Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
sábado, 31 de agosto de 2024
Fotos de capa em Agosto - 2020, no Kant_O dos Olhares
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Coretos 56 -- Moura
VER outros coretos por Elisa Fardilha
Coretos 55 - Carnide (Lisboa)
coretos 37 - Tomar
coretos 36 - Lisboa - Jardim Zoológico
coretos 35, por Elisa Fardilha
segunda-feira, 17 de outubro de 2022
Coretos (55) - Carnide (Lisboa)
* Elisa Fardilha
Fotos gentilemente cedidas por Elisa Fardilha
«No antigo largo do Alto do Poço, onde no século XIX, se formava um mercado rural, erguia-se, nos meses de primavera e verão, entre 1896 e 1929, uma estrutura temporária, com barracas e mastros, que funcionava como coreto, onde tocava a filarmónica e em torno do qual se organizavam festas e bailes.
O atual coreto, em estrutura arquitetónica fixa, foi inaugurado a 14 de abril de 1929, por ocasião das festas de Carnide1.
Com base hexagonal, que lhe definia o perímetro, o coreto tinha estrutura em ferro forjado, com grade de encosto e cobertura côncava, sustentada por colunas em cada um dos ângulos.
Em fevereiro de 1941, um ciclone destruiu a cabeceira, mantendo-se descoberto até 1998, altura em que a Câmara Municipal de Lisboa determinou proceder à instalação da cobertura atual.» (in PROJETO E-CARNIDE Inventário do património cultural de Carnide, em Lisboa)
Outros coretos fotografados por Elisa Fardilha podem ser vistos em
coretos 35, por Elisa Fardilha
segunda-feira, 27 de junho de 2022
Coretos 54 - Tavira
* Victor Nogueira
De Tavira a Susana enviou-me fotos do coreto, engalanado, talvez em resultado das Festas Juninas que (por quase) todo o Planeta Terra se realizam, com bailaricos, tascas, fogueiras, arraiais e (alguns) namoricos.
quinta-feira, 28 de abril de 2022
Coretos (53) - Pinhal Novo
* Victor Nogueira
Apadrinhado pela Sociedade União Setubalense, o coreto da Sociedade Filarmónica União Agrícola foi inaugurado em 1927, tendo esta sido fundada em 6 Dezembro 1896. O coreto situa-se no rossio, hoje ajardinado, defronte da antiga estação ferroviária, sendo seu autor Januário Melícias Correia. Uma fotografia de Manuel Giraldes da Silva regista a sua inauguração, foto essa reproduzida no painel informativo e num painel de azulejos aplicado na frontaria do chafariz sito no mesmo Largo ajardinado.
terça-feira, 22 de março de 2022
Coretos 52 - Minas de S. Domingos (Mértola)
* Victor Nogueira
«Jardim e Bairro dos Ingleses - A partir de 1868, começou a ser construído sobre o Serro da Herdade da Careta o “bairro inglês”, formado pelo palácio do engenheiro diretor da mina e pelas casas dos quadros técnicos e administrativos. No centro desta área encontrava-se o jardim que dispunha de campo de ténis e coreto.
O espaço urbano da Mina de S. Domingos traduzia uma acentuada separação social das comunidades existentes. De um lado, os mineiros e as suas famílias, alojados em “quartos” exíguos sem quaisquer condições de conforto; do outro os “ingleses” e as suas espaçosas cottages já com eletricidade, sanitários e água canalizada.»
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Coretos 51 - Vila do Conde e Vila Franca de Xira
* Victor Nogueira
Fotos em 2021 09
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Coretos 50 - Tavira, by night
* Victor Nogueira
Do Algarve a Susana enviou-me estas fotos do coreto de Tavira, numa noite estival.
domingo, 8 de agosto de 2021
Coretos 49 - Alcácer do Sal e Santa Susana
* Victor Nogueira
Aqui se reúnem os coretos de Alcácer do Sal e da aldeia de Santa Susana, embora este seja semicircular, adossado a uma parede e defronte dum pequeno terreiro.
2021 08 07 Canon 195_08
segunda-feira, 5 de julho de 2021
Coretos 48 - Porto e Açores
Estes coretos localizam-se respectivamente no Porto e na Ilha de S. Jorge, Açores, tendo sido fotografados pela Isabel, cuja gentileza registo.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
miniaturas de moinhos de vento, azenhas e coretos
* Victor Nogueira
domingo, 20 de dezembro de 2020
coretos 47 - Samouco
* Victor Nogueira
Samouco (aldeia do)-
pequena e simpática povoação perto de Alcochete, de casas térreas ou de dois
pisos, algumas com certa importância,
com vários largos arborizados, um deles com uma igreja (de S. Brás) e outro (
Praça José Coelho) com um coreto, poço e a sociedade filarmónica. No poço com
manivela para extrair água uma inscrição: Até
1957 - Aqui, se vinha buscar água | Aqui, se conversava | Aqui, se namorava...
| E em Julho 1992 | Para memória do Povo | A Junta de Freguesia | fez a sua
reposição.
A povoação parece alentejana e nela existem portões trabalhados, como se fossem de quintas,
se é que o não foram, e as casas estão enfeitadas
com desenhos em estuque.
Da toponímia destaco
as praças da República, da Liberdade e
do Movimento das Forças Armadas, os largos 25 de Abril, de S. Brás e do Caldas, as travessas da Praia, do Norte, e do Mercado, as ruas 1º de
Dezembro, do Diário de Notícias (tal como nas Caldas da Rainha), do Mercado e do Século, o beco Flores...
Caminhando pelo Largo 25 de Abril, o silêncio da noite é
quebrado pelo falatório duma velha de negro a uma esquina, a mão na orelha, a
cabeça inclinada ... Insólito, no largo deserto, a mulher de negro não estava
louca, não, mas falava apenas pelo telemóvel! Modernices.
Nos muitos cafés, à noite, a freguesia era esmagadoramente masculina, talvez também operários da ponte Vasco da Gama, em construção. (Notas de Viagem, 1998.01.09)
Rolo 215


.jpg)


%20no%20Jardim%205%20de%20Outubro%20(1998).jpg)

%20(1998.06.15).jpg)







.jpg)
.jpg)












