Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Fotos de capa em agosto 06

 * Victor Nogueira


2021 08 06 Foto vctor nogueira (montagem) - Mural dedicado a S. Francisco de Assis, em Setúbal, na Travessa do Socorro. (Fotos em 2021 07 08 Canon 194_07)


2021 08 06 Foto victor nogueira - Grafito em Setúbal, na Rua Formosa (2021 08 04 Canon 195_08 IMG_5292)


2020 08 06 foto elisa fardilha - coreto de Tomar


2019 08 06  Say no to war


2017 08  06 foto victor nogueira - Setúbal  Bombeiros caixa de alarme


2016 08 06 3 gerações por rui pedro


2016 08 06 Foto victor nogueira - em  Lisboa 1963 09 10

Em 1963/64 estive um ano a estudar no Porto e assisti à inauguração da Ponte da Arrábida, sobre o Rio Douro. Por essa altura, no Verão, com o meu avô Luís, passámos parte das Férias Grandes nas Termas de Monte Real com final em Lisboa. É dessa altura esta foto que tirei do Castelo de S. Jorge, ainda a Ponte sobre o Rio Tejo estava a ser construída. Em 1966 estava de novo em Portugal, para frequentar o curso de Economia, tendo então e pela TV  assistido à sua inauguração.  Sobre a Ponte 25 de Abril "falo" em 

em torno da ponte 25 de abril



2016 08 06 foto victor nogueira . arco-íris em Ferragudo (Algarve) - 2000.04.22


PARA QUE A MEMÓRIA E A HUMANIDADE NÃO ESQUEÇAM NEM PERDOEM

1945.08.06 - 2013.08.06 - 68º aniversário 

Depois da barbárie nazi-fascista e na sequência do extermínio dos ameríndios e das populações africanas,  uma nova escalada na barbárie dos crimes contra a humanidade, esta   perpetrada pelos EUA - a 1ª bomba nuclear - lançada a 6 de Agosto de 1945 sobre objectivos civis - para intimidar a então URSS cujo contributo fora determinante para a vitória dos Aliados e para estudar os efeitos das radiações. Feito repetido a 9 de Agosto, sobre Nagasaki. Feito que o General Mc Arthur tentou repetir anos depois na Guerra da Coreia, para evitar a derrota dos EUA pelos guerrilheiros coreanos.

As estimativas do primeiro massacre por armas de destruição maciça sobre uma população civil apontam para um número total de mortos a variar entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki, sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação. As duas únicas bombas nucleares lançadas até ao momento foram-no pelos EUA.


2012 08 06 Foto Victor Nogueira - Braga - Campo da Vinha

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