Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

domingo, 23 de abril de 2017

Á beira tejo em tarde luminosa

* Victor Nogueira










foto Victor Nogueira em Lisboa, numa tarde soalheira e luminosa, hoje, enquanto passava de carro. Quem é não sei, apena "mulher de branco ao telefone e à beira-tejo, na avenida da Ribeira das Naus."





fotos em 2017.04.23

1 comentário:

Mona Lisa disse...

Quando estou com a neura , meto-me no metro , vou até ao cais das colunas, sento-me num desses banquinhos, olhando o infinito.

Lisa