Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Azenhas em fotos de capa (31)

 * Victor  Nogueira 


2020 12 19 / /  2025 10 07  - Foto victor nogueira - Amarante - painel de azulejos na ponte sobre o Rio Tâmega, representando uma azenha (GEDC1225)


2022 05 17 / 2025 10 08- «A Casa da Azenha foi construída por António José da Silva, apelidado de “Lapuz”, que casou com Joaquina Rosa, em 1851, esta do lugar de Medros em Barcelinhos. A autorização data de 1872, e a licença possibilita a construção de uma “casa de pedra e cal” e outra, na margem oposta do rio, em madeira. A de pedra e cal é a atual Casa da Azenha, a da margem esquerda era a serração de madeira movida com roda vertical que as imagens da época bem retratam.

O edifício tem três pisos, o superior onde se instalou a casa de habitação, o intermédio apelidado de sobrado é onde se encontram as mós que são acionadas pelo engenho no piso inferior, também visitável.

O imóvel foi adquirido pela Câmara Municipal de Barcelos em agosto de 1993 e recuperada em 2003. Depois de várias funcionalidades, em 2025 é reconhecida como Museu de Território, pela CCDRN, num enquadramento de investigação molinológica e de recuperação de usos e costumes, associados à moagem, mas também às distintas atividades subsidiárias do rio, como a pesca, a serração de madeira, a lavagem da roupa e as barcas de passagem.

A Casa da Azenha tem como missão a salvaguarda do património material e imaterial, na defesa da memória e identidade barcelense.» in https://www.cm-barcelos.pt/viver/cultura/casa-da-azenha/  


2025 10 15 Foto victor nogueira - Caldas da Rainha - Azenha (rolo 208 - 0019)  Soube mas já esqueci o nome desta azenha e o loçal dentro da cidade onde se loaliza(va)


2025 10 18 - Foto victor nogueira - (Goios) - Azenha junto ao ribeiro do Souto que vai desaguar na Ribeira do Neiva, que por seu turno é afluente do Rio Este que desagua no Rio Ave.

Goios é uma freguesia do Concelho de Barcelos, donde era natural o meu avô Barroso. A ribeira passa nas trazeiras da Casa dos Vitorino, dos meus bisavós maternos, situando-se a meio caminho entre esta e a Igreja paroquial de N. Sra do Ó, junto à Casa dos Serra.



2025 10 19 - Fotos victor nogueira - roda duma azenha ou moinho de água

A água faz girar a roda que por sua vez impulsiona o movimento das mós que produzem a farinha. Mas as azsnhas yamb´m podem ser utilizadas para produzir electrxicidade. Não anotei na altura onde se localiza(va) o moinho das fotos. Na fábrica da Barcarena um moinho dste género era utilizado para produzir pólvora.


2025 10 21 - Foto victor nogueira - Barcarena (Oeiiras) - azenha da Fábrica de Pólvora (GEDC0407). Nem só para moer grão servem as azenhas. esta servia para o fabrico de pólvora.

«A "azenha da fábrica de pólvora da barcarena" refere-se ao sistema hidráulico que movia os engenhos de produção da fábrica, utilizando a força da água da Ribeira de Barcarena. Este sistema incluía um reservatório, canais subterrâneos e uma galeria onde ficavam as azenhas, que transmitiam o movimento aos engenhos de moagem (engenhos de galgas). Em caso de falta de água, o sistema podia ser complementado pela tração animal, como bois.

Funcionamento: A água era armazenada num tanque e depois direcionada através de canais subterrâneos para uma galeria que abrigava as azenhas. As azenhas movidas pela água impulsionavam os engenhos de galgas, que serviam para misturar os ingredientes da pólvora (enxofre, salitre e carvão).

Complemento animal: Quando o caudal de água era insuficiente, o trabalho era completado com bois que acionavam os engenhos.

Localização: Este sistema fazia parte do complexo da Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras, e a galeria onde as azenhas ficavam ainda é visível na área musealizada.

Inovações: A tecnologia evoluiu ao longo dos séculos, com a introdução de melhorias e a substituição da tração animal pela energia hidráulica e, mais tarde, pela eletricidade e energia a vapor.» (AI Overview)


Caldas da Rainha -- Azenha  João Manuel (demolida)

sábado, 18 de junho de 2022

Pontes (28) - o Rio Cávado em Barcelos e Barcelinhos

 * Victor Nogueira


2015 04 27 foto victor nogueira - ponte sobre o rio Cávado, ligando Barcelos a Barcelinhos

2022 05 17 Foto victor nogueira - Barcelos - ponte românica e azenha no Rio Cávado (GEDC0348)

Centro histórico de Barcelos - Na foto estão a Igreja de Santa Maria (matriz) e as ruínas do Paço dos Condes de Barcelos (actual Museu Arqueológico). Á esquerda a Torre dos Pinheiros. Por detrás do Paço ficam os Paços do Concelho e a estátua de António de Sousa Barroso, que foi missionário em Angola e Bispo do Porto.

