Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Arcos de Valdevez

fotos Victor Nogueira



igreja e cruzeiro da Misericórdia








Rua Cerqueira Gomes


Pelourinho e igreja matriz




igreja do Espírito Santo



Rio Vez





O Recontro de Valdevez foi um dos momentos mais marcantes da história nacional, quando na primavera de 1141 os exércitos de Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, se encontraram. O encontro tornou-se numa espécie de um torneio medieval, em vez de uma batalha quase certa. Foi um exemplo de diplomacia e de bom senso ao não ser derramada uma única gota de sangue. A estátua do Campo do Trasladário, de J. Rodrigues, assinala esse acontecimento.







Rio Vez






Exposição fotográfica no centro de turismo

1998.06.07

Arcos de Valdevez
Nestes campos se travou uma batalha entre D.Afonso Henriques e o rei de Leão que este perdeu, tendo o armistício então firmado sido confirmado pelo tratado de Zamora, que reconheceu a independência do Condado Portucalense.
·        Rio Vez. Pelourinho. Igreja Matriz (interior). Rio serpenteante, com solar ao fundo.
·       Largo João Verde, poeta que defende a união da Galiza com Portugal, sentimento muito expandido nesta zona. No terreiro Igreja de N. Sra da Cepa (ou da Capa?), Igreja da Misericórdia e Casa do Terreiros ou dos Silveiras. Lá em baixo o Paço do Giela, com sua janela manuelina e torre com ameias (que não fotografei), no meio do arvoredo duma herdade e à beira-rio.
·       Pelourinho manuelino de autoria do canteiro João Lopes o Velho, que  também construiu os chafarizes de Caminha e de Viana do Castelo.
Alameda/parque arborizado à beira rio (na gíria local o Trasladário). História da chávena do café - vendida num lado, negada noutro, oferecida num terceiro.
Igreja do Salvador (talha dourada)
Do outro lado do rio um cruzeiro - do Senhor dos Milagres - e casa brasonada.
Caravana festiva do F.C.P. Feira do Livro, pouca frequência, livreiros locais, sendo um alfarrabista de Braga.

Torre da Igreja da Lapa e candeeiro. 1º Cruzeiro (misericórdia), 2º Cruzeiro (Junto à casa da Ponte)

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