Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

domingo, 21 de maio de 2017

Muralhas de Setúbal - Baluarte de N. Sra. da Saúde

* Victor Nogueira

O Baluarte de N. Sra da Saúde, cuja função era proteger o Bairro do Trono,  é delimitado pela Avenida General Daniel de Sousa e pelas Ruas Heliodoro Salgado e António José Marques. Adossado encontramos o Palácio Botelho Monis, hoje ocupado por uma congregação religiosa

Para conhecer o que resta do baluarte da Saúde o circuito pode iniciar-se no sítio da Boa Morte, na Avenida General Daniel de Sousa, subindo pela rua Heliodoro Salgado, virando à esquerda para a rua António José Marques e descendo pela rua José Adelino dos Santos e pela Travessa da Bela Vista . No interior do Baluarte, lá no alto, situam-se a Igreja de Nossa Senhora da Saúde, que acolhe as Missionárias da Caridade (Irmãs de Calcutá) e o palácio Botelho Moniz.







Sítio da Boa Morte, na Avenida General Daniel de Sousa



Palácio Botelho Moniz, na Avenida General Daniel de Sousa




Rua Heliodoro Salgado





Rua António José Marques






fotos em 2017.05.20







fotos em 2017.05.25









fotos em 2014.07


Baluartes de Santo Amaro e de N. Sra da Saúde


A Batalha do Alto Viso foi um dos confrontos que teve lugar durante a guerra civil, que ficou conhecida como Patuleia. Esta deu-se a 1 de Maio de 1847, em Setúbal, na freguesia da Nossa Senhora da Anunciada. 

As partes em confronto eram as forças fiéis a D. Maria II e D. Fernando II, comandadas pelo 1.º Conde de Vinhais, contra a Junta Insureccional liderada pelo 1.º Visconde de Sá da Bandeira. O Visconde, instado a recuar nas suas intenções pela moderação espanhola e inglesa, teve de avançar, sob pena de entre as suas forças se registar uma insurreição.

De ambos os lados foram inúmeras as baixas, tendo apenas cessado as hostilidades por intervenção mediadora da Grã-Bretanha e Irlanda. Cerca de dois meses depois, as partes assinaram a Convenção de Gramido, que oficilizava o armistício (Wikipedia)



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