António de Sousa Barroso era primo do meu avô materno, António dos Santos Barroso, e foi o irmão deste, o Pe José Barroso, secretário do bispo, que esteve por detrás do casamento do irmão com quem veio a ser minha avó materna, Francisca da Conceição, de Chaves, que não conheci mas dizem-me ter sido uma pessoa alegre e generosa, que trocou o convento pelo casamento.

Contudo, contava a minha mãe, em contrapartida teve de deixar os bens ás Oficinas de S. José, ficando com o usufruto deles apenas em vida.


2022 05 18 Foto victor nogueira - Barcelos - painel de azulejos representando o Paço dos Condes de Barcelos e a ponte sobre o Rio Cávado (GEDC0380). Como legenda «Este Palácio dos Duques de Bragança em 1786 (segundo o pintor Manuel Luís Pereira»

2022 05 19 Duarte d'Armas - Barcelos e ponte sobre o Rio Cávado, in "Livro das Fortalezas"


2022 06 14 Foto victor nogueira - Barcelos - Ponte sobre o Rio Cávado (tabuleiro), vista de Barcelinhos. Ao fundo a Igreja matriz e as ruínas do antigo Paço Condal (GEDC0059)


2022 06 15 Barcelinhos - Ponte sobre o Rio Cávado tabuleiro e Capela de N Sra da Ponte vistas de Barcelos (GEDC0090)

2022 06 16 Foto victor nogueira - Barcelinhos e ciclista atravessando a Ponte sobre o Rio Cávado, vistas de Barcelos (GEDC1175)

«O Livro das Fortalezas é um manuscrito quinhentista de autoria de Duarte de Armas, executado em 1509-1510 por iniciativa de D. Manuel I de Portugal. A obra contém desenhos de 56 castelos fronteiriços do reino de Portugal.

(...) O monarca incumbiu Duarte de Armas, escudeiro da Casa Real, de vistoriar as fortificações lindeiras com Castela, desejando inteirar-se do estado de conservação das mesmas. Duarte de Armas, acompanhado de um criado a pé, percorreu a cavalo a maioria das povoações acasteladas da fronteira, elaborando esboços em papel (debuxos) com as suas panorâmicas (ao menos duas por povoação, de diferentes direcções) e as plantas dos respectivos castelos, nelas indicando os trechos mais arruinados, onde obras se faziam mais necessárias.

A pesquisa contemporânea aponta o início da Primavera de 1509 como a data de início da viagem de trabalho em Castro Marim, até à sua conclusão, sete meses mais tarde, em Setembro, em Caminha. Foram visitadas nesse percurso 56 povoações/castelos. No regresso a Lisboa, foram visitadas ainda Barcelos e Sintra.

(...) A obra é considerada o mais vivo testemunho do debuxo, técnica de ilustração vigente à época de D. Manuel I. O autor indica, nas panorâmicas, os percursos entre cada povoação com as distâncias, principais acessos, estado dos caminhos, conformação do terreno, cursos de água e navegabilidade, pontes, fontes, poços, culturas e pomares, edifícios militares, religiosos e civis e outros, em alguns casos até mesmo da povoação castelhana vizinha. O mesmo se repete em relação às plantas, onde se indicam as dimensões, tipos e estado das defesas, altura e espessura dos muros, distância entre torres e cubelos, finalidade dos compartimentos, acessos e outros.» (Wikipedia) 

Palácio dos Condes de Barcelos -  «Foi erguido na primeira metade do século XV por iniciativa de Afonso I, Duque de Bragança, constituindo-se em um castelo apalaçado. Constituiu-se na edificação mais rica de Barcelos à época em que foi construído.

A decadência deste Paço iniciou-se em finais do século XVIII.

