Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

fotos de capa em dezembro 14

 * Victor Nogueira



2020 12 14 Foto victor nogueira - Oeiras- Fonte dos Embrechados - Palácio do Marquês de Pombal





2019 12 14 foto victor nogueira - pelourinho de Murça e Solar dos Guedes (1999.10.27)

VER   Murça, 1999


2017 12 14 foto victor nogueira - portal manuelino da Igreja de Julião, em Setúbal


2014 12 14 foto victor nogueira - rio Ave - moinho fluvial em Macieira da Maia, junto à ponte D. Zameiro. De Macieira da Maia, dos moinhos fluviais, do rio Ave e da Ponte D Zameiro se fala aqui, para quem quiser photoandarilhar

VER


Os livros, esses animais opacos por fora, essas donzelas. Os livros caem do céu, fazem grandes linhas rectas e, ao atingir o chão, explodem em silêncio. Tudo neles é absoluto, até as contradições em que tropeçam. E estão lá, aqui, a olhar-nos de todos os lados, a hipnotizar-nos por telepatia. Devemos-lhes tanto, até a loucura, até os pesadelos, até a esperança em todas as suas formas.

José Luís Peixoto, in Abraço

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