Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

domingo, 7 de junho de 2020

Sociedade Musical Perpétua Azeitonense

Foi na segunda metade do século XIX que se formaram por todo o país as chamadas sociedades filarmónicas. Em Azeitão, no dia de S. Lourenço, a 1 de Agosto de 1856, surge a «Sociedade Filarmónica Ordem e Progresso». Conhecida como «Música dos Ricos», terminou depois de desentendimento durante uma festa em S. Gonçalo.

Surgiram posteriormente mais duas: a «Igualdade», em S. Lourenço, e a «Fraternidade», em S. Simão. Novos desentendimentos levaram também à dissolução.

Em 1881, resolveu-se constituir uma banda filarmónica unicamente com elementos da freguesia de S. Lourenço. O maestro escolhido foi José Silvestre Ferreira Sardinha e a sua primeira saída teve lugar no domingo de Páscoa, 25 de Abril de 1882.




in  Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense - Azeitão

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