Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Lisboa e o Chafariz da Praça da Armada

 * Victor Nogueira












fotos Victor Nogueira - Lisboa - armas de Lisboa e outros pormenores no Chafariz da Praça da Armada


Este chafariz, construído entre 1845-46, é alimentado pelo Aqueduto das Águas Livres, através de uma derivação feita a partir do Chafariz das Necessidades, não da fonte do obelisco, mas de outra encostada à cerca do convento oratoriano. Assente num pódium redondo, com escadarias alternadas e 2 bicas para os animais, encontra-se uma grande caixa de água paralelepipédica, de base quadrada, definida nos cantos por 4 pilastras rematadas por entablamento dórico, das quais 4 mascarões, recuperados do Chafariz do Campo de Santana, que nunca chegou a ser construído, jorram água para os respectivos tanques. A face principal do chafariz, virada para a rua e para o quartel, ostenta 2 tabelas, uma com as armas da cidade e a outra com a seguinte inscrição: "N.10/CAMARA MUNICIPAL/1845". Acima do entablamento evidencia-se um pedestal sob a forma de pirâmide quadrangular, de arestas curvilíneas, decorada na base com folhas de acanto e encimada por uma estátua do Deus Neptuno, recuperada do Chafariz do Campo Grande, após a sua demolição em 1850. (in  http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-da-praca-da-armada e http://revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/?id=1301)

fotos em  em 2017.04.09

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