Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Campos do Alentejo

 


foto victor nogueira . Campos do Alentejo

Graça Maria Teixeira Pinto

A solidão bem representada nesta paisagem. Alentejo?

5 ano(s)

5 de fevereiro de 2019  · 

sábado, 28 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva e Évora, do Alentejo

A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008
Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses
A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005
A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005
A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006
Horizontes Da Memória - O Bom Sabor Do Alentejo



A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008

O Templo de Diana é o ponto de partida para uma excursão à cidade de Évora. Vamos visitar uma das mais activas universidades do pais, conhecer o Convento do Espinheiro, e recordar a história e a obra da Fundação Eugénio de Almeida. O programa leva-nos a esta bela cidade alentejana.



Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses


A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005


A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005

Junto de Évora foi edificado pelos frades jerónimos um monumental mosteiro que acaba de ser transformado em hotel de luxo. É esse o ponto de partida para uma excursão que nos leva até junto do túmulo de Garcia de Resende, fiel servidor do Príncipe Perfeito e compilador de um cancioneiro poético que reúne produção lírica desde o século XIV ao seu próprio tempo. O velho mosteiro jerónimo regressa assim aos seus tempos gloriosos, agora integrado num projecto turístico de grande projecção cultural.



A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006

Vamos à cidade de Évora falar de uma das universidades mais activas do país. A Universidade de Évora já tinha sido uma importante universidade portuguesa durante 200 anos, foi criada em 1559 e terminou em 1759. Durante estes 200 anos o ensino foi entregue à Companhia de Jesus e em Évora formaram-se os missionários que levaram a palavra cristã e a cultura europeia às quatro partes do mundo.



Horizontes Da Memória - O Bom Sabor Do Alentejo

quinta-feira, 21 de julho de 2016

sexta-feira, 11 de março de 2016

Com o Alentejo na alma


Foto Victor Nogueira - Texto Elísio Estanque - Um texto a ler

Elísio Estanque ~ Com o Alentejo na alma 11/03/2016 - 01:15

Um alentejano assumido pode ficar ou partir, mas mesmo quando parte nunca se separa. Caminha pelo mundo com o Alentejo na alma.

texto  completo em

http://daliedaqui.blogspot.pt/2016/03/elisio-estanque-com-o-alentejo-na-alma.html

Comments
Clara Roque Esteves Vítor, meu amigo, estas tuas crónicas são sempre umas pérolas. Essa " gana" alentejana que eu nunca consegui entender bem....Abraço.
Victor Barroso Nogueira O meu avô e tios avós paternos eram alentejanos (de Mora), palmilhei todo o Alentejo, de lés a lés, e vivi uma eternidade em Évora, os meus cunhados são da margem esquerda do Guadiana e os meus filhos nasceram em Évora. E em casa, em Luanda, na discoteca paterna, havia muitos discos de música coral operática, soviética e alentejana.. 
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Victor Barroso Nogueira
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Milu Vizinho Bonita imagem.camarada Victor...Obrigada pela partilha. , Eu gosto muito do Alentejo.
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Maria José Fonseca Linda imagem do Alentejo!
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Maria Lisete Almeida Boa tarde Amigo Victor Nogueira. Bem haja pela oartilha. Uma óptima tarde de domingo.
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Judite Faquinha Meu querido camarada Victor linda história que eu conheço, mas devias começar pela LISNAVE ALMADA, CUF BARREIRO BAIXA DA BANHEIRA E ALHOS- VEDROS ONDE AS INDUSTRIAS CORTICEIROS TINHAM MUITOS TRABALHADORES ALENTEJANOS, E ONDE HOUVE MUITOS PRESOS NOS AN...Ver mais
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Algures no Alto Alentejo

* Victor Nogueira






foto victor nogueira -trata-se duma povoação alentejana que de momento não identifico, mas que suponho seja a Vila de Crato, no Alto Alentejo. Abaixo mais 3 fotos da mesma povoação. Quem me ajuda na identificação ?

Das NOTAS DE VIAGEM, em 2000.09.19
Alter do Chão
Logo à entrada a Praça de Touros. 1ª foto a Alter a uma rua. Há muitas casas brasonadas. Existe uma rua Cega.
Fotos a pelourinho e várias casas, janela manuelina (sec XVI), chafariz renascentista, chafariz das ...., Câmara feia, Rua das Parreiras. Igreja Matriz (séc. XX), chafariz das Bonecas. Foto à Igreja do Convento Santo António, que está a ser demolido. Foto de Crato ao longe

Alter Pedroso

Crato
1ª foto – reflexo da lâmpada na parede da igreja. As casas têm faixas amarelas. Há pelourinho e várias casas brasonadas.
Abertura da máquina e destruição das fotos. Aquisição de nova máquina.

Flor da Rosa
Foto ao Mosteiro, já de noite. Pousada que não visito, ficando-me pela entrada e pela igreja.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

alentejo - canção patuleia


foto victor nogueira -. alentejo 

CANÇÃO PATULEIA

https://www.youtube.com/watch?v=N1mBYcsBgu4

Letra de Urbano Tavares Rodrigues
Musica de Adriano Correia de Oliveira 
Acompanhamento a viola por Rui Pato
~~~~~~~~~~
INSTRUMENTAL

Ó Alentejo dos pobres
Reino da desolação
Não sirvas quem te despreza
É tua a tua nação.
Não sirvas quem te despreza
É tua a tua nação.

Não vás a terras alheias
Lançar sementes de morte
É na terra do teu pão
Que se joga a tua sorte.
É na terra do teu pão
Que se joga a tua sorte.

Terra sangrenta de Serpa
Terra morena de Moura
Vilas d'angústia em botão
Dor cerrada em Baleizão.

INSTRUMENTAL

Ó margem esquerda do verão
Mais quente de Portugal
Margem esquerda deste amor
Feito de fome e de sal.
Margem esquerda deste amor
Feito de fome e de sal.

A foice dos teus ceifeiros
Trago no peito gravado
Ó minha terra morena
Como bandeira sonhada.
Ó minha terra morena
Como bandeira sonhada.

Terra sangrenta de Serpa
Terra morena de Moura
Vilas d'angústia em botão
Dor cerrada em Baleizão.

INSTRUMENTAL

domingo, 15 de junho de 2014

casas no alentejo