Nas ruínas hoje, já não é visível a primitiva torre, que se situava entre a Ponte de Barcelos e as quatro primitivas chaminés. Ela terá sido bastante danificada quando do terramoto de 1755, vindo a ruir definitivamente em 1801. Em 1872, diante do estado ruinoso do edifício, o município de Barcelos, determinou demolir o que restava. Essa demolição jamais chegou a concretizar-se na totalidade, devido a diversos protestos populares. O que nos restou - pouco mais do que algumas paredes e uma chaminé tubular -, não consegue dar-nos ideia da sua grandeza original

No início do século XX, as suas ruínas passaram a albergar o Museu Arqueológico de Barcelos.» (Wikipedia)

VER

sábado, 10 de julho de 2021

Fotos de capa em julho 10

 * Victor Nogueira


2021 07 10 Foto victor nogueira - Moinho de vento  na Rua Abel Salazar, em Setúbal  (2017 11 18 Canon 149_11)

Exceptuando os que foram recuperados na Serra de S. Filipe, para turismo de habitação, os moinhos de vento em Setúbal ou foram demolidos ou encontram-se em ruína e degradação. Este, na Rua Abel Salazar, foi decorado com uma pintura mural.

VER  

Murais em Setúbal 10 - Rua Abel Salazar

Setúbal e os moinhos em S. Filipe, na Serra da Arrábida


c

2021 07 10 Foto victor nogueira - Grafito na Travessa do Mirante, em Setúbal (2018 02 14 Canon 152_02 IMG_5676)


2020 07 10 victor por Carlos Barradas


2019 07 10 foto victor nogueira - em évora, no terraço da casa na rua de serpa pinto ou de alconchel, com a igreja de santo antão ao fundo


2018 07 10 Auto.retrato em 2018.07.10 e 2 poemas, um de Victor Nogueira e outro de Camões

* Victor Nogueira

ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE

Nada tenho para te ofertar
Que saiba: joias, discoteca, dança;
No tempo busco vária temperança
que também vos dão bom estimar.

Um com outro bem quiz enredar,
Mas parece ser outra a contradança
Que muda a tua dor em festança,
Por aqui me deixando a vaguear.

Lembro a tua lábia, seio moreno,
Tua feição que muito me agradou;
A pele, doce ardor despertou
Que na barca me fez vogar, sereno,

Porém não está o meu coração pleno
De alegria, que por vós soou:
Nem grã Camões ou milionário sou
Para contigo navegar, no Reno.

Erros meus, má fortuna, amor ardente,
Não fazem da jornada bom soneto
Nem do navegante melhor "gineto"
Pois em ti está meu pensar, descontente'

Assim na Luísa Todi jazente,
Vogando entre o lume e o espeto,
Bem vivo, com meu bom ou mau "aspêto"
Buscando tua razão e paz, somente.
.

1989.Setembro.10 - Setúbal
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* Luís de Camões
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Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente
.
.
Erros meus, má Fortuna, Amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a Fortuna sobejaram,
Que para mim bastava Amor somente.

Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que já as frequências suas me ensinaram
A desejos deixar de ser contente.

Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa a que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.

De Amor não vi senão breves enganos.
Oh! Quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!
.
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"


2017 07 10 auto-retrato - Paço de Arcos 2017.07.09


Diz o Google que em 2010.07.07 eu  estava em Barcelos mas é um erro de datação da máquina  fotográfica pois o calendário não estava actualizado. As fotos são mais recentes e teriam sido tiradas em 2014.


2016 07 10 foto victor nogueira - Caldas da Rainha - praça da república (antiga praça da fruta) em dia de mercado - 1997.11.01



2016.07.10 em Coimbra, com o 'Guia de Portugal', de Raúl Proença - 2000.12.12 - foto fgp


2013 07 10 MAFALDA DE QUINO E OS DESPEDIMENTOS


2012 07 10 Alcácer do Sal Mural pela Reforma Agrária e Catarina Eufémia (UDP)

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

fontenários e chafarizes 02 - Barcelos e Braga

 * Victor Nogueira


Barcelos - Praça de Pontevedra



Barcelos - chafariz e Igreja do Bom Jesus da Santa Cruz 



Braga - Chafariz na Praça da República (Fone Luminosa)
 

Braga - Chafariz do Castelo



Gandra (Goios - Barcelos)



sexta-feira, 16 de outubro de 2020

moinhos de água ou azenhas

 * Victor Nogueira

Não há muitas fotos minhas a azenhas e parcas são as referências nas minhas "Notas de Viagens". Localizadas nas margens dos rios, com engrenagens movidas pelo correr e força das águas, normalmente tinham como objectivo moer o grão de cereais, para produção de farinha. Mas algumas têm funções doutro tipo, como as que produziam explosivos na antiga Fábrica de Pólvora da Barcarena, em Oeiras. Seguem-se fotos e textos sobre esta temática

As Fotos ....





