Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

segunda-feira, 4 de julho de 2016

dos azulejos

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Cobrindo paredes interiores e exteriores, historiados ou simplesmente geométricos, evocatvos ou com pretensões literárias, encontramo-los por esse Portugal fora, desde o modesto registo "protector" do santo invocado ao trabalhado de igrejas e palácios, policromados ou em tonalidades de azul.

fotos victor nogueira - painéis de azulejos 1 - da esquerda para a direita e de cima para baixo


1. - Caneças (Odivelas), Lisboa, Amarante, Torres Vedras (armazéns Abel da Fonseca), Leiria, Seixal ,Lisboa (Graça), Arcos de Valdevez,, Arraiolos (Igreja da Misericórdia?), Caxias (quinta real),



2. - A maioria destas fotos aindão não estão identificadas, salvo os de Setúbal (registo no Largo de Santo António, numa vivenda contando a vida dum industrial da indústria conserveira e os de "António Jacintho da Fonseca", de "Aguas Ardentes e Licores" e o do demolido Bairro Operário Afonso Costa). O da esquerda em baixo é da Quinta Real de Caxias. Dos não identificados a maioria deve ser em Lisboa.

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