Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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sábado, 31 de agosto de 2024

Fotos de capa em Agosto - 2020, no Kant_O dos Olhares


2020 08 13 - foto victor nogueira - o meu objectivo foi fotografar o Jardim da Estrela, em Lisboa, incluindo o coreto, mas não os quiosques.


2020 08 04 - Foto Elisa Fardilha - Coreto da Póvoa de Varzim

2020 08 05 - foto elisa fardilha - Coreto em Oleiros (Castelo Branco)

2020 08 06 - foto elisa fardilha - Coreto de Tomar

2020 08 08 - Foto victor nogueira ~ Coreto de Paço de Arcos

-2020 08 11 - foto victor nogueira -  Lisboa - quiosque arte nova (pormenor) no Jardim 5 de Outubro (1998)

2020 08 12 - foto victor nogueira -Igreja do Mosteiro e  'pimenteiro', em Alcobaça

2020 08 18 - foto victor nogueira  - Nadadouro ~ coreto  Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso (rolo 359) (1998.06.15)

2020 08 23 - foto victor nogueira - Quiosque do Quebedo, no Jardim homónimo, em Setúbal

2020 08 28 . foto victor nogueira - Castelo de Aljezur

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Coretos 56 -- Moura

* Victor Nogueira (texto) / Elisa Fardilha (foto)

Publica-se mais um dos coretos fotografados por Elisa Fardilha, nas suas deambulações por aqui e por ali, em Portugal. Este situa-se em Moura, no aprazível Jardim Dr. Santiago, que remonta ao Passeio do Século XIX, cuja primeira ampliaçãpo se verificou em 1892. Cerca de 1934 passou a ter o actual nome, em homenagem a José Joaquim da Costa Pinto Santiago, médico de profissão e Presidente da Câmara Municipal de Moura desde janeiro 1893 até agosto de 1897.

O jardim, a partir do seu terraço florido e com árvores centenárias, permite aos visitantes uma vista alargada da paisagem alentejana, incluindo mesmo a Barragem de Alqueva. No recinto ajardinado localizam-se as Termas, com águas minero-medicinais, para além do quiosque,  coreto, parque infantil, cascata, lagos, balneários, bebedouros, mesas e bancos. A fonte da Salúquia foi construída em 1927. (FONTE: https://www.roteirodoalqueva.com/poi/jardim-doutor-santiago)


Moura

VER outros coretos por Elisa Fardilha

Coretos 55 - Carnide (Lisboa)

coretos 37 - Tomar

coretos 36 - Lisboa - Jardim Zoológico

coretos 35, por Elisa Fardilha

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Coretos (55) - Carnide (Lisboa)

 * Elisa Fardilha



Fotos gentilemente cedidas por Elisa Fardilha

«No antigo largo do Alto do Poço, onde no século XIX, se formava um mercado rural, erguia-se, nos meses de primavera e verão, entre 1896 e 1929, uma estrutura temporária, com barracas e mastros, que funcionava como coreto, onde tocava a filarmónica e em torno do qual se organizavam festas e bailes.

O atual coreto, em estrutura arquitetónica fixa, foi inaugurado a 14 de abril de 1929, por ocasião das festas de Carnide1.

Com base hexagonal, que lhe definia o perímetro, o coreto tinha estrutura em ferro forjado, com grade de encosto e cobertura côncava, sustentada por colunas em cada um dos ângulos.

Em fevereiro de 1941, um ciclone destruiu a cabeceira, mantendo-se descoberto até 1998, altura em que a Câmara Municipal de Lisboa determinou proceder à instalação da cobertura atual.» (in PROJETO E-CARNIDE  Inventário do património cultural de Carnide, em Lisboa)


Outros coretos fotografados por Elisa Fardilha podem ser vistos em 

coretos 35, por Elisa Fardilha

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Coretos 54 - Tavira

 * Victor Nogueira

De Tavira a Susana enviou-me fotos do coreto, engalanado, talvez em resultado das Festas Juninas que (por quase) todo o Planeta Terra se  realizam, com bailaricos, tascas, fogueiras, arraiais e (alguns) namoricos.


 

Fotos Susana Silva 2022 06

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Coretos (53) - Pinhal Novo

 * Victor Nogueira

Apadrinhado pela Sociedade União Setubalense, o coreto da Sociedade Filarmónica União Agrícola foi inaugurado em 1927, tendo esta sido fundada em 6 Dezembro 1896. O coreto situa-se no rossio, hoje ajardinado, defronte da antiga estação ferroviária, sendo seu autor Januário Melícias Correia. Uma fotografia de Manuel Giraldes da Silva regista a sua inauguração, foto essa reproduzida no painel informativo e num painel de azulejos aplicado na frontaria do chafariz sito no mesmo Largo ajardinado.




