Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Ferrovias 13 - Azulejaria CP - Setúbal Praça do Brasil

 * Victor Nogueira

Sumiram os primitivos azulejos da estação ferroviária de Setúbal e que destino tiveram, desconheço. Os actuais, de autoria de Joana da Motta Guedes e outro estilo, já surgiram em duas publicações anteriores neste Kant_O Photomatico.













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Fotos em 2017.09.19 (Canon 147_09) e 2021 05 25 (Canon 192_05)

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De Setúbal com as memórias ferroviárias

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