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Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
domingo, 1 de janeiro de 2017
Fotógrafo consegue novas imagens de tribo amazónica isolada
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quarta-feira, 8 de junho de 2016
Pateira de Fermentelos
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
ALENTEJO : POVO QUE CANTA NÃO PODE MORRER
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Fotógrafo Gustavo Moura expõe em preto e branco
Talhado na Memória': Fotógrafo Gustavo Moura expõe em preto e branco no mês da Consciência Negra
29/11/2011 | 15h34min
Livro e exposição fotográfica divulgam pesca da tainha em Florianópolis
Uma exposição a céu aberto revela a beleza de uma tradição cultural autêntica da Ilha de Santa Catarina.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Duas vezes Alexandre - exposição de fotografia
QUARTA-FEIRA, 19 DE OUTUBRO DE 2011
“Duas vezes Alexandre”
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‘Duas Vezes Alexandre’ segue em exposição na Galeria Arte Plural
| Alexandre Sequeira participa de bate-papo na Arte Plural |
Com a exposição Duas vezes Alexandre em cartaz, a Arte Plural Galeria convida, neste sábado (19/11), a partir das 19h, o fotógrafo paraense Alexandre Sequeira para um conversa sobre o seu ensaio. Intitulado Nazaré do Mocajuba, o trabalho foi feito em uma vila de pescadores, a 500 km da capital Belém. A entrada para a mostra é gratuita.
Dividindo espaço com as imagens feitas pelo fotojornalista Alexandre Severo, Nazaré do Mocajuba é um trabalho sobre a memória e a identidade dos brasileiros. As primeiras fotografias tiradas por Sequeira foram impressas em redes, lençóis, toalhas, mosquiteiros e cortinas dos moradores do local e novamente registradas pelas lentes do artista.
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Rede de Produtores Culturais de Fotografia











