Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O reencontro


27/02/12

Estação da Amadora

1 comentários
Depois de passar a porta que mostro em baixo, cuja parede é forrada de pequenos mozaicos formando um belo Graffiti, reparei que as escadarias que nos levam á entrada da avenida são iluminadas por modernos mas interessantes candeeiros, mas vi também que estes são os lugares predilectos dos pombos que tomaram de assalto a cidade tal como fizeram a Lisboa.
Corro o risco de ver os protectores dos animais se voltarem contra mim, mas paciência, não tenho culpa de gostar de pombos e ao mesmo tempo gostar do que de Belo e arte o nosso pobre País ainda tem para nos mostrar.
É que o resultado final foi este, e eu pergunto quanto tempo nos falta para tudo esteja assim...?

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