Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
Mural de Joana Vasconcelos - Steak 'n Shake, 2016, Porto (Wikipedia)
Josh Morley·8 de Abril, 2025·
O Porto, uma cidade conhecida
pela sua história rica e cultura cativante, tem sofrido uma transformação
emocionante nos últimos anos. Sob os sussurros da história, o pulso criativo da
cidade bate forte. Se olhares com atenção, verás que os desenhos intrincados
transformam edifícios em ruínas em obras de arte, tecendo uma fascinante
tapeçaria que honra o passado ao mesmo tempo que avança corajosamente. As
paredes do Porto, outrora sombrias, estão agora cheias de vitalidade, com
murais radiantes que se espalham pela paisagem urbana, esculpindo uma galeria
de arte experimental que envolve os sentidos.
O que antes era uma cidade que
ignorava a arte de rua, agora abraçou-a de todo o coração. Os espaços
poeirentos e esquecidos do centro histórico do Porto receberam uma nova camada
de vida graças a este despertar artístico. Quando o tijolo e a argamassa se
encontram com a imaginação, as estruturas degradadas transformam-se em
obras-primas vibrantes, unindo património e inovação. As ruas do Porto
tornaram-se uma tela para desencadear conversas significativas sobre a mudança
social, à medida que obras de arte arrojadas alimentam um sentido de comunidade
e reforçam a rica identidade cultural da cidade.
Agora, vamos explorar algumas das
melhores obras de arte de rua do Porto – os murais que contam histórias
poderosas, remodelam o ambiente urbano e celebram a energia única e criativa da
cidade. Para aqueles que planeiam mergulhar na vibração artística do Porto,
ficar nas melhores áreas pode elevar a experiência. Descobre mais sobre onde
ficar no Porto e explora (...)
Estes são muralistas portugueses,
talvez menos conhecidos, cujos murais fotografei. Que podes dizer de cada um
deles?
@ Ana Quintino @ Anke One Ekna @ Egos @ Elena González (Ele.Zissou) @ Explicit Citizens Colectivo @ Golias D. @ GonçaloMar @ Hatori Pablo III @ HP @ Isabel Lhano @ Ivo Santos @ Joana Batista @ João Murta @ Júlio Dolbeth @ Peguinho Arte @ Peixe Crew @ Samina @ Sérgio Odeith @ smile1art @ soniatropicos @ Teia Haizé @ TvFer @ Utopia
«Que excelente arquivo fotográfico
deves ter! Esta lista mistura nomes consagrados da "velha guarda"
urbana nacional com artistas independentes, ilustradores e criadores de nicho
que enriquecem imenso as ruas e vilas de Portugal.
Aqui tens o que caracteriza o
trabalho e o percurso de cada um deles:
1. Artistas com informação confirmada e fidedigna
GonçaloMar (ou MAR): Nome incontornável da arte urbana em Portugal, no ativo desde 1998. O seu estilo é marcadamente figurativo e fantasioso, recorrendo muitas vezes a personagens ligadas ao mar, à mitologia e a narrativas de encantar, com um traço muito fluido e orgânico.
Sérgio Odeith (Odeith): Reconhecido internacionalmente como um dos pioneiros e maiores mestres do graffiti anamórfico (3D). É famoso por pintar em cantos e esquinas de forma a criar ilusões de ótica onde objetos, letras ou animais parecem flutuar no espaço real.
Samina (João Samina): Artista amplamente reconhecido pelo seu trabalho focado na técnica do stencil (estêncil). Cruza a precisão geométrica do corte com manchas expressivas de tinta para criar retratos humanos de grande escala e forte carga emocional.
smile1art (Smile / Ivo Santos):Nota de correção importante sobre a lista anterior: O nome Ivo Santos e Smile correspondem à mesma pessoa. Ivo Santos assina como Smile (ou Smile1art). É um veterano do graffiti em Portugal, amplamente conhecido pelo seu domínio técnico do fotorrealismo e do uso do spray para criar rostos, animais e expressões incrivelmente detalhadas.
Isabel Lhano: Artista plástica e pintora conceituada (com formação na Escola de Belas Artes do Porto). O seu trabalho, que por vezes se transpõe para murais públicos e institucionais, foca-se grandemente na representação da figura feminina, no papel da mulher na sociedade e em temáticas de cariz social e intimista.
Júlio Dolbeth: Ilustrador, designer, docente e investigador português. O seu trabalho em paredes reflete diretamente o seu universo da ilustração: composições gráficas limpas, estilizadas, uso de cores bem definidas e referências à cultura popular e identidade visual portuguesa.
soniatropicos (Sónia Trópicos): Ilustradora e muralista cujo trabalho se foca na celebração da Mulher e da Natureza. O seu estilo caracteriza-se pelo uso de paletas de cores quentes e vibrantes, folhagens tropicais e figuras femininas que transmitem uma mensagem de empoderamento e diversidade.
