Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

terça-feira, 30 de maio de 2017

Muralhas de Setúbal - Forte de Santa Maria da Arrábida no Google Earth

* Victor Nogueira

O “Forte de Nossa Senhora da Arrábida”, também referido como “Forte de Santa Maria da Arrábida”, “Forte da Arrábida” e “Forte do Portinho da Arrábida”, localiza-se no sopé da encosta sul da serra, a sudoeste do Portinho da  Arrábida, na barra norte do rio Sado.

A pedido dos frades que viviam no Convento é construído o Forte de Santa Maria da Arrábida, pois eram frequentemente perturbados por corsários mouros que se escondiam nas enseadas do Portinho da Arrábida, para aí pilharem as navegações que entravam e saiam da barra do rio Sado.

A função defensiva do Forte de Santa Maria da Arrábida foi desactivada a partir de 1889, devido ao desenvolvimento dos mecanismos bélicos e ao abandono das instalações do Convento da Arrábida pelos frades franciscanos.

O Forte de Santa Maria da Arrábida assumiu dimensões de culto religioso a partir de 1250, o que segundo narra a história Hildebrando (mercador das ilhas britânicas), ergueu uma pequena ermida devotada a Nossa Senhora pelo milagre que ali o salvou de um naufrágio.

Faz parte do conjunto de fortificações setecentistas que no contexto da guerra de Restauração da independência de Portugal, se estendiam pelo litoral desde Setúbal até ao Forte de São Domingos da Baralha, perto do cabo Espichel.

No início do século XX foi arrendado a um particular. A partir de 1932 foi adaptado às funções de pousada pelos pais de Sebastião da Gama, as quais exerceu até 1976.

A partir de 1978, o imóvel passou integrar o Parque Natural da Arrábida, classificado como Imóvel de Interesse Público. Desde então, foram efectuadas extensas obras de consolidação e restauro, adaptando-se o monumento à função de Museu Oceanográfico (1991), que mantém, no local, um centro de biologia marinha. Uma pequena loja comercializa itens relacionados à área protegida do parque e oferece café aos visitantes.

Na sua capela pode se observar uma expressiva imagem de Nossa Senhora, em pedra de lioz, de feição seiscentista.

fontes: Wikipedia







Google Earth


Platta forma De Nossa Senhora Da Arrabida Portugal Desenho aguarelado CORREIA João Tomás (c. 1667-175_) Livro de varias plantas deste Reino e de Castela (entre 1699 e 1743) in http://fortalezas.org/index.php?ct=fortaleza&id_fortaleza=1522


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