Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

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domingo, 16 de agosto de 2026

Murais de Abril (35) - Onde está a Liberdade? Entre os 40 e os 50 anos (01)

 * Victor Nogueira / Gemini 


2026 08 09 - Salgueiro Maia no mural pintado na FCSH. 40 anos do 25 de Abril, num projeto colaborativo coordenado pela plataforma Underdogs, a convite do Instituto de História Contemporânea (IHC) daquela faculdade.

Os artistas que executaram o mural em 2014 foram: Vhils (Alexandre Farto), Add Fuel (Diogo Machado), Miguel Januário, Frederico Draw (Frederico Soares Campos) e Gonçalo MAR (Gonçalo Ribeiro)

A inspiração central para esta obra foi a célebre fotografia de Salgueiro Maia captada por Alfredo Cunha no Largo do Carmo.