(Local não identificado)



Oeiras - Fábrica de Pólvora da Barcarena e Ribeira da Barcarena


Azenha - painel de azulejos na Ponte sobre o Rio Tâmega, em Amarante 




Caldas da Rainha (rolo 208)  



Barcelos e Rio Cávado


Ribeiro (Goios) - Azenha junto ao ribeiro do Souto que vai desaguar noutra ribeira que por seu turno vai confluir no Rio Este, afluente do Rio Ave


Macieira da Maia e Rio Ave

Azurara e Rio Ave

... e os textos

Gostaria de passar as férias sossegadas, calmamente lendo e estudando, com um mergulho nas ondas e passeios ao entardecer em amena cavaqueira com os amigos ou com as pessoas da terra. O meu avô Barroso tem uma casa no Mindelo, onde há uma praia rochosa que me deslumbra pela violência com que as ondas batem na rocha em cascatas de espuma que salpicam o rosto. Ou então aquele moinho [azenha] que eu visitei ao inquirir dois velhotes, lá para os lados de Arraiolos. Gostava de passar as férias, p. ex., num sítio assim. (MCG - 1973.08.02)


Situa-se a Amareleja perto da ribeira do Ardila, possui moinhos de água nas margens do. O cemitério espelha um costume característico, cuja razão desconheço, com as campas ao cimo da térrea, onde ninguém é enterrado. (Memórias de Viagem, 1997) 


Visitamos Alcobaça, onde chegamos já de noite, com uma chuva miudinha que cai continuamente. É uma vila simpática onde se destaca a fachada comprida do respectivo mosteiro, da Ordem de Cister, situado destacadamente na Praça 25 de Abril: uma Igreja ao centro, dum amarelo rendilhado, exuberante, contrastando com a horizontalidade branca e ascética dos dois corpos laterais. Corpos que nas outras fachadas estão escurecidos e degradados, resultado das "conservações" para turista ver. O Mosteiro, considerado Património Mundial desde 1989, não é esmagadora e massivamente impositivo à povoação circundante, como o de Mafra. (...) 

Porque por lá passamos, fico a saber que a povoação é atravessada por dois rios que lhe dão o nome: Alcoa e Baça, que aqui originam o Alcobaça. Alcoa é atravessado por uma pequena ponte e nas suas margens ouve-se o marulhar das águas correndo por entre dois paredões que lhe estreitam o leito. As casas têm varandas e janelas debruçadas sobre o rio e de noite poder-se-ia imaginar que se trataria de Veneza, opinião de quem a conhece apenas de filmes, como em  Morte em Veneza, de Visconti. ou de O Perfume do Dinheiro, de  Joseph L. Mankiewicz.

No rio Baça, no centro da povoação, vê-se a roda duma antiga azenha, que já não é movida pelo correr das águas, cujo edifício agora é ocupado por uma loja de electrodomésticos, a TELE RIO. (Notas de Viagem, 1997.10.31) 


Azurara já foi sede de concelho, com pelourinho ainda existente. Num outeiro encontra-se a Capela de Sant'Ana - muito venerada - defronte, o mosteiro de Santa Clara e o Aqueduto, separado pelo rio Ave, onde existem ainda vestígios de azenhas. A igreja de Santa Maria, matriz do século XV, tem um púlpito exterior na torre sineira, tendo alguma semelhança com a de Vila do Conde. O cruzeiro, tal como outros que encontrei por essas terras fora, como em Óbidos, ostenta nas duas faces as esculturas de Cristo na cruz e Santa Maria. (Notas de Viagems, 1997)


A ponte do rio Ave, em Macieira da Maia, é românica, de seis arcos de volta redonda, desiguais, por baixo dos quais correm as águas do rio Ave, tendo a jusante duas azenhas, uma de cada lado, correndo as águas em pequenas cascatas. Para montante as águas correm por entre margens arborizadas. Um pouco mais acima, semi-escondido pela vegetação, à beira da estrada, um portal armoriado. (Notas de Viagens, 1997)

 - 
Vilar de Mouros - Situada na serra de Agra e atravessada pelo rio Coura, aqui proliferam os moinhos, azenhas e açudes, uma ponte medieval ligando as duas margens em que se situa a aldeia, célebre pelos festivais de música, o 1º realizado em 1972, um Woodstock à portuguesa. (Notas de Viagens, 1998.06.11)

VER 

Azurara - em busca da azenha quinhentista



Azenhas em Portugal - emissão filatélica . CTT