Utopia (Oliveiros Junior): Conhecido no panorama da arte de rua pelas suas personagens de traço muito característico, habitualmente com olhos grandes, expressivos e uma envolvência ligeiramente melancólica ou sonhadora.
2. Coletivos e assinaturas de Graffiti Clássico (focados em Lettering / Letras)
Estes nomes pertencem ao circuito do graffiti mais puro e tradicional, onde o foco principal não é a pintura figurativa ou o circuito das galerias, mas sim a escrita e a intervenção no espaço urbano:
Egos: Um writer focado no desenvolvimento de letras, cores e dinâmicas típicas do graffiti tradicional.
Peixe Crew: Um grupo/coletivo de graffiti clássico e cultura hip-hop, conhecido pelas suas intervenções de rua focadas em letras (wildstyle) e bonecos caricaturados (characters).
Explicit Citizens Colectivo: Coletivo que assina intervenções urbanas focadas no design de grande formato, tipografia e composições geométricas.
3. Nomes sem informação suficiente (Não vou inventar)
Sobre os seguintes nomes da tua lista, não possuo dados biográficos, portfólios documentados ou registos artísticos consolidados no meu sistema. Podem ser artistas locais, talentos emergentes, pseudónimos muito específicos ou criadores de circuitos independentes que não estão mapeados nas enciclopédias de arte urbana ou bases de dados gerais:
Ana Quintino Anke One Ekna Elena González (Ele.Zissou) Golias D. Hatori Pablo III HP Joana Batista João Murta Peguinho Arte Teia Haizé TvFer
O cenário internacional do muralismo e da arte urbana é repleto de talentos gigantescos que transformaram cidades inteiras em autênticas galerias a céu aberto. Afastando-nos um pouco dos pioneiros mexicanos e dos nomes já mencionados anteriormente (como Banksy, Kobra ou Sfhir), o panorama mundial conta com vários outros artistas estrangeiros de enorme relevância:
1. Shepard Fairey (Obey) — Estados Unidos
Um dos nomes mais influentes do mundo, que funde a arte urbana com o design gráfico e o ativismo político. Ficou mundialmente célebre ao criar o icónico cartaz "HOPE" para a campanha presidencial de Barack Obama em 2008. O seu trabalho é facilmente reconhecível pelo uso de paletas de cores restritas (frequentemente vermelho, preto e creme), estética inspirada em cartazes de propaganda russa e crítica ao consumismo e ao abuso de poder.
2. ROA — Bélgica
É famoso pelos seus impressionantes murais a preto e branco de animais nativos das regiões onde pinta. O seu estilo foca-se no hiperrealismo, retratando roedores, aves e répteis com um nível de detalhe anatómico extraordinário, muitas vezes incluindo perspetivas que mostram os órgãos ou os esqueletos dos animais. A sua obra reflete sobre a relação entre a expansão urbana e a destruição da vida selvagem.
3. JR — França
Autodenominado um "photograffeur" (fotógrafo-graffiteiro), JR cria murais monumentais utilizando a técnica de colagem de fotografias a preto e branco (wheatpaste) em grande escala. Ele fotografa rostos de pessoas comuns — muitas vezes em zonas de conflito, favelas ou bairros marginalizados — e cola os seus retratos gigantescos em tetos, comboios e fachadas de prédios. O seu objetivo é dar visibilidade e dignidade a quem a sociedade frequentemente ignora.
4. PichiAvo — Espanha
Este duo de artistas de Valência revolucionou o muralismo ao criar um estilo único que junta duas realidades opostas: a mitologia clássica e o graffiti tradicional. Os seus murais apresentam figuras de deuses e esculturas da Grécia Antiga pintadas com um realismo e sombreamento académicos impressionantes, mas completamente sobrepostas e fundidas com tags, assinaturas e letras de graffiti de cores garridas.
5. Millo (Francesco Camillo Giorgino) — Itália
Millo é conhecido pelos seus murais gigantescos que parecem saídos de uma banda desenhada conceptual. O seu trabalho caracteriza-se pelo uso quase exclusivo de linhas pretas sobre fundo branco para desenhar cenários urbanos labirínticos e caóticos, nos quais introduce personagens gigantescas e inocentes, que interagem com a cidade de forma lúdica ou melancólica. As suas obras são reflexões poéticas sobre a solidão e a escala humana nas metrópoles.
