Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

domingo, 12 de setembro de 2010

Luz de António Barreto

Jacarandá

 

Domingo, 5 de Setembro de 2010

Luz - Rio Douro, de Gaia

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À esquerda, Gaia. Ao fundo, à direita, a ponte da Arrábida. Construída nos anos sessenta, projectada pelo famoso engenheiro Edgar Cardoso, foi, em seu tempo, uma obra reputada: era o mais vasto arco de betão esforçado (creio que é assim que se designa...) do mundo. (1985)
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Luz - Porto e Gaia, Ponte D. Luís

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No tabuleiro superior, ainda circulavam carros. Hoje, só o Metro. No rio, alguns barcos rabelos que já só fazem publicidade ao vinho do Porto. (1990)

Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Luz - Miúdos de bairro

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Perdi horas a tentar descobrir ou lembrar-me do sítio desta imagem. Não consigo. Talvez no Porto... Só a homenagem da T-Shirt aos BeeGees fornece uma indicação. Mas podia ser em qualquer sítio do mundo... (1979)
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Luz - Lançador de pião, Porto

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À beira da Sé do Porto, antes das obras de há dez anos, um artista exibe os seus talentos. (1979)
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Luz - Foz do Douro, Porto

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Aqui, entre o Castelo do Queijo e Matosinhos, era a praia Internacional da minha juventude. Depois de muitos anos de degradação do local (ainda se vê uma ruína...), um colossal arranjo foi feito, abrindo caminhos pedonais, pistas de bicicleta e acessos ao mar ou ao Parque da Cidade longe dos automóveis. Serão talvez precisos alguns anos para dar uso ao local e para deixar crescer árvores. Entretanto, aos fins-de-semana e a horas de lazer, as pessoas vêm em grande número. (2004)
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