Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Gastão de Brito e Silva ~ O romantismo de cada ruína

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O romantismo de cada ruína

autoria Gastão de Brito e Silva
 
// data 08/02/2012 - 19:36
 
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Gastão de Brito e Silva foi, nos últimos três anos, jornalista, fotógrafo, historiador, turista, orador, "empresário", curioso, e algo mais. Nesses três anos, reuniu uma colecção de mais de 1800 imagens e cerca de sete centenas de edifícios retratados, um espólio que constitui várias colecções temáticas e que pode ser separado por zonas geográficas, estilos e épocas, arqueologia industrial, clerical, palaciana, rural, urbana, etc. Qual é o fio condutor? A ruína. Sim, isso mesmo. O trabalho de Gastão de Brito e Silva, a atracção pelo romantismo de cada ruína, está exposto no Espaço Sarmento e no Museu do Teatro Romano, em Lisboa.

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