Á esquerda monumento dedicado a José Maria dos Santos, que dá o nome ao largo





As primeiras fotos são  de 2022 04 21(Canon 203_04) e as três últimas de  (Rolo 215 -1998.01.09)

terça-feira, 22 de março de 2022

Coretos 52 - Minas de S. Domingos (Mértola)

 * Victor Nogueira


Coreto nas Minas de S. Domingos (Mértola) (rolo 386 - 1999.02.20)

«Jardim e Bairro dos Ingleses - A partir de 1868, começou a ser construído sobre o Serro da Herdade da Careta o “bairro inglês”, formado pelo palácio do engenheiro diretor da mina e pelas casas dos quadros técnicos e administrativos. No centro desta área encontrava-se o jardim que dispunha de campo de ténis e coreto.

O espaço urbano da Mina de S. Domingos traduzia uma acentuada separação social das comunidades existentes. De um lado, os mineiros e as suas famílias, alojados em “quartos” exíguos sem quaisquer condições de conforto; do outro os “ingleses” e as suas espaçosas cottages já com eletricidade, sanitários e água canalizada.»

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Coretos 51 - Vila do Conde e Vila Franca de Xira

 * Victor Nogueira

Esta publicação é ilustrada com os coretos de Vila do Conde (Igrejas de N. Sra da Lapa e de S. Pedro, de Fajoses) e de Vila Franca de Xira, no Jardim Muniipal Constantino Palha.


Vila do Conde - Igreja de N. Sra da Lapa


Vila do Conde (Fajozes) - Igreja Paroquial de S. Pedro


Vila Franca de Xira (Foto Isabel M)

Fotos em 2021 09

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Coretos 50 - Tavira, by night

 * Victor Nogueira

Do Algarve a Susana enviou-me estas fotos do coreto de Tavira, numa noite estival.






Outras "visões" 

domingo, 8 de agosto de 2021

Coretos 49 - Alcácer do Sal e Santa Susana

 * Victor  Nogueira

Aqui se reúnem os coretos de Alcácer do Sal e da aldeia de Santa Susana, embora este seja semicircular, adossado a uma parede e defronte dum pequeno terreiro. 




Alcácer do Sal



Santa Susana


2021 08 07 Canon 195_08

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Coretos 48 - Porto e Açores

Estes coretos localizam-se respectivamente no Porto e na Ilha de S. Jorge, Açores, tendo sido fotografados pela Isabel, cuja gentileza registo.


Velas - coreto no Jardim da República (Ilha de S. Jorge, no arquipélago dos Açores)


Jardim da Parada (Porto)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

miniaturas de moinhos de vento, azenhas e coretos

 * Victor Nogueira


Gandra (Goios) -  Azenha em presépio (cascata)


Sobreiro (Aldeia de João Franco - Mafra) moinhos de vento numa cascata


Ribeiro  (Goios) - Coreto em presépio (cascata)


Porto - Rua de Santo Ildefonso - coreto em loja de artesanato´


Setúbal - Miniatura de moinho de vento do Oeste, ao nascer do sol


domingo, 20 de dezembro de 2020

coretos 47 - Samouco

 * Victor Nogueira



Coreto do Samouco, na Praça José Coelho


Samouco (aldeia do)- pequena e simpática povoação perto de Alcochete, de casas térreas ou de dois pisos, algumas com certa importância, com vários largos arborizados, um deles com uma igreja (de S. Brás) e outro ( Praça José Coelho) com um coreto, poço e a sociedade filarmónica. No poço com manivela para extrair água uma inscrição: Até 1957 - Aqui, se vinha buscar água | Aqui, se conversava | Aqui, se namorava... | E em Julho 1992 | Para memória do Povo | A Junta de Freguesia | fez a sua reposição.

A povoação parece alentejana e nela existem portões trabalhados, como se fossem de quintas, se é que o não foram, e as casas estão enfeitadas com desenhos em estuque.

Da toponímia  destaco as praças da República, da  Liberdade e do Movimento das Forças Armadas, os largos 25 de Abril, de S. Brás e do  Caldas, as travessas da Praia,  do Norte, e do Mercado, as ruas 1º de Dezembro, do Diário de Notícias (tal como nas Caldas da Rainha), do  Mercado e do Século, o beco Flores...

Caminhando pelo Largo 25 de Abril, o silêncio da noite é quebrado pelo falatório duma velha de negro a uma esquina, a mão na orelha, a cabeça inclinada ... Insólito, no largo deserto, a mulher de negro não estava louca, não, mas falava apenas pelo telemóvel! Modernices.

Nos muitos cafés, à noite, a freguesia era esmagadoramente masculina, talvez também operários da ponte Vasco da Gama, em construção.  (Notas de Viagem, 1998.01.09)

Rolo 215