6. Invader — França
Inspirado nos píxeis dos videojogos dos anos 80, este artista anónimo espalha a sua arte pelo mundo através de mosaicos feitos com azulejos cerâmicos que recriam personagens como as do jogo Space Invaders.Em vez de grandes pinturas, ele faz "invasões" cirúrgicas em pontos estratégicos (e muitas vezes inacessíveis) de grandes cidades globais, tendo criado um movimento de culto global onde os fãs procuram e catalogam as suas obras.
7. Insane 51 (Stathis Tsavalias) — Grécia
É um dos muralistas mais inovadores da atualidade técnica. Especializou-se em muralismo anaglífico (3D), o que significa que ele pinta múltiplas camadas sobrepostas de imagens que mudam dependendo do filtro de cor através do qual as olhas. Ao olhar para o mural de forma normal, vê-se uma imagem fatiada; porém, ao usar óculos 3D (com lentes vermelhas e azuis), o espetador consegue ver duas imagens completamente diferentes e tridimensionais ocultas na mesma parede (como um rosto humano e, por trás, o seu crânio).
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Portugal possui um cenário de arte urbana incrivelmente forte, sendo reconhecido internacionalmente como um dos principais palcos da street art mundial. Vários muralistas portugueses alcançaram grande prestígio global com técnicas inovadoras e estilos muito marcantes.
Os nomes mais famosos e influentes do panorama do muralismo e da arte urbana em Portugal incluem:
1. Vhils (Alexandre Farto)
É, sem dúvida, o artista urbano português mais famoso em todo o mundo. Ficou célebre pela sua técnica revolucionária de "esculpir" rostos em paredes. Em vez de apenas pintar, Vhils utiliza martelos pneumáticos, cinzeis, ácidos e pequenos explosivos para descascar as camadas superficiais de muros antigos e criar retratos hiperrealistas de grande escala. O seu trabalho foca-se na identidade, na passagem do tempo e na humanização das grandes metrópoles.
2. Bordalo II (Artur Bordalo)
Reconhecido globalmente pela sua série de obras monumentais intitulada "Big Trash Animals" (Grandes Animais de Lixo). Bordalo II não se limita à pintura mural clássica; ele cria esculturas e relevos tridimensionais nas fachadas dos edifícios utilizando lixo urbano. Pneus velhos, plásticos, para-choques de carros abandonados e sucata transformam-se em representações gigantescas e vibrantes de animais. A sua arte é um manifesto incisivo contra o consumismo desenfreado e a destruição ambiental.
3. Odeith
É uma das maiores referências mundiais do graffiti anamórfico e em 3D. Nascido na Damaia, Odeith domina a perspetiva, a geometria e os jogos de luz de forma tão extraordinária que consegue fazer com que as suas pinturas pareçam "flutuar" no espaço ou sair das paredes. Ele transforma esquinas degradadas e blocos de cimento abandonados em ilusões de ótica impressionantes de insetos gigantes, objetos suspensos e letras tridimensionais.
4. Add Fuel (Diogo Machado)
Conseguiu criar uma ponte genial entre a herança cultural histórica de Portugal e a arte contemporânea. O seu trabalho baseia-se na reinterpretação do design tradicional dos azulejos portugueses. Utilizando técnicas de stencil (estêncil) com um detalhe milimétrico, Add Fuel pinta fachadas inteiras simulando painéis de azulejos, mas introduzindo elementos gráficos modernos, padrões de cultura pop e uma forte ironia visual nas composições.
5. ±MaisMenos± (Miguel Januário)
O seu trabalho foca-se na arte urbana de cariz conceptual e forte ativismo político e social. Criado sob a forma de um projeto de intervenção, as suas obras utilizam o espaço público para questionar de forma cirúrgica os sistemas económicos, a política ocidental e o consumismo, frequentemente recorrendo a slogans curtos, jogos de palavras visuais e uma estética marcadamente minimalista e a preto e branco.
6. Tamara Alves
Uma das vozes femininas mais potentes do panorama nacional. O seu trabalho foca-se na representação do corpo humano ligado a elementos da vida selvagem e da natureza. Com um traço orgânico, fluido e por vezes inacabado, os seus murais evocam uma forte carga poética, sentimentos de paixão, liberdade, vulnerabilidade e a paixão no estado bruto.
7. Mariana Duarte Santos
Destaca-se por trazer uma técnica pictórica muito tradicional para o grande formato dos muros urbanos. O seu trabalho baseia-se muito na memória coletiva, no cinema clássico e na fotografia documental portuguesa do século XX (frequentemente inspirando-se em imagens de Artur Pastor).Os seus murais parecem pinturas a óleo ou desenhos a carvão gigantescos, retratando o quotidiano de pessoas comuns, tradições e profissões antigas de Portugal.
