Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Artistas produzem "fotos que se mexem"

leia entrevista

Fotógrafa americana Jamie Beck utiliza técnicas de animação para produzir imagens com movimentos sutis

Tiago Agostini, iG São Paulo | 20/05/2011 15:23

Tudo começou durante a Nova York Fashion Week, em fevereiro deste ano. "Queríamos uma maneira mais fiel de mostrar para o público a experiência de estar numa semana de moda", diz o webdesigner Kevin Burg. "Pensamos em um vídeo, mas para transmitir a informação mais rápído, achamos que uma imagem em movimento seria melhor." Assim, Burg e sua noiva, a fotógrafa Jamie Beck, começaram a aumentar o status dos gifs animados, deixando-os próximos da arte.
O trabalho da dupla ganhou maior notoriedade no final de abril, após uma série especial com a modelo canadense Coco Rocha. As imagens, publicadas no blog de Jamie, correram a internet e impressionaram pela qualidade e a riqueza de detalhes nos movimentos sutis.
"Trabalhar com Coco é inacreditável. Ela se move como uma artista em frente à câmera e adiciona algo de especial a cada clique", derrete-se Kevin, em entrevista por e-mail ao iG.
O segredo do sucesso parece estar no trabalho lento e perfeccionista que o casal faz. "É um processo quase de frame a frame", diz Kevin, que utiliza o Photoshop e o After Effects para dar o efeito especial às fotografias tiradas por Jamie. Além disso, a escolha da imagem a ser animada é muito importante, como em uma fotografia normal, explica o webdesigner.
"Passamos a ver movimento em situações do cotidiano que nem notávamos antes. Tem sido muito interessante", comenta. "Para nós, é como se o mundo todo pudesse ser fotografado de novo."







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