Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Pelas margens do Rio Ave


* Victor Nogeira (texto e fotos)

Aproveito a tarde soalheira para retornar às pontes românicas dos Rios Ave e Este, por novos percursos, mas desistindo de voltar à Cividade de Bagunte. No Ave pescadores pescam junto a uma das azenhas, enquanto os patos evolucionam nas águas ou descansam no areal. Em Macieira da Maia há música de arraial, animada, atroando os ares, puxando o pé e o corpo para o bailarico, enquanto na igreja, de cujo adro se avista a ponte de D. Zaimeiro, mulheres se azafamam nas decorações entrando a saindo do templo, as ruas enfeitadas com arcos floridos e luminárias. 

Junto à ponte de S. Miguel de Arcos e numa das margens uma árvore frondosa com bancos acolhe um grupo de jovens com as suas bicicletas, um dos quais me pergunta se tenho um cigarrinho. Azar dele, que não fumo.

Por ser dia de semana, em qualquer das das localidades transitam muitos tractores agrícolas, ocupando os estreitos caminhos, a toda a largura, com seus atrelados.




 S. Miguel de ARCOS Rio Este, afluente do Rio Ave






marcas dos Caminhos de Santiago














MACIEIRA DA MAIA e Rio Ave



açude























VEM DE NAS MARGENS DO RIO AVE, EM  http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/nas-margens-do-rio-ave.html

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