a guerra ("Criança a acenar") ou que nela perderam familiares (a mulher que olha a foto do filho em "A mãe", 2009) ou a vida (mártires e terroristas em "Homem morto", 1988, "Rapariga morta", 2002). Outras pinturas revelam incursões por temas aparentemente mais prosaicos, pacíficos ou clássicos. É o caso do retrato de uma oliveira ou das naturezas-mortas "Caridade" (2010), com as suas rosas escurecidas, e "As vinhas da Ira" (2009).
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Finalmente, restam imagens ambíguas de corpos. Em "Ressurreição" (2003/09), o torso de um homem caído para trás, a boca aberta. Um morto que ressuscita com o "milagre" da pintura? Um ferido? Uma estátua? Como as outras imagens resulta de uma tensão entre a documentação fotográfica e o espaço imaginário da pintura; tensão que se propõe atravessar toda a exposição contra os limites ontológicos da pintura e os muros e as divisões construídas pelos homens.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

“Histórias de Israel” em exposição

A Guarda
“Histórias de Israel” em exposição

Está patente ao público até ao dia 18 de Abril, no edifício dos Paços do Concelho da Guarda, uma exposição fotográfica intitulada “Histórias de Israel”.
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A mostra que foi inaugurada na segunda-feira, dia 12 de Abril, na presença do Embaixador de Israel em Portugal, Ehud Gol, que naquele dia visitou a cidade da Guarda e foi recebido pelo presidente da Câmara Municipal, Joaquim Valente, proporciona aos visitantes “uma viagem fotográfica ao interior e à alma da nação de Israel”.
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“Qualquer pessoa que tente compreender o mosaico que é a sociedade israelita verificará que os seus elementos são surpreendentemente diferentes. Esta exposição dá-nos a oportunidade de explorar alguns desses elementos, capturados pelas lentes dos melhores fotógrafos do fotojornalismo e do documentário de Israel. E, nada melhor para o expor, do que estes homens e mulheres que, pela natureza da sua profissão, estão completamente sintonizados com o pulsar e com a essência de Israel”, lê-se no folheto alusivo à mostra.
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Acrescenta que as imagens expostas “não seriam captadas pelos seus olhos numa visita casual ao país” e assinala que “a maior parte delas pode ser considerada atípica”. “Este projecto é uma tentativa de apresentar a única forma que os fotógrafos têm de construir uma história, escolhendo um ângulo extremo – por vezes bizarro – que depois clarifica a fotografia maior, usando as linhas laterais para realçar uma ideia que está nas entrelinhas. Este é o tipo de contador de histórias que a exposição pretende mostrar. Opostos, conflitos, contradições – tudo converge numa complexa e intrigante entidade: Israel”, refere o documento.
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As imagens que integram a mostra “Histórias de Israel” são todas parte do “Testemunho Local” de exposições de fotojornalismo de anos recentes. Desde que foi lançada em 2003, a exposição anual evoluiu, tornando-se num dos eventos culturais mais relevantes de Israel. Todos os anos, a equipa editorial e o júri examinam cerca de 10.000 imagens apresentadas a concurso e executadas pelos melhores fotógrafos de jornais e revistas.
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As 300 imagens vencedoras são compiladas numa retrospectiva fotográfica dos 12 meses precedentes e documentam diferentes mundos que vão das notícias, aos desportos e às artes. São essas fotografias que os habitantes da Guarda têm agora oportunidade de apreciar.
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HISTÓRIAS DE ISRAEL

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As imagens de “Histórias de Israel” são todas parte do “Testemunho. Local” de exposições de fotojornalismo de anos recentes. Desde que foi lançada em 2003, ...
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