Os muralistas mais famosos do mundo incluem tanto aos pioneiros do histórico muralismo mexicano, conhecidos por seu forte conteúdo sociopolítico, como os revolucionários artistas urbanos contemporâneos que transformaram as fachadas internacionais em imensas condições públicas. [1, 2]
1. Los Grandes Maestros do Muralismo Mexicano
O movimento muralista do século XX transformou a arte pública, utilizando os muros para narrar a história, a política e a identidade cultural. [1, 2, 3, 4]
Diego Rivera: conhecido internacionalmente por seus afrescos monumentais e narrativos, como o Sonho de uma tarde dominical na Alameda Central ou os murais do Instituto de Artes de Detroit. [1, 2]
David Alfaro Siqueiros: Revolucionou o muralismo pelo seu dinamismo, o uso de materiais industriais (como pinturas sintéticas) e técnicas tridimensionais, destacando obras como La marcha de la humanidad . [1]
José Clemente Orozco: Com uma abordagem mais universal e dramática, suas obras maestras abordam o sofrimento e a condição humana, como Prometeo no Pomona College e El hombre en llamas no Hospicio Cabañas
2. Ícones da Arte Urbana e Grafiti Contemporâneo
Esses artistas expandiram o conceito tradicional do muralismo às ruas de todo o planeta, destacando-se pelo seu ativismo, surrealismo e hiperrealismo. [1, 2, 3]
Banksy: O enigmático artista urbano britânico famoso a nível global por sua técnica de estêncil e suas incisivas obras de crítica social e política. [1, 2]
Eduardo Kobra: Muralista brasileiro mundialmente reconhecido por seus murais hiperrealistas e caleidosscópicos, cheios de cores brilhantes, como o icônico Las Etnias no Rio de Janeiro. [1, 2, 3]
SFHIR: Artista urbano madrilenho que ganhou fama internacional depois de ser galardoado repetidamente pela plataforma Street Art Cities , graças às suas imponentes obras hiperrealistas de grande formato. [1, 2]
Keith Haring: Pioneiro estadounidense que levou a arte chamada e o ativismo à vanguarda, reconhecível por suas figuras dinâmicas e coloridas (AI Overview)
Imagem gerada pelo Google Gemini tendo como guião o texto anterior
2026 02 01 - Foto victor nogueira - Mindelo mural 25 Abril 50 anos (2025 10 01 IMG_6250)
' Democracia Liberdade 25 de Abril 50 anos'
Inaugurado em 25 de Abril de 2024, numa paragem de autocarros na Rua da Praia, terá sido da iniciativa da Junta de Freguesia, cujo brasão se encontra pintado no muro à esquerda, conjuntamente com a expressão 'Mindelo um mar de Liberdade'
Esta refere-se ao desembarque das tropas liberais em 8 de Julho de 1832, nas praias desde o Mindelo até Arnosa de Pampelido. Deste modo se iniciou uma guerra civil (1832 / 1834) para restaurar a monarquia constitucional que havia sido declarada em 1820 / 1822,, abolida pelo perjuro e absolutista Miguel I.
Na aludida parede há um grafito azul com a seguinte inscrição: 'E A PRATICAR O BEM ... ATREVES-TE?'
Nas minhas deambulações entre Mindelo e Vila do Conde, neste ano de 2022, tendo reparado numa série de murais, muitos legendados e com personagens da banda desenhada, algumas das quais consegui identificar. Este é é o resultado da colecta.
Azurara - Rua das Figueiras - Anda cá, Snoopy!
Charlie Brown, personagem dos Peanuts, criação de Charles M. Schulz
Azurara - Rua do Corgo
Vila do Conde - Av. José Régio - A culpa é tua!
Bart Simpson, personagem de Os Simpson, criação de Matt Groening
Vila do Conde - Av. José Régio
Vila do Conde - Av. 5 de Outubro - Tens coragem de viver?
Vila do Conde - Av. Figueiredo Faria afito de Ciríaco Sir, artista vilacondense, em 2022 11
Vila do Conde - Av. Figueiredo Faria - Muda por ti!!!
Vila do Conde - Av. Figueiredo Faria - A vida é mesmo assim!!! / A força é interior! - Mural de Anke One Ekna
Goofy ou Pateta, criação dos Estúdios de Walt Disney e e Johnny Bravo, criação de Van Partible.
Victor Nogueira - >Avenida Atlântico / Rotunda dos Fundadores - Sonhe alto! -